Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 09/02/2021 às 16h49

O prefeito licenciado de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, gravou um novo áudio agradecendo as orações e falando sobre o processo de recuperação de sequelas deixadas pela Covid-19. Herzem tem dois meses internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. "Sigo aqui em São Paulo em tratamento, com fé já proclamei que recebi uma palavra de cura. Quando eu falei quando a sua vice-prefeita, que está indo à Brasília, iniciei esta semana conversando com os secretários, todos afinados com Sheila", disse o prefeito. No áudio, Herzem Gusmão voltou a agradecer pelo apoio da população de Vitória da Conquista. Ele passa por um processo de reabilitação pulmonar. Ainda não há previsão de alta. A minha confiança é de que faremos um grande governo, continuar agradecendo as orações, nesta segunda-feira. Portanto agradeço a Conquista, Conquista se levantou me apoiando e eu sinto isso, Deus proverá", disse o prefeito Herzem Gusmão. Herzem, de 72 anos, foi diagnosticado com Covid-19 em 7 de dezembro. Pouco mais de sete dias depois, ele foi internado em Vitória da Conquista, no Hospital Samur, com complicações pulmonares causadas pela doença. A esposa do prefeito, Luci Gusmão, também teve diagnóstico positivo para Covid-19 mas já se recuperou da doença. Reeleito em segundo turno, com 54,71% dos votos válidos, Herzem Gusmão foi empossado para o cargo no dia 8 de janeiro, em cerimônia online, no leito de hospital. No momento, a cidade é comandada pela vice-prefeita eleita Sheila Lemos (DEM). Assista aos vídeos do G1 e TV Bahia.

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 09/02/2021 às 16h05

Ricardo Breier. FOTO: DIVULGAÇÃO Diante de uma avalanche de desafios e projeções de soluções para superarmos a pandemia do novo Coronavírus, há um novo debate em evidência na sociedade brasileira e internacional. Mais uma vez, a moral e a ética são protagonistas de um impasse. O dilema está posto: Empresas e entidades privadas devem concorrer com os governos dos países e fazer valer um poder de oferta vantajoso para adquirir vacinas para seus colaboradores? Sendo ainda mais objetivo: quem tem mais condição econômica e influência deve ir às compras nos laboratórios para ser vacinado primeiro? Num primeiro momento, surge como argumento um dos princípios basilares de uma economia globalizada: o da livre concorrência. Se as regras permitem, basta pedir um orçamento para um laboratório, fazer um depósito online do valor a ser pago e esperar a chegada das vacinas. É uma relação comercial. Ponto. Ponto, não. Vírgula. O regramento acima se enquadra perfeitamente em tempos normais. Estamos longe disso. O cenário é de absoluta excepcionalidade. Vivemos uma guerra contra um inimigo invisível. As vítimas estão aí para nos lembrar diariamente o que representa essa pandemia. Um dos grandes impactos que essa pandemia está causando é o de acordar parte da humanidade. É lembrar que vivemos num mesmo planeta. É compreender que estamos num ambiente coletivo. É mostrar que a irresponsabilidade de alguns pode afetar milhões – ou bilhões. E, neste momento, o conceito de solidariedade precisa prevalecer. Ser solidário, neste momento, é compreender que o dinheiro não pode comprar tudo, e que existem posturas éticas a serem adotadas. Há escassez de insumos para as vacinas. Há dificuldades de logística. Está em curso uma mobilização global para proteger, prioritariamente, os mais vulneráveis e aqueles que estão mais expostos – profissionais da saúde. Há a necessidade de se adotar estratégias macro – e não micro, isoladas – para que o retorno à normalidade ocorra de forma segura, harmonizada e previsível. Há a necessidade de se evitar um histórico perverso de privilégios em um momento que todos precisam de todos. Com esse quadro, é aceitável que os países, com seus sistemas e estratégias públicas, para atender a milhões, tenham que concorrer e disputar vacinas com a iniciativa privada e suas tentadoras ofertas em dólares junto aos laboratórios? Essa é a lição que deve ser passada para a sociedade num período tão dramático e sofrido? É hora de estimular a solidariedade. Abrir espaço para um mercado paralelo de venda de vacinas ou gerar inflação a partir da pressão nos laboratórios segue exatamente na contramão dessa postura solidária. O SUS é prioridade, ele possui condição de atender a população através da sua imensa capilaridade de rede de agentes de saúde existente nos Estados e municípios, enfim a todos nós! No dia 29 de janeiro deste ano, o Comitê de Bioética do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, divulgou um parecer sobre “a ética da compra privada de vacinas contra a COVID19 durante a situação de pandemia”. Em seis laudas, é feita uma análise da situação pela qual estamos passando, e são apresentados argumentos sobre o tema em questão. Compartilho, aqui, um trecho final da manifestação do comitê: “Entendemos que, durante uma situação de escassez mundial absoluta de insumos para continuar a vacinação, concomitantemente, há uma situação de necessidade generalizada e urgente da vacina decorrente de uma pandemia. A compra e distribuição de doses de vacina pela iniciativa privada, gerando a vacinação de indivíduos fora dos grupos prioritários que mais se beneficiam, fere os princípios fundamentais da equidade, da integralidade, da universalidade e da justiça distributiva. E isso acaba ferindo, não só os próprios fundamentos do SUS, mas também a própria lógica que gera o benefício de uma campanha de vacinação. ” É necessário tirar lições para que possamos aperfeiçoar nossa convivência. Tudo tem um limite – ético e moral. Que venham as vacinas, e que as estratégias coletivas de natureza pública sejam respeitadas em detrimento do lucro ambicioso. *Ricardo Breier, advogado e presidente da OAB/RS

PANORAMA FARMACÊUTICO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/02/2021 às 00h00

Ao mesmo tempo em que o mundo discute a vacinação para a COVID-19 como único meio de salvar vidas e cessar a pandemia que assola o planeta há mais de um ano, muitas dúvidas têm pairado sobre o tema. Pensando nisso, o Dr. Drauzio Varella irá receber a Dra. Keilla Freitas, infectologista do Hospital Sírio Libanês e diretora da clínica Regenerati, para conversar sobre a importância e o impacto que a vacinação tem em nossa saúde e esclarecer mitos que têm circulado nas redes sociais sobre esse assunto. A live acontecerá nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, às 11h, e é um oferecimento do programa de relacionamento Viva Saúde, do Grupo DPSP (das Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo). As vacinas têm um papel fundamental para o combate a diversas doenças e é por conta de sua descoberta que a expectativa de vida em todo o mundo aumentou. Elas reduziram drasticamente ao longo dos anos os casos de enfermidades, como o sarampo, cujos registros de infectados, infelizmente, voltaram a subir nos últimos anos. Uma das causas dessa escalada no número de casos do sarampo e outras doenças é o movimento antivacina, que vem crescendo e prejudicando o combate e a erradicação dessas enfermidades. Live com o Dr. Drauzio Varella | Por que tomar vacinas? Data: 10/02, às 11h Ao vivo, no Youtube nos canais da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco Fonte: Redação Panorama Farmacêutico Cadastre-se para receber os conteúdos também no WhatsApp e no Telegram Jornalismo de qualidade e independente O Panorama Farmacêutico tem o compromisso de disseminar notícias de relevância e credibilidade. Nossos conteúdos são abertos a todos mediante um cadastro gratuito, porque entendemos que a atualização de conhecimentos é uma necessidade de todos os profissionais ligados ao setor. Praticamos um jornalismo independente e nossas receitas são originárias, única e exclusivamente, do apoio dos anunciantes e parceiros. Obrigado por nos prestigiar!