Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

OBSERVATÓRIO DA TELEVISÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 08/10/2020 às 00h00

Em razão da epidemia mundial do novo coronavírus, a CNN Brasil lançou, em abril, uma programação especial para informar ao público sobre os últimos acontecimentos do combate à doença. Nesse período, o programa O Mundo Pós-Pandemia recebeu diversos entrevistados para discutir o futuro da sociedade após a crise do coronavírus. Com grande repercussão e sucesso de audiência, a atração passa a ser fixa na grade de programação do canal, já a partir da próxima sexta-feira (9), às 23h15, com o nome CNN Nosso Mundo. O programa segue com o mesmo formato consagrado e ganha uma nova formação. Luciana Barreto será a apresentadora e terá a companhia de Lia Bock, Thais Herédia e Elisa Veeck. A jornalista Daniela Lima, que comandava a atração, vai se dedicar à cobertura das eleições. "> Daniela Lima pede para Luciana Barreto sentar no seu lugar em O Mundo Pós-Pandemia, na CNN Brasil (Reprodução/CNN Brasil) Estreia O CNN Nosso Mundo de estreia recebe o Dr. Roberto Kalil Filho, cardiologista, presidente do Conselho Diretor do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Diretor Geral de Cardiologia do Hospital Sírio Libanês. Na atração, ele fala sobre os aprendizados até agora sobre o coronavírus e quais são os verdadeiros impactos no coração causados pela doença. Com a queda no número de mortes – depois do Brasil perder mais de 100 mil vidas – ele revela se o país pode respirar aliviado e destaca qual será o futuro do SUS depois da pandemia. O Dr. Roberto Kalil também fala sobre a chegada da vacina no Brasil e no mundo, entre outros assuntos. O programa CNN Nosso Mundo vai ao ar todas as sextas-feiras, às 23h15, na CNN.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 08/10/2020 às 21h15

Em estreia no horário eleitoral gratuito da televisão, que começa nesta sexta-feira, 9, o prefeito Bruno Covas (PSDB) colocou a pandemia do coronavírus em primeiro plano e chamou de "soco na cara" a descoberta de um câncer em outubro do ano passado. O programa, obtido com exclusividade pelo Estadão, mostra imagens do tucano ao lado do filho durante o tratamento no Hospital Sírio-Libanês. "Depois de três ou quatro dias que comecei a tratar de uma infecção, descobri que estava com câncer. É um soco na cara. Não adianta ficar parado lamentando as dificuldades", disse o prefeito. Em seguida, é exibido um vídeo com um discurso na Assembleia Legislativa do ex-governador Mário Covas (PSDB), avô de Bruno, que morreu vítima de câncer. "Não me venha falar em adversidade. Diante dela, só existem três atitude possíveis: enfrentar, combater e vencer", disse o ex-governador. Na sequência, uma imagem do filho do prefeito aparece enquanto Covas diz que o garoto e seu avô são as maiores inspirações. "Eu estou bem, saudável. Fazendo meu tratamento. Cada dia melhor que outro." O programa de estreia começa com o prefeito ainda de barba e antes de ser diagnosticado com câncer em Washington, no ano passado. Na ocasião, o prefeito viajou para uma reunião do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na qual conseguiu um empréstimo de R$ 1 bilhão para investimento da saúde na capital antes da pandemia. "Enfrentar a crise do coronavírus foi e continua sendo um desafio permanente", disse. Em setembro, uma pesquisa do Ibope feita em parceria com o Estadão e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostrou que a atuação do prefeito Bruno Covas no combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus é aprovada por 54% dos paulistanos e reprovada por 40%. Desde março, quando começou a pandemia e foi feita a primeira pesquisa da parceria, tanto Covas quanto o governador João Doria (PSDB) tiveram melhora na avaliação de suas gestões por parte dos moradores da capital. Nos últimos seis meses, o prefeito, que é candidato à reeleição, viu a avaliação positiva de sua administração subir oito pontos percentuais. A parcela da população que considera a administração boa ou ótima passou de 20% para 28%, enquanto as de ruim/péssimo caíram de 32% para 28%. Com 29 inserções diárias e 3min29s em cada bloco, o tucano, que conta com uma coligação de 10 partidos, tem a maior fatia dos tempos de TV e rádio.

O UNIVERSO DA TV
Data Veiculação: 08/10/2020 às 17h48

Divulgação CNN Brasil Em razão da epidemia mundial do novo coronavírus, a CNN Brasil lançou, no mês de abril, uma programação especial para informar ao público sobre os últimos acontecimentos do combate à doença. Nesse período, o programa ''O Mundo Pós-Pandemia'' recebeu diversos entrevistados para discutir o futuro da sociedade após a crise do coronavírus. Com grande repercussão e sucesso de audiência, a atração passa a ser fixa na grade de programação do canal, já a partir da próxima sexta-feira, dia 09, às 23h15, com o nome “CNN Nosso Mundo”. O programa segue com o mesmo formato consagrado e ganha uma nova formação. Luciana Barreto será a apresentadora e terá a companhia de Lia Bock, Thais Herédia e Elisa Veeck. A jornalista Daniela Lima, que comandava a atração, vai se dedicar à cobertura das eleições. Estreia O “CNN Nosso Mundo” de estreia recebe o Dr. Roberto Kalil Filho, cardiologista, presidente do Conselho Diretor do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Diretor Geral de Cardiologia do Hospital Sírio Libanês. Na atração, ele fala sobre os aprendizados até agora sobre o coronavírus e quais são os verdadeiros impactos no coração causados pela doença. Com a queda no número de mortes – depois do Brasil perder mais de 100 mil vidas – ele revela se o país pode respirar aliviado e destaca qual será o futuro do SUS depois da pandemia. O Dr. Roberto Kalil também fala sobre a chegada da vacina no Brasil e no mundo, entre outros assuntos. O programa ''CNN Nosso Mundo'' vai ao ar todas as sextas-feiras, às 23h15, na CNN.

O ANTAGONISTA
Data Veiculação: 08/10/2020 às 16h29

O senador Telmário Mota (Pros), que teve 25% do pulmão comprometidos pela Covid-19, anunciou que recebeu alta hoje do Sírio Libanês, em Brasília. “Se toda unidade hospitalar tivesse essa excelência na prestação de seus serviços, a humanidade estaria muito melhor”, escreveu ele, nas redes sociais. Antes de ir parar no hospital, Telmário afirmou que estava se tratando com plantas medicinais.

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 08/10/2020 às 14h01

O atacante Raniel, do Santos, teve alta hospitalar nesta sexta-feira depois de passar por uma cirurgia para a retirada de um hematoma causado por uma trombose venosa profunda na perna direita. O jogador agora iniciará processo de fisioterapia no CT Rei Pelé. Raniel havia sido internado no último sábado, em Goiânia, onde o Santos venceu o Goiás no domingo. O atacante, depois, foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde fez o procedimento. Leia mais sobre o Santos: Raniel contraiu a Covid-19 recentemente, no começo de setembro, e, segundo o chefe do departamento médico do clube, Ricardo Galotti, é possível que a trombose seja decorrente da infecção pelo coronavírus. O atacante não tem previsão de retorno aos treinos. SEJA SÓCIO REI AGORA!

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 08/10/2020 às 13h45

Alívio no Santos: o atacante Raniel recebeu alta nesta quinta-feira no Hospital Sírio Libanês. O jogador estava internado após um diagnóstico de trombose venosa profunda (TVP). Ele chegou a passar por uma intervenção para drenar o hematoma na panturrilha direita. Agora, Raniel irá se concentrar no processo de fisioterapia, que será iniciado na segunda-feira no Santos. Ainda não há prazo de retorno às atividades no futebol. O departamento médico do Peixe vai avaliar diariamente o processo de cicatrização e evolução do atleta. Foto: Reprodução Raniel teve um inchaço na panturrilha na cidade de Goiânia, antes do jogo do final de semana contra o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro. Sua internação inicial ocorreu no Hospital Clínica do Esporte. No domingo, ele foi transferido para a capital paulista. Não há também uma causa definida para o problema de Raniel, mas alguns fatores podem colaborado. Primeiro, o Santos teve cinco viagens aéreas em um curto espaço de tempo, sendo duas internacionais. Já no confronto da semana passada contra o Olimpia, no Paraguai, pela Libertadores, o calor foi um grande obstáculo para o elenco santista - a desidratação é outro agravante. Por fim, há também o caso recente de covid-19 no atleta. Apenas Raniel e Kaio Jorge tiveram o novo coronavírus.

GLAMURAMA/UOL
Data Veiculação: 08/10/2020 às 13h28

Por Roberto Kalil Filho* Vivemos a maior emergência de saúde pública dos últimos 100 anos, atingindo mais de 25 milhões de pessoas e resultando em centenas de milhares de óbitos pela Covid-19 – sendo o Brasil o segundo país com maior número de casos e óbitos. Logo no início da pandemia, observou-se que muitos pacientes evoluíam rapidamente com acometimento pulmonar grave, muitos necessitando de suporte ventilatório, e que pacientes com alterações cardiovasculares prévias como hipertensão, doença coronária e insuficiência cardíaca tinham uma pior evolução clínica. Hoje se sabe também que a Covid-19 não é uma doença exclusivamente pulmonar. O acometimento do sistema cardiovascular é frequente, ocorrendo em até metade dos pacientes hospitalizados. São observadas diferentes formas de acometimento cardiovascular, incluindo arritmias cardíacas, tromboses venosas e arteriais, miocardite, insuficiência cardíaca e até casos de infarto do miocárdio. Também existem evidências de estudos de anatomia patológica e de ressonância nuclear magnética que sugerem que o vírus está presente no coração de pacientes com Covid-19, mesmo nos que tiveram evolução favorável e sem complicações ou sintomas cardíacos. As eventuais consequências deletérias a longo prazo dessa presença do coronavírus no coração ainda devem ser mais bem avaliadas, com o contínuo acompanhamento desses doentes. Por outro lado, deve-se ressaltar, entretanto, que as doenças cardiovasculares são afecções frequentes e seguem sendo a principal causa de morte em nosso meio. Nesse sentido, chama a atenção que parece ter havido uma redução do número de pacientes com infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral nas unidades de emergência. Em nosso meio, dados da prefeitura da cidade de São Paulo revelam que houve um aumento de 30% nas mortes que ocorreram em domicílio, fora de ambiente hospitalar. Isso pode indicar que pacientes com sintomas graves, talvez por medo de se contaminar pelo vírus, ou por dificuldades do sistema de saúde, possam estar evitando ou postergando a procura de atendimento médico adequado – o que pode ter consequências desastrosas à sua saúde a curto e longo prazos. É preocupante, assim, que, em meio à pandemia atual, outros atendimentos cardiovasculares, emergenciais ou não, tão fundamentais à manutenção da saúde dos nossos doentes, possam estar sendo menosprezados pela sociedade, talvez por medo de a população se infectar em unidades de saúde. A saúde cardiovascular durante a pandemia pode ser afetada de muitas formas. O próprio vírus pode comprometer seriamente o coração, levando a complicações significativas. Por outro lado, o tratamento das doenças cardíacas, tanto preventivo quanto curativo, deve seguir sendo prioridade para a sociedade, mesmo durante a pandemia, sob pena de ocorrer aumento significativo de complicações cardiovasculares potencialmente evitáveis. Continua, mais que nunca, muito importante para a população reconhecer os sintomas de alarme que devem levá-la a procurar atenção médica urgente. Na presença de dor no peito, falta de ar, paralisias, dificuldade de fala ou outros sintomas graves, o serviço de saúde deve ser procurado sem demora. Também continua sendo fundamental a população continuar tomando as medidas preventivas, como o controle da pressão arterial, do colesterol, do diabetes e dos demais fatores de risco cardíaco, a fim de possibilitar a manutenção de uma vida saudável, independente e com qualidade. * Roberto Kalil Filho é cardiologista, professor titular de cardiologia do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da USP, presidente do Conselho Diretor do InCor e diretor-geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês.

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 08/10/2020 às 09h45

A partir de 7 de outubro, alunos e alunas farão vivências relacionadas à expressão artística e corporal, entre outras propostas. Seguindo as determinações do governo estadual e da prefeitura de São Paulo, assim como uma série de protocolos para uma volta segura, a Escola da Vila anunciou o início da retomada das aulas presenciais nas unidades Butantã e Morumbi a partir do dia 7 de outubro — a unidade Granja Viana, por se localizar no município de Jandira e seguir as regras locais, já havia retornado em 21 de setembro. Neste primeiro momento, estão permitidas somente ações que envolvem acolhimento, convívio, expressão corporal, artes, música, inglês e apoio aos estudos. Essas atividades vão ocorrer no contraturno escolar, alguns dias da semana, de acordo com cada turma, para que o período de aulas regulares possa continuar acontecendo no formato remoto para todos. A capacidade máxima autorizada é de 20% dos estudantes a cada dia. Sandra Durazzo, diretora administrativa e financeira da Escola da Vila, explica que a Vila definiu que as aulas curriculares das três unidades vão permanecer no modo remoto até o final de ano, mesmo que venham a ser autorizadas pelo estado ou município. “Como não é possível que todos os alunos e alunas frequentem a escola todos os dias, tanto devido ao limite de 20% quanto à decisão de algumas famílias de permanecerem com crianças e adolescentes em casa, as aulas online serão mantidas até o final de 2020, e muito provavelmente em modelo híbrido em 2021”. Na unidade já reaberta da Granja Viana, a diretora conta que, nos primeiros dias de retorno, os estudantes conheceram todos os protocolos de segurança e tiveram atividades de convivência e de artes, em que puderam expressar o que sentiram durante a quarentena e nesse momento de retorno. Cerca de 40% dos alunos e alunas retornaram na primeira semana, em algumas turmas a participação foi de 50%. As turmas têm ido à escola em dias diferentes, mas cada uma a frequenta pelo menos um dia da semana. Com esse número reduzido de estudantes, conseguimos manter o distanciamento e as normas de segurança.” Os alunos e alunas do Butantã e do Morumbi, que retornam em 7 de outubro, passarão pelo mesmo processo. Na primeira semana, eles vão reconhecer a escola, como deve ser o uso dos espaços e todas as regras de segurança. Paralelamente, vão acontecer os momentos de integração e as atividades de expressão corporal e artística. “Os estudantes também virão para a escola pelo menos uma vez por semana, mas alguns mais impactados, como os do 3º ano do Ensino Médio, virão mais vezes e terão atividades de revisão e preparação para exames”, ressalta Sandra. A diretora ainda destaca que todas as questões que envolvem o retorno foram definidas em conjunto com grupos de representantes de pais e mães, equipes e colaboradores, e que a escola se mantém aberta para rever pontos e atender questionamentos e necessidades de cada segmento. “Mas sempre observando todas as medidas de segurança, que foram elaboradas com a consultoria do Sírio-Libanês”. Os protocolos de biossegurança para a volta às atividades presenciais contemplam escalonamento de horários para evitar aglomerações, adequação de espaços para melhorar ventilação e hábitos de higiene reforçados. As famílias podem acessar aqui e acompanhar todo o planejamento feito pela equipe da Vila ao longo dos últimos meses. A Escola dá as boas-vindas aos seus estudantes, garantindo um acolhimento responsável que reflete na segurança de toda a comunidade.