Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 08h00

O caso de Elaine Torres levou Celso Atayde, fundador da Cufa, a estrutuar programa de socorro emergencial que beneficiou 5 milhões de mulheres nas favelas na pandemia. Moradora de Heliópolis, a diarista foi mandada embora de todas as casas que trabalhava no auge da pandemia. Desempregada, contou com cestas básicas e cartão alimentação para não passar fome na crise sanitária. Foi internada com Covid-19 na ala da Sirio-Libanês, que presta atendimento ao SUS. "Maravilhosos, tratamento igual a de presidente", diz ela, que escreveu uma carta à primeira-dama Michelle Bolsonaro, pedindo ajuda para a filha vítima de uma síndrome rara. Uma das gêmeas já havia morrido. A seguir, a luta dessa mãe da favela. * Minha mãe conheceu meu pai no Carnaval. Ela era passista da Unidos da Vila Maria, ele, ritmista. Ela acabou não querendo ficar com meu pai. Eu com quatro dias de nascida, e minha mãe voltou pra Itabuna (BA). A mãe vendia lá, num viaduto que tinha para trabalhadores, o que a gente chama de mingau, aqui costumam chamar de polenta mole. Quando eu tinha nove meses, conheceu meu padrasto, e viemos embora pra São Paulo. Eu tinha bronquite, ficava doente, não me adaptei ao clima quente. Minha mãe arrumou emprego numa pizzaria, depois outro numa empresa. De dia um, à noite outro. Foi uma infância bastante dificultosa, ela trabalhava muito. A gente morava na Vila Maria, um cômodo mais cozinha, o banheiro para o lado de fora. Eles falam cortiço. Era uma vilinha com bastante gente. Minha mãe ficou com depressão e começou a beber muito, eu tinha uns nove anos. Pinga mesmo, essas bebidas fortes. Fui crescendo tendo que cuidar dos irmãos, trabalhar em casa, buscar ela no bar. Com 19 anos, engravidei. Eu fazia biologia marinha na Uninove, estava no segundo ano. Acho que tem muita pouca pessoa pra cuidar dos bichinhos do mar. A água fornece tanta coisa pra gente, e as pessoas estão destruindo ela. Com sete meses de grávida, minha vó mandou buscar minha mãe em São Paulo. Eu ia embora com eles, mas a empresa de ônibus não autorizou porque era viagem longa, eu podia parir no caminho. Tive que ficar sozinha sem ninguém, só tinha uma tia. Um amigo disse que em Heliópolis tinha um barraco. Essa tia minha não deixou trazer meu filho, me disse para voltar e pegar o menino quando eu tivesse estabilidade. Ele se acostumou e não veio mais comigo, tem 14 anos hoje. Não tenho coragem de tirar ele dela, seria muito ingratidão. A faculdade eu não ia conseguir pagar, era meu padrinho e meu pai que pagavam antes. Eu não tinha mais renda. Graças a Deus encontrei em Heliópolis uma instituição pra fazer vários cursos gratuitos: professora de dança, mecânica de carro, padaria. Consegui trabalhar e arrumei uma casa melhorzinha. Mas era um lugar bem complicado de morar, perto dos meninos do movimento. O horário que tinha pra descansar eles faziam vuco-vuco na porta de casa, e eu não podia falar nada, era a lei da favela. Saí e fui morar na casa dos outros. Passei muita humilhação, só podia comer o que sobrava. Pra dormir, sempre era a última. Tinha que esperar todo mundo deitar pra botar colchão bem perto da entrada do banheiro. Fiquei dois meses assim até juntar dinheiro. Aí conheci o pai dos meus meninos. Foi na véspera de Natal. Eu estava no bar de um amigo meu que fazia samba, conheci ele lá. Com cinco meses, me pediu em namoro. Ficamos juntos até o final do ano passado. Depois de dois anos juntos, ele se entregou para as drogas. Em 2019, minha filha faleceu, e eu disse para ele: agora não quero mais. Ele se internou. Saiu da clínica três meses atrás, falei que se arrumar emprego a gente conversava. Está há oito meses sem usar droga. Tomara que esta reportagem o ajude. Quando veio a pandemia, eu trabalhava em casa de família, cada dia da semana numa diferente. As patroas todas me mandaram embora. Quando minha pequena Pérola faleceu, descobri que estava grávida de duas bebês. Elas tinham dois meses quando começou a pandemia. Sem a pérola, agora são seis filhos: Derick, Ashley, Kimberly, Wadnan, Hillary e a Anne. Não gosto que eles tenham nome muito comum. Tem 30 Anas Claras na favela. Quando chamar os meus, são só os meus. Montei um grupo para as mães de Pompe, que é uma síndrome que afeta a parte enzimática de corpo. Quando nasce, nasce com coração muito grande e hipotônica, ela não se movimenta. Tem que buscar tratamento na França, é caro, custa R$ 85 mil por mês para quatro doses da injeção. Minha filha morreu com um ano. Era a única bebê no Brasil que tinha essa doença. Na época, Bolsonaro falou que não ia pagar por doenças caras [vetou um projeto de lei que previa recursos para tratar qualquer doença no SUS]. Chorei muito, fiz uma carta pra Michelle Bolsonaro pedindo pra ela ver o que podia fazer. Ela mandou uma carta me dando forças, pra eu não perder a fé, que tudo era a vontade de Deus. Me confortou muito saber que ela ouviu minha história. Eu e as gêmeas pegamos Covid19 em maio. Uma delas ficou internada 17 dias. Primeiro foi por causa do sarampo, aí viram que estava com Covid19 também. Fomos para o Sírio-Libanês, na parte do SUS. Maravilhosos, tratamento igual a de presidente. Pediatra vinha de hora em hora. A Covid19 pegou muita gente, mas não tantas crianças, eles queriam investigar como era a evolução. Minha bebê ficou bem, mas eu fiquei com sequela de falta de ar. O paladar ainda não voltou, só sinto quando é alho, pimentão, coisas com gosto bem marcante. O presidente da Cufa (Central Única das Favelas) em Heliópolis estava fazendo um trailer de cesta básica. No dia, o Celso Athayde veio com ele. Ele ficou impressionado com o barraco onde moro. Eu que construí. A madeira peguei no lixo, prego fui pedindo para me doarem, forrei de lençol as paredes. Ontem minha casa alagou inteira. A gente tá tão acostumado que joga lona nos móveis quando chove. Três filhos dormem em cima na beliche, e embaixo dormem eu, as gêmeas e o Wadnan. Elas têm dez meses, meu mais velho, 14. Contei toda a minha história para o Celso: que era mãe solteira, porque o pai das crianças ainda estava na rua. Ele disse que montaria um projeto inspirado em mim: o Mães da Favela. Achei que era brincadeira. Uma semana depois: "Meu Deus, ele falou e aconteceu". No começo do ano, ganhei três parcelas de R$ 120, agora mais duas. E tem sempre cesta básica, hortaliça, produto de higiene, fralda, roupa, sapato. É um projeto que eu não queria, porque é um momento muito triste para muita gente. Mas fico feliz em saber que inspirei algo que ajudou outras pessoas. Não voltei ainda a trabalhar, tô desempregada. Estamos aqui, trancados. Com a nova onda, tô morrendo de medo. Sou evangélica, eu ia na Assembleia de Deus. Por causa da pandemia, pastor falou para evitar de ir, porque igreja tem sempre bastante gente. Estamos fazendo cultos online. A Bíblia em si já motiva a gente em tudo. Cada fase da vida tem um pedacinho que consola. Mas aquela de "o Senhor é meu pastor e nada vai me faltar" é a palavra certa. Sou muito temente às coisas de Deus. Nunca perdi minha fé.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 20h09

Com alta taxa de ocupação de leitos, hospitais em São Paulo têm remanejado leitos e esperam um crescimento do número de casos de covid-19 nas próximas semanas, como reflexo das aglomerações nas festas de fim de ano. Médicos ouvidos pelo Estadão relatam aumento de “surtos familiares”, quando dois ou mais da mesma família se infectam, o que pode ser reflexo de encontros de Natal. No Hospital Sírio-Libanês, 90% da área de atendimento dedicada a casos de covid19 está ocupada, com 159 internados - 45 na UTI. Em nota, a instituição afirma notar o crescimento das internações e infecções desde novembro. O hospital tem hoje mais de 500 leitos operacionais. Nas próximas semanas, planeja abrir mais leitos, com um aumento escalonado até meados de fevereiro”, diz a instituição. No Albert Einstein, há 121 pacientes com diagnóstico positivo em - 53 em UTI. Assim como no Sírio, a instituição diz não calcular a taxa exata de ocupação desses leitos porque é possível remanejar vagas da enfermaria para o tratamento intensivo. “Ainda não estamos sentindo pico das festas de fim de ano, mas sim estabilidade de alta desde novembro. Nós, infectologistas, acreditamos que vai haver não uma nova onda de casos, mas uma intensificação do quadro atual”, explica Moacyr Silva, infectologista do Einstein. Na Beneficência Portuguesa de São Paulo, das 50 vagas de UTI destinadas à covid19, 40 já estão ocupadas (80%). Em nota, a instituição diz que acompanha diariamente o fluxo de casos e remaneja os leitos conforme a demanda. “Não parece ter tido um boom, mas me assusta porque já está bem cheio. Os casos aumentaram desde novembro, mas ainda não teve um super pico, aponta João Prats, infectologista da BP. A taxa de ocupação nos hospitais públicos e privados de São Paulo é de 65%. A expectativa dos médicos é de que a intensificação ocorra a partir da próxima semana, quando terá passado a fase de incubação do vírus em quem se infectou nas festas de réveillon. “Hoje, já temos parte dos casos admitidos que podem ter se contaminado no Natal. O que a gente espera é que haja repique em cima daquilo que já estava ruim”, diz Jaques Sztajnbok, médico intensivista e supervisor da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Lá, todos os 40 leitos já estão ocupados e a maioria dos casos é referente a internações pela covid.

BRASIL URGENTE/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 18h58

E corona vac bué e teve uma reunião do Butantã com avisa onde se imaginou e o Butantã iria pedir é a vacinação em caráter emergencial isto aconteceu hoje aconteceu a garrafa não aconteceu e lei aqui um trecho rápido da nota da anvisa pura estratégia do próprio Butantã o instituto não oficializou a submissão de uso emergencial e esta reunião é feita a critério da empresa instituição ou seja por estratégia do Butantã não pediram agora o emergencial é eu espero que o dólar começa a fazer gracinha e não comece a barra ficar tripudiou dos outros que isso aí não vai dar certo já brincaram de básicas negócios vivacidade eu conversei com o doutor bolos hoje e ele me disse que em quinze dias são paulo viveu uma fase terrível é br é do coronavírus vocês já o governador dória foi avisado três semanas antes da eleição no segundo turno é de que a coisa estava feia aqui em são paulo ele deixou tudo na fase amarela por um dia depois passava a bandeira vermelha um dia antes ele comemorou com bruno covas num local fechado com dezenas de pessoas à e embarcou para miami então não adianta agora porque o governo do bolsonaro ou o governo brasileiro mostra o governo o governo brasileiro eu tá comprando as doses de vacina corona vac o adiantou dora fica com brincadeirinha com o história azia não primeiro que do herberto dele seberto Butantã e nem do dimas covas recebendo do butantã que o instituto centenário e que a história do Butantã maroca deles o dimas covas do e de todo o mundo como a fiocruz é uma orca do bolsonaro e de todo o mundo os institutos centenários que isso fique bem claro é vacina do povo barbacena de bolsonaro e nem vacinas e doar então da ludora são a fazer brincadeiras de lá brincadeirinha de k o outro fazia brincadeirinha de lá enquanto isso morreram quantas pessoas ou a garrafa mais de mil e oitocentas pessoas da recorde de oitocentos e quarenta mortos no brasil se quer mais o que passamos e dois mil casos notificados ficarem brincando na rede social são uma piada amo ver então por gentileza é a reportagem doutor bons mas preste atenção em coisa séria dombey leva em consideração essas bobagens que esses líderes dão país tão falando uma atrás da outra e são pessoas egocêntricas e que só pensam nelas chover na tela foi sugerido ao governador um of dawn ou medidas mais sérias pelo comitê de contingência l não foi o que tem nós temos conversado muito da necessidade de diminuir o acesso da população aos lugares onde eles estão se aglomerando eu também fico com a incompreensão em nome do que está acontecendo aqui você veja morreram duzentas mil pessoas era praticamente zero um por cento da população brasileira é uma grande cidade e as pessoas vão pros aglomerações de qualquer jeito aparentemente eles gostam de brincar de roleta russa porque você não sabe o momento que você vai se infectar e você não sabe como pode evoluir por causa disso nós temos conversado muito nos seus de como nós podemos fazer para evitar o previsto caos que deverão acontecer em duas ou três semanas aqui são paulo pelo jeito provavelmente no brasil hoje nós foi uma situação muito pior do que aconteceu no começo da pandemia por nós nos preparamos bem pro atendimento da população mas o que aconteceu foi o seguinte para os leitos foram diminuídos ou ter o quadro iniciou as utis nós temos menos leitos de utis parceiros menos maria nos céus menos profissionais de saúde que alguns se exauriram não consegue mais atuar o que nós somos achando que vai acontecer que nós termos os mais altos agora não sou ateu a cepa é que tem uma proliferação maior sua cepa nova mas homens que já estava aumentando já mais de um bi está aumentando e alerta é importante que nós vamos ter uma situação muito drástica muito complicada no fim deste mês e o começo do mês que vem achou disso o fato é que daqui quinze dias a gente vai viver um período muito difícil eu queria saber o que é esse período e e a que ponto nós vamos chegar aqui em são paulo é nesse período e se muito disso é aplicada às eleições após as eleições podem ter participado ou o fato é que a aglomeração com as eleições mesmo foram o grande e aumentou depois até mesmo sem as eleições é o que vai acontecer o primeiro datena só fala de você o entrevistador que li aqui conciso e consegue captar os pontos mais importantes se destacar como o escritor falou do algoritmo habitou a não é tão habitual entre os entrevistadores citei uma concisão e uma objetividade muito importante para um entrevistador com relação ao aumento de casos que nós não estamos observando que as curvas mostra o que nós não temos como evitar esse aumento neste momento a não ser que nós tomamos medidas drásticas nos próximos dias é nós vamos chegar ao fim do mês é com a porque hoje os hospitais privados já estão no seu limite era pra você ter uma noção ao pôr no hospital tipo sírio libanês ele tem ele não tem mais leitos de uti e tem vários duetos das espera pra para pra uti estão distribuindo os pacientes para pra gente está construído com está e também os hospitais privados de uma maneira geral ficou no aconteceu no início da epidemia logo em seguida nos hospitais públicos aparentemente o aumento acontece com as pessoas e recursos maiores que o passeio mas não ia jamais vou pro rock volta depois passa pra população em geral e o serviço público fica john anelídeos a maior parte dos hospitais que destinar muitos ladies da fase inicial da epidemia não mais um vice definido de se dar esses meios porque também é outros outras especialidades precisam continuar atendendo seus pacientes isso não mais como os hospitais de campanha não existem mais mesmo que existisse o nosso programa morgan se dos casos graves que as utis diminuíram muito dos números divertiu deixe e nós não teríamos deixa uti necessários provavelmente se continue neste nível por isso que nós vamos fazer algum ato de intervenção agora e que o fim do mês nós ou começo de fevereiro provavelmente não teríamos o caos dentro da uti que nós vamos ter que escolheu o passeio que vai ser entubado ou não como aconteceu na itália as mãos nós vamos ter dificuldades essa dificuldade está sendo prevista e certamente nós temos que tomar medidas mais rígidas para evitar que o mundo de casualmente tanto que não cheguemos a este fato recife é se esse fim de é lamentável não poder atender a todos de maneira igual e tão feroz quanto menor a oferta melhor estou shephard lockdown se possível for rouquidão em termos de saúde ou melhor mas a gente sabe de nós somos absolutamente convencido de que isso não é só a saúde que está em jogo aqui as pessoas alguns até por falta de oferta de ruas não consegue nem se alimentaram consegue recursos vejam essa discussão nós entramos em profundidade e não sou só avaliando quais medidas podemos propor para que nós não tenhamos um causo aqui há duas ou três semanas de são paulo como está sendo previsto olha pelo que eu entendi seria o equilíbrio entre respeitar a situação econômica de um país pobre tem gente que vai ficar preso em casa vai morrer de fome porque não tem nem recurso pra trazer pra casa é só restou detalhe então seria de bom humor mas formava berbel uma fórmula balanceada de medidas restritivas mas que ao mesmo tempo não afetassem totalmente a economia seria mais ou menos isso é exatamente isso nós o vaso discutirmos ímola e nós oferecemos a as propostas de saúde para evitar essa cooperação específica abecip gente puder fazer com fases mais ver as coloridas ou seja evitar que as pessoas só isso melhor porque nós já perdemos a esperança que nós vamos atacar através do aconselhamento divulgação nós fazemos as pessoas voltarem pra casa ou evitar a exposição então é equilíbrio até tomar suas posições não cessou concorda o governo não adiantam à polícia conquanto a única coisa apenas tem que saber que nós vamos começar logo a vacina não sei quando nós começaremos vacinados mas a vacina é provavelmente quatro meses fico risos com a vastidão de toda a população gradativamente nós vamos ter um aumento da imunidade e a epidemia vai sair vai embora é por um período curto talvez o que tenha que se fazer o datena eu acho que isso também não sei que nós somos quebrados e certamente quanto mais praticar mais quebrados vamos ficar eu acho que nós vamos ter que continuar dando recursos pesqueiros que necessito por alguns meses a mais e até que a vacina possa ser usado de uma maneira mais ampla e diminuía as chances das pessoas se infectar olha a piratas do asfalto jogam pedras contra carros e motoristas e aplicativo vamos ver.

TARDE BANDNEWS/BANDNEWS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 14h02

Pois é ainda bem que ansiedade negam falar então sobre a corrida mundial é uma corrida mundial nélson para compra das vacinas e acende um alerta na comunidade internacional a maioria dos imunizantes necessita de duas doses para eficácia entretanto já se estuda um espaçamento maior entre as aplicações para que mais pessoas possam ser vacinadas mais de cinquenta países já iniciaram a vacinação e no brasil a expectativa é de que até o fim deste mês comece a imunização fomos então conversar com o infectologista marcos boulos boa tarde doutor como é que vai o marcos boulos muito importante o senhor boa tarde a todos vocês uma relação aos seus telespectadores da cultura muito oportuna essa nossa essa nossa conversa que hoje né doutor exatamente por conta desse amostra do instituto Butantã a ocean que acredito também deve ter deva ter feito parte de todos estreou o a ser acompanhou esses estudos que que só pode ser pra gente primeiro da eficácia da vacina de setenta e oito até cem por cento a e desta questão que a joana colocou aqui dessas duas doses bem a primeira vez primeiramente estou agradavelmente surpreso com a eficácia da vacina da vacina do vírus inativados ela costuma ser uma eficácia menor porque as vacinas que estão já em uso da fase da vida moderna elas foram feitos com uma tecnologia que estimula a resposta imune de maneira intensa pois os caras deram noventa e cinco por cento no caso da vacina de vírus atenuado por nós ela costuma ser visa identificar sua menor mais eficaz foi muito boa para vírus atenuados e revisto é muito agradável e até porque ela tem cem por cento de eficácia contra os casos graves o que é mais importante ainda que você pegar uma doença que não tem gravidade é muito melhor pelo mesmo que ela não tivesse justificar seu todo o fato dela não lembro de ela proteger contra casos graves é fundamental que a convida a parceira e grande eu acho que nós temos é nós estamos atrasados mesmo ler vários países já começaram e nós sabemos que a nossa crise só vai terminar com a vacinação a doença não tem dado imunidade adequada a vacina é fundamental ela vai dá mais unidade de a tropa do riso a por isso até se recomenda até as pessoas que já tiveram a doença talvez tenham que se vacinar para evitar uma nova infecção e eu acho que vai ser divertido vai ser muito bom com essa eficácia comercial vacinou pessoal então a gente falar do de cerca de setenta e oito por cento de eficácia a tendo em consideração que outras vacinas noticiaram a gente fala de noventa e cinco algo em torno de noventa por cento não assusta não é preocupante de forma alguma nenhuma preocupação porque as todas as vacinas protegem contra aos casos graves a qual a importância de rochas Butantã até imaginava que a proteção fosse menor mas como ela tinha já sabíamos que ela cem por cento de proteção de casos graves este é o mais importante você imagine você pegou uma gripe normal que você tem um pouco de febre dor no corpo e passa imagine outra lua de outro caso pegou uma gripe que podem matar no caso específico a vacina pela se você tiver a doença é uma doença benigna mesmo no caso da amostra do resto da nossa vacina isso é importante e fundamentalmente nós não temos nem que fica agora discutindo qual vacina chegará a vacina que vier nós temos que tomar porque todas elas mostraram que são importantes e elas vão reduzir drasticamente o problema das doenças e fundamentalmente a recuperação econômica liberdade todos nós podemos sair quando quiser eu vou deixa entrar nesses detalhe sou acabou tocar venha de onde vier é até pouco tempo em alguns postos a respeito disso doutor marcos boulos exatamente a gente não sabe da onde vem a vacina da gripe a gente não sabe da onde vem a bronzes pergunta né obviamente que o que o a quem compra o governo federal e os governos estaduais sabem mas a gente não sabe isso criou uma polêmica muito grande a respeito disso né que é uma bobagem dessas pessoas acho que hoje a diferença dos país estatal voltar relacionado a partir de a partir de pesquisa ela é padronizado internacionalmente a pesquisa realizada com qualidade importante nos estados unidos quer seja na china quer seja no brasil ou na Inglaterra você tem hoje as tecnologias bastante avançadas e padronizadas do mundo todo e só uma curiosidade pessoal pouco assustou rachei você sabe que a fazer a vacina lavagem parte delas é produzido na china sabe que a vacina pra as vacinas também errou a porta social de oxford é produzida na china também parte que existem consórcios a mão de obra da china é tão mais barata que todo mundo e deixou pra fazer as coisas na china as seringas e agulhas em toda a china sempre vieram então é só isso uma bobagem e é que misturar política com esse é a corrupção política como questão de saúde pública de pesquisa que não tem nada a ver uma coisa com a outra marcas agora pensando no nosso plano de vacinação ou em como será a vacinação aqui no brasil enquanto o tempo é que a população quase cem por cento o total ideal da população a ser vacinado consegue ser vacinado com as doses que já está comprando com a rapidez que aqui no brasil se conseguiria dá pra gente ter um panorama é eu acho que sim é claramente nós não vamos conseguir aplicar a vacina com muita rapidez ela vai ser uma vacina para ser aplicada lentamente putos prioridades porque não só nós não teremos vacinas suficientes para todo mundo e não temos nem estrutura para vacinar todo mundo vetou a vacina no mundo todo está sendo feito assim você vai querer fazer vacina por prioridades provavelmente começaremos com os profissionais de saúde depois dos mais idosos que sou do grupo maior de pessoas que têm outras doenças de base que podem envolver mais gravemente e o que nós acreditamos que o impacto na transmissão ocorrerá provavelmente aqui três quatro vezes pelo três a quatro vezes ficam começando agora o fim de janeiro como fevereiro nós vamos ter uns três meses devassos vastidão do próprio shopping começar a ver o impacto na diminuição da curva por isso é importante a noticiar que independente da vacina ter sido real mostrando que vai ser uma boa vacina nós não podemos é esmorecer nossos cultivar com todos os cuidados porque a doença está em expansão e a vacina não vai chegar em tempo de reduzir sua expulsou por alguns próprios shows dois meses é provável que nós teríamos uma situação no fim de janeiro comestível muito pior do que nós tivemos no começo do ano houve na época que foi o pico da fase inicial da epidemia por isso é importante que as pessoas se perca veio que mantém o isolamento que parem e que ficam com o uso de máscara que procurem não sair por favor porque neste momento em sua vida que está boa e risco essas aglomerações estão acontecendo sob infundadas e a vacina neste momento não vai proteger a doença ela vai protegido com o tempo quando o número de pessoas vai aumentando a vacinação provável de abril nós teremos uma situação mais confortável vovô vou perguntar o senhor agora exatamente sobre tempo naquilo uma dúvida que muitas pessoas têm a moderno laboratório moderna divulgou hoje que a vacina deles pode durar pode ler de levou a mão a imunização de até dois anos a é precoce ainda gente determinar um tempo de humanização é muito precoce Belém eles podem falar isso porque eles vão ter esse tempo de estudo acompanhamento os estudos da vacina foi um recorde em aos nunca vi uma pesquisa de um impacto enorme na assistência a primeira vez que eu vejo uma vacina ciclo diretor pouco tempo antes produziu a vacina em dez quinze anos hoje se produziu em menos de um ano a tecnologia avançou demais a pesquisa ajudou muito que a gente possa segurar sua poesia não fosse isso ao seu não estaríamos com situação muito pior agora nenhuma vacina pode dizer quanto tempo vai durar vício nós vamos ter que esperar o estudos populacionais que estão começando agora e só nós vamos ver com o tempo é possível sim que tanto da moderna como da farsa que sou feita com júnior mensageiro e que segundo a imunidade celular que as outras nem num distribuam tanto que elas têm uma proteção por maior tempo mas nós não sabemos quanto tempo essa existe ainda toda a gente agora tem em cada vez mais uma visão mais clara nem sobre quando começará a que a vacinação de estava bem achegas à medida que o tempo foi passando as negociações são feitas uso emergencial pedido e que a gente começa a entender o que pode acontecer e a vacinação começa a se tornar cada vez mais próxima a gente sabe que as seringas e agulhas se tornaram também um e um objeto de discussão pode ser que falte aqui então a gente tem finalmente a vacina é que isso gere algum problema a falta ou pouca seringas e agulhas folha se nós tivéssemos com as vacinas todas aqui nós teríamos esse risco mas nesse momento nós temos mais seringas e agulhas que vacilo eu acho que a medida que as vacinas vão sendo chegou chegando aos nós vamos complementando nosso estoque de seringas e agulhas ainda é muito baixo principalmente pela falha dos pregões feitos pelo ministério da saúde os estados para as que estão mais bem providos pelo major para em nível nacional vai precisar ir a um esforço extra para você conseguir mais ricas e agudos e tomando um problema enorme do que essa concorrência internacional tá todo mundo precisando de seringas e agulhas né mas é a própria e a primeiro momento acho que pelos próximos dois ou três meses acho que nós estamos ainda bem servidos com relação ao seringas e agulhas eu entendo que só o estado de são paulo tem mais de setenta milhões de seringas e agulhas estudam no órgão o primeiro momento pra pelo menos trinta e cinco milhões de da de aplicações então isso é mais relativamente tranquilo que nós não vamos ter tantas vacinas se num primeiro momento o governo hoje lançou uma informação uma estimativa de mais ou menos cento e dezesseis milhões de seringas e agulhas Benfica estão pelos estados na enfrentava virou talento exatamente da sua conta e agora eu queria tocar nesse negócio que sou falou em de setenta milhões trinta e cinco milhões ou seja que indicam duas doses o diretor do instituto Butantã oeste onde o meu doutor dimas covas ele levantou a possibilidade de se dar uma dose e fez passar a segunda dose para que mais pessoas possam ser vacinadas possam ser imunizadas inicialmente a ou qual é o benefício disso primeiro nós não sabemos quanto protege uma dose não sabemos que é insuficiente como a dose show shock é a o espaço previsto por uma dose pra outro vai de catorze a vinte e oito dias que seria o ideal agora eco mesmo que com a dose mesmo que a imunidade não seja boa se você atrasando não vai cair e unidade ao outro você tem a doença no período menos de dois meses provavelmente o estudo tem sido discutido no mundo você atrasar um pouquinho similar doces pra você ter disponibilidade maior de viver deles de vacinas é isso podem acontecer mas não pode atrasar muito eu acho que não pode ser mais do que seis semanas é entre uma dose e outra o que serão a primeira dose pode cair muito a imunidade e a pessoa pode deter o risco de adquirir a doença porque os estudos todos foram feitos por duas nossos nós não temos estudos com uma dose por isso que ela não deve ser aplicado com a dose nunca nem a asa visa a os órgãos de vigilância vou aprovar que se aplique uma dose só você pode atrasar isso sim a doutora dilma convenceu mais uma colocação posiciona em relação à imunização a gente tem as duas doses de tem até agora é uma questão de algo o governo brasil o governo de são paulo estuda uma coisa de quinze milhões de doses é aí o governo federal mais dois milhões da osx ou seja teria o hoje a disponíveis dezessete milhões de vacinas a gente tem uma população de duzentos e dez milhões em a mais ou menos a gente vai pra onde vai ter que prioriza médicos e idosos você acha que será suficiente para que a gente que é o comércio tem uma alma um declínio da curva jael sushi lá vai começou a declinar curva quando mostrou a melhora da imunidade deve começar mesmo com os profissionais de saúde Preston participou do maior risco mas já é que provavelmente em dois três meses nós teríamos uma população maior de vacinados disfarçou facilitará muito a que não tenha mais do resto que apura suposta devido o importante é pra começar assim mas nós estamos trabalhando numa dividida provavelmente nós vamos precisar mesmo de da de demais vacinas nós vamos correr contar quanto tempo ela pode falar que todo cuidado presente ser otimista neste momento é pouco na gente viu que no final do ano muita gente fez peã está aglomerou muito em um pensando no declínio da primeira onda né as pessoas começaram a dar uma relaxada eu nunca fui muito otimista mas será que a gente já tá caminhando para o fim da pandemia até quando é que a gente vai viver essa realidade no brasil dá pra gente pensar em alguma coisa assim doutor pessoa que nós não estamos dominando possível impedimento ele está aumentando e que nós anunciou nosso pico provavelmente em três semanas aqui no são paulo e no brasil de modo geral é nós somos um risco grande porque é possível que nós tenhamos problemas da assistência médica no fim no fim do mês de janeiro e começo do mês de fevereiro e tom a gente só pode falar em culpou a vacinação que a redução vai passei a partir de abril e provavelmente lá pelo segundo semestre que madonna está bem mais confortáveis mas emergencialmente nós temos que estar preocupados até abril pelo menos e as pessoas têm que ficar desculpe o que as pessoas tem que ficar precavida com a possibilidade concreta de o que você tem de a doença se não tomar cuidado com esse é interessante porque falou exatamente porque a gente relatou que ainda ontem com nosso correspondente em nova york o eduardo barão de que por exemplo na califórnia em lôs angeles você ou os profissionais de saúde as ambulâncias eles não estão pegando pessoas que estejam ou seja a enfermos e que estejam com risco de vida muito alto estou tendo que escolher estão tendo que escolher que publiquei aqui doentes vão levar para os hospitais que já não há mais vagas nos hospitais já tá falando de um país evoluído como os estados unidos ou seja já não há mais leitos então é um risco iminente que a gente corre por aqui por exemplo a gente entrevistou que o prefeito de manaus ele diz que pôr ao o sistema privado com quase cem por cento e o sistema público com noventa e dois por cento você sabe que o privado passou por cento aqui são paulo talvez seja nós temos um projeto hospital sírio libanês não somos informados ele está com lista de espera para entrar na uti no coronavírus isso tá acontecendo acho que aumentaram seu curso próximo seu limite trata o encaminhando os pacientes para outras os riscos e como foi no primeiro no primeiro momento provavelmente em seguida vem a os hospitais públicos e os hospitais públicos de fato estão menos preparados agora do que estiveram no começo porque você tinha mais leitos de uti você ter mais profissionais de saúde e agora houve uma desativação de leitos de corona atracam navios porque os outros ou outras doenças os outros pacientes também precisaram ser atendidos que eles não foram aprendidos um começo em todas as especialidades voltaram a subir enfermarias nos hospitais maiores hospitais e com isso diminuiu a oferta de leitos por coronavírus estou nós vamos ter problemas isto está contado contabilizados aos preocupados no nosso centro de coronavírus é como que nós vamos fazer é pra prova pra gente poder poupou pro governo ou o enrijecimento para que as pessoas não faço tanta aglomeração que agora é um problema mais crítico noções que diminuir este momento as aglomerações a a exposição é usar máscaras para evitar um caos maior a Itália eles tiveram que fazer isso ano passado escolher as pessoas que eles vão entubar quimioterapia intensiva escolha quem avisei que ia morrer o que é um absurdo mas isso pode acontecer conosco mesmo se nós tomarmos cuidado essa previsão de um pico daqui a três semanas seria em função do fim do ano e tendo em consideração que hoje a situação dos hospitais da rede privada já está de cem por cento de ocupação tem lista de espera é realmente muito preocupante o que vai acontecer num futuro próximo perde somente duas semanas acha antes disso viu porque a curva de crescimento da doença está sendo muito intensa maior que foi no começo e ainda mais que chegou aquela cepa criou uma distorção sensibilidade maior nos outros estamos correndo riscos concretos e no fim deste mês que duas três semanas nós tenhamos problema de três a quatro semanas para nós estamos esperando problemas nas de bom atendimento de partir de cura navios tinham feito alguma coisa agora se as pessoas não brincar de roleta russa vão pra por pode a qualquer momento eles serem pegos por isso e obviamente a maior parte das pessoas evolui bem mas vejo sou duzentas mil pessoas que já morreram no brasil é uma grande cidade de pessoas que morreu a coisa as pessoas expor a sua vida em risco à vida dos às pessoas que ama risco é no mínimo incompreensível que tenha curtido que isso aconteceu ou eu não sei se isso começou com o a com a reeleição começou pouco antes mas o fato é que desde novembro tá subindo em progressão geométrica e não houve um o sossego que houve corações esses dias de vermelho que teve aqui em natal bom não foram suficientes para evitar que a curva continue crescendo e agora nós alguma coisa tem que ser feita nós somos avaliando o que pode ser feito para evitar estes aglomerações em textos que estão acontecendo no brasil de um modo geral qualquer vacina por coibir tudo isso é mais rápido mas é como o senhor mesmo disse nesse caso sem a ajuda da população é impossível que a gente consiga melhorar essa situação que está posta e doutor marcos boulos muito obrigado por nos atender mais uma vez aqui no band news brigada e máxima à tarde obrigado a todos os dias ter espectadores aborte a um abraço ao senhor.

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 12h44

A vacina do Instituto Butantã apresentou um resultado de 78% de eficácia contra a covid-19 no estudo com voluntários brasileiros. O imunizante é desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Representantes do Butantã conversaram na manhã nesta quinta-feira, 7, com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresentaram os resultados dos testes da chamada fase 3. A pandemia mexeu com a economia e os negócios no mundo todo. Venha aprender com quem conhece na EXAME Research Os dados foram detalhados também em uma coletiva de imprensa no fim da manhã desta quinta-feira. De acordo com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o Butantã fez o pedido de uso emergencial à Anvisa e pretende iniciar a imunização no estado no dia 25 de janeiro. A expectativa é que a vacina seja registrada na China na semana que vem. O próximo passo é obter o registro junto à Anvisa, o que não deve demorar. “Caso o processo corra rapidamente, de acordo com o esperado, há uma chance que a vacinação possa começar até um pouco antes do dia 25”, diz Gonzalo Vecina, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) à EXAME. Os dados da pesquisa se referem ao estudo no Brasil que envolveu 13.000 voluntários em sete estados e no Distrito Federal. Em novembro, o teste da Coronavac no país atingiu o número mínimo de pessoas infectadas. Com isso, os estudos entraram na última fase de análise para verificar se ela realmente era eficaz contra o coronavírus. Metade dos voluntários recebeu a vacina e a outra metade um placebo. Os pesquisadores analisaram se os contaminados estavam no grupo vacinado ou no grupo placebo, e verificaram que a vacina atingiu o objetivo. Os 78% de eficácia significam que a cada 100 pessoas vacinadas, 78 desenvolvem resposta imunológica ao coronavírus e não ficam doentes. Outros 22 podem ter a forma leve da doença. Especialistas em saúde consideram este valor muito satisfatório para combater a covid-19. “O resultado de 78% é muito bom para uma vacina de vírus inativado. Isso é muito importante. Uma vacina não esteriliza a ação do vírus, mas reduz muito sua ação. É assim que funciona com a vacina da gripe. Mesmo imunizado, você pode ter gripe, mas numa versão leve”, diz Luiz Fernando Lima Reis, diretor do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa. A mesma opinião é compartilhada pelo médico sanitarista Gonzalo Vecina. “A eficácia da vacina é de 78%, o que é um patamar bastante elevado”, disse. Em resultados de testes feitos na Turquia e apresentados no fim de 2020, a Coronavac apresentou eficácia de 91%. Segundo os pesquisadores, o ensaio clínico foi bem menor que no Brasil, com 1.322 voluntários. Adiamentos O Butantã tinha previsto divulgar estes dados no fim de dezembro, mas decidiu adiar a publicação, o que causou desconfiança da comunidade científica. A justificativa do atraso foi a unificação das informações de testes que estão em andamento em outros países. A preocupação era divulgar dados de eficácia muito diferentes. Antes disso, os resultados deveriam ter sido divulgados no dia 15 de novembro, o que também não aconteceu. Na época, o diretor do Butantã, Dimas Covas, disse que o adiamento ocorreu porque o instituto mudou a estratégia de pedir o registro emergencial para pedir o definitivo, por isso, precisam de mais informações para enviar à Anvisa. Vacinação em SP começa em 25 de janeiro O governo de São Paulo pretende começar uma campanha estadual de vacinação contra a covid-19 no dia 25 de janeiro. Mas para que isso ocorra, precisa que tudo seja aprovado pela Anvisa. A aplicação será de forma estadual, a começar pelos idosos e profissionais de saúde. Esta primeira fase vai durar nove semanas, até o dia 28 de março. Serão vacinados 1,5 milhão de profissionais da saúde, e depois 7,5 milhões de pessoas acima de 60 anos. Após os trabalhadores da saúde, o calendário vai começar pelos idosos com 75 anos ou mais. A vacina será em duas doses, com um intervalo de 21 dias entre elas. O Butantã já tem à disposição quase 11 milhões de doses prontas para serem aplicadas. Os carregamentos chegaram de forma fracionada ao Brasil desde novembro. Uma parte foi de vacinas já prontas, e outra parte de insumos que foram desenvolvidos na planta do instituto em São Paulo. O contrato com a Sinovac prevê um total de 46 milhões de doses. Ainda não é um assinante? Assine e tenha acesso a todo o conteúdo do exame. Informe o seu e-mail cadastrado e você receberá um link para alterar a sua senha. Enviamos um email de recuperação no email informado, se não aparecer em sua caixa de entrada, por favor, verifique se a mensagem não apareceu em sua caixa de SPAM com o título: Exame: Recuperação de Senha.

BLOGS-O GLOBO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 09h20

As alas de UTIs que recebem exclusivamente pacientes com Covid19, as que recebem os pacientes sem Covid19 e a Unidade Semi-Intensiva (com 45 leitos) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, estão com 100% de sua capacidade ocupada. Já há fila de pacientes de outros estados esperando leitos nestas UTIs.

BOM DIA BRASIL/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 07/01/2021 às 08h53

De volta com a expectativa da reunião que o instituto Butantã faz com empresa daqui a pouco michele barros ao vivo de são paulo michele bom dia pra você o Butantã devem entregar os resultados de eficácia da vacina corona wágner bom dia essa é a perspectiva né mariana bom dia a você bom dia a todos e também de que o Butantã tem essa autorização uso emergencial da vacina a repórter cíntia toledo tem as informações ao vivo sente a bom dia o hemisfério bom dia pra você bom dia a todos é uma corrida contra o tempo para aprovar a primeira vacina contra coronavírus aqui no brasil o anúncio da divulgação da eficácia da corona vac já foi adiado duas vezes a última perto do natal quando a synovate pediu para analisar melhor os dados do brasil já que a taxa de eficácia aqui foi menor do que a encontrada em outros países onde a vacina também está sendo testada ainda hoje o instituto butantan deve pedir a anvisa a autorização para o uso emergencial a anvisa tem até dez dias corridos para autorizar ou não e o instituto Butantã diz que está pronto para preparar as vacinas como a gente mostra agora na reportagem da graziela azevedo para acelerar a produção o instituto Butantã informa que contratou cento e vinte novos funcionários agora são duzentos e quarenta e cinco profissionais dedicados à produção da corona vac técnicos chineses também participam do processo o Butantã já recebeu da china o equivalente a dez milhões e oitocentas mil doses da vacina parte veio pronta para aplicação e parte veio na forma de insumo que a matéria prima pra fazer a vacina a corona vac é produzida a partir do coronavírus inativado uma tecnologia tradicional para obtenção de imunizantes é diferente de outras vacinas que estão sendo aplicadas no mundo como as da fase e moderna e da oxford astrazeneca o nove dois ele é crescido em laboratório a utilizando células e tal ele cresce sobre uma camada de células esse vírus depois ele é purificado ele é inativado e é esse vírus inativado incapaz de se replicar que é utilizado como vacila a promessa do instituto Butantã terá ainda em janeiro quarenta e seis milhões de doses da corona vac segundo o instituto cinco países da américa latina e catorze estados brasileiros já manifestaram interesse em adquirir vacinas que estão sendo produzidas aqui num cenário de competição mundial por vacinas a expectativa dos especialistas é de que a corona vaca faça parte do programa nacional de imunizações da vacinação não é só o ato de aplicar uma vacina depende de toda uma estrutura de estar vivendo isso hoje de perto depende de uma programação então a centralização disso é muito importante do país à vice-presidente da sociedade brasileira de imunizações diz que mesmo com produção no brasil é possível importar outras vacinas e que dois mil e vinte e um ainda vai exigir manutenção de todos os cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus não será um ano sem máscara e sem distanciamento social essas continuam sendo as regras né pra que a gente controle principalmente porque não teremos toda a população da sinapse olhar são paulo anunciou um cronograma para a vacinação a partir de vinte e cinco de janeiro nove milhões de pessoas serão vacinadas começando aí pelos profissionais da saúde indígenas um quilombolas depois os idosos serão então até dez mil pontos de vacinação entre postos de saúde escolas quartéis da polícia militar por exemplo e o sistema drive-thru também um secretário estadual da saúde demonstrou confiança na corona vac a vacina o instituto Butantã se mostrou uma vacina segura nas três fases do seu estudo mostrou imunogenicidade ou seja a capacidade de produzir defesa os anticorpos contra o vírus e nós nesta terceira fase tivemos a eficácia estabelecida com a todos os índices exigidos tanto pela organização mundial de saúde quanto pela própria agência nacional de vigilância comecem falou o instituto Butantã e a anvisa fazem mais uma reunião daqui a pouco para apresentar os resultados e pedir o registro emergencial da corona awake em que a gente tenha logo a autorização para uma vacina na mariana é sobre isso que vou falar que justamente michele até jorge onde se encontra o governo deve.