Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

REVISTA DA FARMÁCIA ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 00h00

Omint lança e-books gratuitos sobre testes e vacinas contra a Covid-19 que podem chegar ao Brasil Coronavírus, Saúde Por Revista da Farmácia 06/10/2020 Sem comentários Foto: freepik A busca por uma vacina eficaz e segura contra a Covid-19 está sendo realizada em diversos países do mundo, totalizando mais de 200 estudos. No entanto, a conclusão das fases de testes clínicos que estão acontecendo simultaneamente, sob os olhares da Organização Mundial da Saúde (OMS), são etapa fundamental para uma vacinação em massa. Foi pensando justamente em orientar a população e as empresas sobre os avanços no combate à doença e as diferentes fases do desenvolvimento de vacinas que a Omint elaborou e-books gratuitos para explicar detalhadamente sobre as fases e protocolos de testagens, assim como as tecnologias utilizadas. Temas dos e-books “A corrida na produção de uma vacina eficaz contra o SARS-CoV-2 tem sido intensa. Para termos em mãos uma imunização segura e eficaz, precisamos passar por processos complexos e repletos de etapas. Nos e-books, explicamos de forma simples e consultiva as fases de desenvolvimento – uma das razões da demora para a comercialização – além das diferentes tecnologias envolvidas nos estudos nacionais e internacionais, e os tipos de vacinas que estão sendo testadas”, revela Marcos Loreto, diretor médico técnico da Omint, apoiado pela consultoria da infectologista Mirian Dalben, do Hospital Sírio Libanês. Detalhamento de informações os materiais também apresentam detalhes das principais vacinas em testes conduzidos no Brasil, como as de vírus inativado, tecnologia utilizada na CoronaVac; com vetor viral não replicante, utilizada na vacina de Oxford e da Janssen; e as baseadas no RNA viral, como a da BioNtech. Os arquivos completos podem ser baixados no site oficial. Veja também: Johnson anuncia testes de fase 3 de candidata a vacina para Covid-19, Omint, Vacinas Share on facebook Share on twitter Share on linkedin Share on google Share on whatsapp Share on telegram Share on email Share on print Revista da Farmácia Por meio da Revista da Farmácia, empresários e profissionais se mantêm informados sobre as mais eficientes técnicas de planejamento, gestão, vendas, boas práticas farmacêuticas, entre outros temas. Leia seus artigos » deixe uma resposta Cancelar resposta esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados. Receba nossa Newsletter Para notícias e ofertas exclusivas, digite seu e-mail abaixo. Nome Função E-mail Inscrever-me Receba as principais notícias pelo nosso grupo entre no grupo curta nossa fanpage mais lidas faltam medicamentos na Venezuela 27/02/2019 Dispensação de controlados: receita digital ou digitalizada? 08/04/2020 Farmácias podem aplicar testes de coronavírus? 07/04/2020 Abrafarma divulga ranking do varejo farmacêutico 24/04/2019 Pague Menos amplia realização de testes rápidos de covid-19 para São Paulo e Salvador 08/05/2020 Anvisa libera testes rápidos para covid-19 em farmácias e drogarias 28/04/2020 Entenda o que vai mudar na concessão de AFE e AE no varejo farmacêutico 27/03/2019 Vídeo - É de Farmácia Talvez se interesse por Consumidores 60+: conheça os hábitos de compra EMS conquista Prêmio Época Negócios 360º de empresa mais inovadora no Brasil Farmarcas lança sua campanha nacional Farmalife abre nova loja no Rio de Janeiro Anvisa inicia revisão de dados para vacina contra Covid-19 IQVIA publica projeção de mercado farmacêutico em setembro PF investiga sonegação fiscal e lavagem no setor farmacêutico. Citada, Abradilan divulga nota Raia Drogasil faz projeções de aberturas de lojas para 2021 e 2022

YAHOO! FINANÇAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 21h34

Maria Cristina Peduzzi foi contaminada após comparecer à cerimônia de posse do ministro Luiz Fux como presidente do Supremo Depois de 16 dias internada com covid-19 no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi, teve alta hospitalar. Ela já retornou a Brasília e reassume o cargo a partir deste sábado. "A presidente do Tribunal registra os mais devidos agradecimentos aos profissionais de saúde e a toda a equipe do hospital", diz a nota divulgada pela Corte trabalhista. Maria Cristina expressou "gratidão pela excelência, dedicação e carinho" da equipe médica e agradeceu aos colegas e amigos pelas orações em nome de sua recuperação. Peduzzi foi contaminada após comparecer à cerimônia de posse do ministro Luiz Fux como presidente do Supremo. Segundo informações do TST, ela estava em isolamento social desde março, mas abriu uma exceção para comparecer à solenidade. Na maior parte do tempo, encontrou-se em estado estável, com uso de catéter nasal de oxigênio e medicamentos venosos, sendo acompanhada pelos médicos Roberto Kalil, David Uip e Carlos Carvalho. Cristina Peduzzi, presidente do TST Andre Coelho/Valor

MSN BRASIL
Data Veiculação: 06/10/2020 às 21h04

A presidente do TST (Tribunal Superior de Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi, recebeu alta hospitalar nesta 3ª feira (6.out.2020). Ela estava internada desde o dia 15 de setembro, com covid-19. A magistrada voltará às funções da Presidência do Tribunal no sábado (10.out). Peduzzi participou da posse do ministro Luiz Fux na presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) em 10 de setembro. Pelo menos outros 6 participantes do evento também testaram positivo para a doença, incluindo o novo líder da Suprema Corte. Relembre o caso de Peduzzi A ministra foi levada ao Hospital Sírio-Libanês de Brasília, em 15 de setembro, com “sintomas sugestivos de covid-19”, conforme informou o TST em nota. No dia 16 daquele mês, Peduzzi foi diagnosticada com a doença. Ela foi transferida para a unidade de São Paulo do hospital em 20 de setembro. No local, precisou receber oxigênio por cateter nasal. A magistrada voltou à capital federal nesta 3ª feira (6.out). “Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”, afirmou a ministra em uma nota do TST. Também prestou agradecimentos à equipe do hospital. Peduzzi também preside o CSJT (Conselho Superior da Justiça do Trabalho). Enquanto ela esteve internada, a presidência do TST e do CSJT foi exercida pelo vice-presidente da Corte, ministro Vieira de Mello Filho. Segundo a assessoria da ministra, ela participou de todos os compromissos de forma remota desde março. O único evento público em que esteve presencialmente foi a posse do presidente do STF. Posse de Fux Diversas autoridades testaram positivo para a covid-19 depois da posse de Fux. Entre elas, o presidente do STF e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

PODER 360/BRASÍLIA
Data Veiculação: 06/10/2020 às 18h04

A presidente do TST (Tribunal Superior de Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi, recebeu alta hospitalar nesta 3ª feira (6.out.2020). Ela estava internada desde o dia 15 de setembro, com covid-19. A magistrada voltará às funções da Presidência do Tribunal no sábado (10.out). Peduzzi participou da posse do ministro Luiz Fux na presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) em 10 de setembro. Pelo menos outros 6 participantes do evento também testaram positivo para a doença, incluindo o novo líder da Suprema Corte. Receba a newsletter do Poder360 Relembre o caso de Peduzzi A ministra foi levada ao Hospital Sírio-Libanês de Brasília, em 15 de setembro, com “sintomas sugestivos de covid-19”, conforme informou o TST em nota. No dia 16 daquele mês, Peduzzi foi diagnosticada com a doença. Ela foi transferida para a unidade de São Paulo do hospital em 20 de setembro. No local, precisou receber oxigênio por cateter nasal. A magistrada voltou à capital federal nesta 3ª feira (6.out). “Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”, afirmou a ministra em uma nota do TST. Também prestou agradecimentos à equipe do hospital. Peduzzi também preside o CSJT (Conselho Superior da Justiça do Trabalho). Enquanto ela esteve internada, a presidência do TST e do CSJT foi exercida pelo vice-presidente da Corte, ministro Vieira de Mello Filho. Segundo a assessoria da ministra, ela participou de todos os compromissos de forma remota desde março. O único evento público em que esteve presencialmente foi a posse do presidente do STF. Posse de Fux Diversas autoridades testaram positivo para a covid-19 depois da posse de Fux. Entre elas, o presidente do STF e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os participantes do evento que tiveram o diagnóstico de covid-19 divulgado são: o presidente do STF, Luiz Fux; o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Luís Felipe Salomão e Antonio Saldanha; a presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi; o procurador-geral da República, Augusto Aras; o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

PORTAL MINHA VIDA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 17h33

O que é Novo coronavírus? Coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. Atualmente, seu nome está sendo associado à pandemia de COVID-19 - doença causada por uma nova espécie de coronavírus, o SARS-CoV-2, cujos sintomas variam desde manifestações leves, como perda de olfato e paladar, até quadros mais graves, que provocam falta de ar e podem levar à morte. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% das pessoas com COVID-19 podem ser assintomáticos ou desenvolver poucos sintomas da doença. Já aproximadamente 20% dos casos pede atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória - e, desse número, 5% pode precisar de suporte ventilatório. Outras cepas do vírus já haviam sido identificadas no passado e causam quadros graves de doenças respiratórias, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002; e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012. Coronavírus no mundo os primeiros registros do novo coronavírus ocorreram no dia 31 de dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China. Em março de 2020, a OMS declarou que a COVID-19 se tratava de uma pandemia. Em quase nove meses, o número de casos contabilizados da doença já passou de 1 milhão de mortes. De acordo com o monitoramento realizado pela Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos lideram o ranking dos dez países com o maior número de casos de COVID-19, seguidos pela Índia, Brasil, Rússia, Peru, Colômbia, México, África do Sul, Espanha e Argentina. Quanto aos países que acumulam mais mortes pelo novo coronavírus, o ranking lista EUA, Brasil, Índia, México, Reino Unido, Itália, França, Peru, Espanha e Irã, respectivamente. Coronavírus no Brasil No dia 25 de fevereiro de 2020, foi registrado oficialmente o primeiro caso do novo coronavírus no Brasil. Atendido pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, o paciente tratava-se de um homem de 61 anos que havia visitado a região da Lombardia, considerada uma área de risco na Itália, e apresentava sintomas compatíveis com a doença. Após análise inicial, o Ministério da Saúde solicitou a realização de uma contraprova, feita pelo Instituto Adolfo Lutz, que confirmou o diagnóstico de COVID-19. Com isso, o Brasil se tornou o primeiro país da América Latina atingido pelo novo coronavírus. SAIBA MAIS: Dengue e COVID-19: perigo de epidemia cruzada exige atenção No Brasil, em seis meses de pandemia, foram registrados 4.847.092 casos de COVID-19 e 144.680 mortes pela doença, até 2 de outubro de 2020, segundo dados oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde Transmissão do novo coronavírus Atualmente, as autoridades de saúde ainda tentam descobrir os meios de transmissão do novo coronavírus. Porém, os órgãos públicos trabalham com três hipóteses , que consideram especialmente a contaminação por contato (de pessoa para pessoa): Por vias respiratórias: através do ar e de gotículas provenientes de espirros, tosse e fala de indivíduos infectados Por contato físico direto: através de beijos, abraços e outros tipos de toque Por contato com superfícies contaminadas: através do compartilhamento de utensílios e ferramentas ou toque em maçanetas, corrimões e outros objetos. "O vírus é transmitido especialmente através de gotículas lançadas no ar quando falamos, tossimos e espirramos. Além disso, é possível se contaminar pelo beijo, abraço e sexo em virtude do contato físico que ocorre nessas situações", explica Ingrid Cotta, infectologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, sobre a possibilidade de contaminação durante relações sexuais, já que a COVID-19 não é uma IST. Coronavírus nas fezes Relatos da presença de coronavírus em fezes - inclusive amostras do vírus colhidas na rede de esgoto das cidades - levaram à dúvida sobre uma possível transmissão pelo contato com o material. Entretanto, o médico Ivan França, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, descarta a possibilidade. “Isso não se verifica com grande frequência. Não há nenhum relato de pessoa que pegou a doença pelo aerossol de vaso sanitário”, afirma. Por quanto tempo uma pessoa pode transmitir o vírus? Estima-se que o período médio de incubação do novo coronavírus é de 14 dias - tempo que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção. De acordo com Ingrid Cotta, os médicos consideram que uma pessoa com COVID-19 pode transmitir o vírus da doença até 14 dias após sua recuperação. “Entretanto, dados preliminares do Ministério da Saúde indicam que a transmissão para outras pessoas pode ocorrer mesmo sem o aparecimento de sintomas”, acrescenta a infectologista sobre a possibilidade de transmissão por pessoas assintomáticas. Teste: Saiba o que é mito e verdade sobre o novo coronavírus Sintomas Sintomas de Novo coronavírus os sintomas do novo coronavírus são principalmente respiratórios, muito similares aos de um resfriado comum. Alguns casos ainda podem evoluir para um quadro de infecção do trato respiratório inferior, semelhante a uma pneumonia. Entre os principais sintomas estão: Febre Tosse seca Dificuldade para respirar ou falta de ar Coriza Dor de garganta Perda de olfato e/ou de paladar Dor de cabeça Cansaço (astenia) Distúrbios gastrintestinais (náusea, vômitos e diarreia) Diminuição do apetite (hiporexia) Sintomas menos comuns do coronavírus Calafrios Manchas vermelhas pelo corpo e outras manifestações de pele (como os ) Gânglios linfáticos aumentados Desidratação Casos graves de COVID-19 É possível também que o paciente sofra com um quadro mais grave, que acontece quando a COVID-19 está associada a outras doenças e condições de saúde, como a síndrome respiratória aguda e conjuntivite. Nesses casos, o coronavírus pode provocar até mesmo morte. Minha Vida Minha Vida Segundo o infectologista Ivan França, os casos graves de COVID-19 são, geralmente, quadros em que os pacientes necessitam de respiração mecânica e correspondem a menos de 5% das ocorrências. Nesses casos, o coronavírus pode provocar a morte. “Dentro disso, também há a insuficiência renal, a falência circulatória, tromboembolismo pulmonar, de membros inferiores, a pneumonia bacteriana associada e temos vistos quadros trombóticos diversos. Existem também vasculites cerebrais, que podem levar a quadros semelhantes ao AVC”, diz o médico. Fatores de risco para COVID-19 Os casos graves de COVID-19 estão mais relacionados a pessoas que possuem algum tipo de comorbidade ou estão no chamado grupo de risco do coronavírus. Nessa categoria, enquadram-se: SAIBA MAIS: Diarreia pode ser sintoma de coronavírus: veja cuidados Fatores de risco os casos graves de COVID-19 estão mais relacionados a pessoas que possuem algum tipo de comorbidade ou estão no chamado grupo de risco do coronavírus. Nessa categoria, enquadram-se: Idosos Pessoas com doenças respiratórias, como asma e bronquite Fumantes (tabagismo) Pessoas com diabetes Pessoas com hipertensão Pacientes com HIV Doentes cardíacos Pacientes imunodeprimidos Pessoas com obesidade Homens Diagnóstico e Exames Diagnóstico de Novo coronavírus Como diagnosticar o novo coronavírus O atual diagnóstico do novo coronavírus segue um protocolo específico, estipulado pelo Ministério da Saúde, a partir de cinco metodologias: Diagnóstico clínico O médico analisa se o paciente está com febre, sintomas no trato respiratório (tosse, falta de ar, coriza ou dor de garganta) e outros sinais típicos de COVID-19, como mialgias, distúrbios gastrointestinais, perda ou diminuição do olfato e do paladar. Em criança, também é comum conferir se ela apresenta desidratação, falta de apetite e se não houve outro diagnóstico de doenças anteriormente. Idosos também pedem atenção especial neste tipo de análise, com olhos para sintomas como desmaios ou perda temporária de consciência, confusão mental, sonolência em demasia, irritabilidade e falta de apetite. Esse tipo de diagnóstico também deve ser levado em consideração em pacientes com algum quadro grave de doença respiratória, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). SAIBA MAIS: 12 mitos sobre o novo coronavírus que podem confundir Diagnóstico clínico-epidemiológico Neste tipo de diagnóstico, em que não é possível uma confirmação laboratorial, o médico identifica a COVID-19 por meio da associação dos sintomas do paciente com o histórico de contato do indivíduo com uma pessoa que teve a doença nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais investigados. Diagnóstico clínico-imagem Este tipo de diagnóstico é feito quando não é possível confirmar ou descartar a doença por meio de exames laboratoriais. Então, o médico junta os sintomas respiratórios, mais febre, à alterações na tomografia para concluir se é ou não um caso de COVID-19. Diagnóstico laboratorial se um paciente apresentar os sintomas de COVID-19, o médico pode solicitar exames laboratoriais que auxiliam o diagnóstico da doença. São eles: Teste rápido: exame de imunocromatografia que ajuda na detecção de anticorpos a partir do oitavo dia de sintoma RT-PCR: bom para detectar o vírus até o oitavo dia de início de sintomas Outros exames imunológicos que detectam ou não a presença de anticorpos a partir do oitavo dia dos sintomas são: Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay - ELISA) Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA) O método de imunocromatografia também pode ser usado para detectar antígenos (substâncias estranhas), a partir de um reagente para SARS-CoV-2. Como diagnosticar coronavírus em pessoas assintomáticas em pessoas que não apresentam sintomas de COVID-19, a técnica para o diagnóstico da doença é o exame de RT-PCR ou o exame imunológico para análise de anticorpos no organismo. Tratamento e Cuidados Tratamento de Novo coronavírus Por se tratar de uma nova doença, a COVID-19 ainda não possui um tratamento específico. Desta forma, as pessoas infectadas recebem apenas uma intervenção terapêutica para aliviar os sintomas e garantir o bem-estar do paciente. Entre os cuidados indicados estão: Fazer repouso beber bastante água utilizar umidificador no quarto Tomar banho quente para aliviar dores e tosse Usar medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos), conforme orientação médica. É muito importante que, assim que os primeiros sintomas surgirem, a pessoa procure ajuda médica imediata, em Unidades Básicas de Saúde ou UPAS de suas cidades, para confirmar o diagnóstico, iniciar o tratamento mais adequado e contribuir para que o vírus não seja transmitido para as pessoas ao redor. Medicamentos contra COVID-19 Ainda não existe nenhum medicamento específico que teve sua eficácia comprovada contra o novo coronavírus. “Os remédios até agora testados não tiveram os resultados esperados em estudos. Alguns mostram efeitos nos testes in vitro, mas não em humanos”, alerta Ivan França. Desde o início da pandemia, muito se discutiu sobre o uso de fármacos já existentes no mercado, como cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, remdesivir, entre outros. Entretanto, nenhum deles teve sua eficácia efetivamente comprovada como remédio para a COVID-19. Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a compra de cloroquina e hidroxicloroquina sem prescrição médica, a fim de evitar que a população se automedique e estoque o produto em casa. COVID-19: tratamento com corticoides Recentemente, uma pesquisa brasileira, publicada no periódico científico Journal of the American Medical Association (Jama) mostrou que o uso de corticoides, em especial a dexametasona, ajuda a reduzir o tempo de internação de pacientes adultos por SRAG causada pela COVID-19, que precisam de respiração mecânica. “O estudo indicou que o uso de dexametasona em pessoas que precisam de oxigênio diminui a internação e mortalidade. Mas, de maneira alguma, é para o paciente tomar o corticoide em casa. Isso porque ele pode fazer mal ao organismo”, explica Ivan Franca. Além do corticoide, outros medicamentos usados no tratamento da doença são anticoagulantes, antitérmicos e analgésicos. Doação de plasma Os Hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, em São Paulo, formaram uma parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) para realizar a testes de um possível tratamento contra a COVID-19. Pessoas recuperadas da doença doaram seu plasma para estudo, uma vez que nesta parte do sangue estão anticorpos responsáveis por neutralizar o vírus no organismo. Ao ser aplicado em pacientes em estado grave, o plasma pode favorecer a recuperação de forma mais acelerada. Testes na China mostraram que o método foi eficiente em 10 pacientes. Confira como doar plasma. Segundo Ivan França, este tratamento tem sido usado, mas não em larga escala. Complicações possíveis Redução da capacidade pulmonar De acordo com as autoridades do hospital Princess Margaret, em Hong Kong, pacientes recuperados do novo coronavírus apresentaram uma redução da capacidade pulmonar de 20% a 30%. Estima-se que o efeito da COVID-19 a longo prazo assemelha-se a uma espécie de fibrose pulmonar - justificando o quadro de alguns pacientes que apresentam maior dificuldade de respirar ao caminhar rapidamente. Entretanto, essa análise ainda é preliminar. Síndromes coronárias agudas em novo estudo publicado pelo jornal científico JAMA Cardiology, revelou-se que a COVID-19 também pode prejudicar o coração. O vírus causa uma inflamação no coração e nas artérias, o que pode levar ao desenvolvimento de um novo quadro de problema cardíaco ou agravar doenças já existentes. Ainda pouco se sabe sobre essa complicação, mas o estudo identifica que a doença pode ocasionar síndromes coronárias agudas, arritmia, isquemia miocárdica, desenvolvimento de falência cardíaca e miocardite - que podem ser perigosas. AVC e trombose Outra complicação que podem estar relacionadas com a COVID-19, é a formação de coágulos pelo corpo, que pode causar trombose e AVC. Inicialmente, essa hipótese foi observada em Wuhan, na China, onde relatórios sugeriram eventos trombóticos em pacientes com idade mais avançada. Agora, centros médicos vêm indicando episódios de AVC em pessoas mais jovens, baseado em relatos da rede hospitalar Mount Sinai, de Nova Iorque (EUA). Perda de olfato e paladar A perda de olfato e paladar pode ser sintoma da infecção pela COVID-19. O fenômeno é chamado de anosmia, que significa uma irritação temporária ou até permanente do nervo olfatório, que fica dentro do nariz e leva o estímulo do cheiro até o cérebro. De acordo com Ivan França, é possível que um paciente com a doença fique com o sintoma por até dois meses, mesmo após a recuperação. Síndrome pós-UTI O fato de alguns pacientes necessitarem de cuidados em UTI pode fazer com que a recuperação seja mais lenta pelo próprio tipo de tratamento requisitado. “Só o fato do paciente ficar internado, sua sequela é osteomuscular e pode durar meses. Há fraqueza muscular e fraqueza do pulmão, que passou por uma inflamação grave. Além disso, ele pode perder movimentos e há as microembolias que as drogas vasoativas podem gerar”, cita Ivan França. Prevenção Prevenção Como se proteger contra o novo coronavírus A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde listaram diversas orientações simples que podem ajudar a população a se proteger contra o novo coronavírus. Entre os cuidados básicos e produtos que ajudam a reduzir o risco de contrair ou transmitir a doença, estão: Lavar as mãos com água e sabão frequentemente (até a altura dos punhos) Higienizar as mãos sempre que possível com álcool gel 70% Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar olhos, nariz e boca Utilizar lenço descartável para higiene nasal Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir Higienizar as mãos após tossir ou espirrar Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas Manter os ambientes bem ventilados Limpar regularmente o ambiente e superfícies comuns, como móveis, maçanetas e corrimão Não tocar olhos, nariz, boca ou máscara com as mãos não higienizadas Manter 1 metro de distância entre as pessoas em locais públicos ou de convívio Evitar beijos, abraços e aperto de mão Higienizar celulares, notebooks, carteiras, brinquedos e demais objetos de uso frequente Evitar circulação desnecessária em espaços como lojas, shoppings, ruas, cinemas, igrejas, entre outros locais que possam haver aglomeração Produtos de limpeza contra coronavírus Álcool gel (produzido à base de etanol e em concentração de 70%) Desinfetantes à base de cloro Água sanitária à base de hipoclorito de sódio Desinfetantes à base de álcool Desinfetantes à base de ácido peracético Desinfetantes e água sanitária à base de quaternários de amônia Desinfetantes à base de fenólicos Detergente neutro Sabão. Vacina contra o coronavírus Diante do surto global da doença, pesquisadores de diversas partes do mundo estão trabalhando para elaborar uma vacina contra o novo coronavírus. A expectativa da comunidade científica é que uma primeira opção de imunizante seja aprovada até o final de 2020 ou início de 2021. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há mais de 170 projetos de vacinas contra a COVID-19 sendo desenvolvidos em diversos países. A velocidade com que essa possível imunização está sendo produzida é algo inédito na história. De todos os projetos, sete se destacam por estarem na chamada fase 3 - última etapa de testes antes da aprovação e distribuição para a população. É o caso da vacina de Oxford, da Coronavac, das vacinas da Sinopharm, da vacina da Moderna, da vacina da Pfizer, da vacina da CanSino e da vacina russa Sputnik V. Especialistas são unânimes em dizer que, por ora, a vacina é a forma mais eficaz de controlar a pandemia de COVID-19 no mundo. Mas ainda não há uma fórmula totalmente aprovada em circulação. Máscaras caseiras e cirúrgicas O Ministério da Saúde renovou as recomendações sobre o uso de máscara pela população. Agora, é indicado que seja utilizada em espaços públicos para prevenir a transmissão do SARS-CoV-2. Entretanto, o uso de máscara cirúrgica do tipo N95/PFF2 só é indicada a profissionais de saúde, para evitar o desabastecimento deste equipamento no mercado. A recomendação é que a população geral fabrique máscaras caseiras de tecido. As máscaras caseiras impedem a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário, o que garante uma barreira física. Os tecidos recomendados são: Tecido de saco de aspirador Cotton (composto de poliéster 55% e algodão 45%) Tecido de algodão (como camisetas 100% algodão) Fronhas de tecido antimicrobiano. Minha Vida Minha Vida Como medida de prevenção, sua utilização também exige cuidados de manuseio. Para que não haja a contaminação pelo vírus, que pode ficar retido na parte externa do material, o uso das máscaras caseiras é uma intervenção a ser realizada junto com as outras medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde, como o distanciamento social, a etiqueta respiratória e a higiene pessoal, visando frear o ciclo da COVID-19 no Brasil. Vitamina D combate o coronavírus Um estudo da Universidade de Turim, na Itália, revelou que a vitamina D pode ajudar no tratamento e na prevenção da COVID-19. A descoberta preliminar se deu por meio de uma análise do nível dessa vitamina no organismo de pacientes afetados. Etiqueta para o isolamento social para que o isolamento social funcione enquanto estratégia de contenção do vírus, é importante que a população permaneça em casa, evitando saídas desnecessárias. Entretanto, para ir ao mercado ou farmácia, ou mesmo trabalhar (já que algumas atividades foram retomadas) é importante que se siga certos cuidados, como: Durante a pandemia de COVID-19, outras pesquisas sobre a relação da vitamina D e o coronavírus foram realizadas. Entre elas, está um estudo conduzido por médicos da Universidade de Chicago e publicada no Journal of the American Medical Association (JAMA). Lave as mãos sempre Evite usar o celular fora de casa Não leve a mão ao rosto Visite apenas mercados locais e evite grandes redes que atraem mais pessoas Ao chegar em casa, tire a roupa, tome banho e se possível, lave o cabelo Retire os sapatos antes de entrar Limpe bolsas, embalagens e acessórios Minha Vida Minha Vida Um dos autores do estudo, David Meltzer, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Chicago, explicou que ainda é preciso outros estudos para que a vitamina D possa ser usada como método preventivo contra a COVID-19. No começo da pandemia, o Ministério da Saúde já havia soltado uma nota sobre fake news de coronavírus relacionadas ao uso de vitamina D. Segundo a pasta, ainda não há nenhum medicamento específico ou vacina que possa prevenir totalmente a infecção pelo novo coronavírus. Novo coronavírus tem cura? É importante entender a diferença entre a cura da COVID-19 e o controle da pandemia de coronavírus. Estes são dois conceitos distintos. “A doença tem cura, mas a pandemia ainda não está controlada. A forma com a qual controlaremos a disseminação do vírus é através das medidas de prevenção, isolamento social, uso de máscara e, provavelmente, vacina”, completa Ingrid Cotta. Perguntas frequentes confira o significado de alguns termos relacionados ao novo coronavírus: SARS-CoV-2 SARS-CoV-2 é o nome oficial dado ao novo coronavírus, que significa "severe acute respiratory syndrome coronavirus 2" (síndrome respiratória aguda grave de coronavírus 2). COVID-19 O termo se refere ao quadro de infecção viral (doença) provocado pelo SARS-CoV-2. COVID-19 quer dizer "coronavirus disease 2019" (doença do coronavírus 2019, em inglês). Isolamento Isolamento é uma ação voluntária tomada por pessoas infectadas com COVID-19 ou indivíduos com suspeita da doença. Essa ação costuma durar cerca de 14 dias, com o período podendo ser encurtado ou prolongado pelos médicos, de acordo com a progressão do quadro. Quarentena A quarentena é uma medida restritiva oficial, que busca limitar o trânsito de pessoas como forma de contenção da transmissão do vírus. Diferente do isolamento, a quarentena tem força legal e pode estar sujeita a multas e punições quando não obedecida. No Brasil, a medida foi adotada nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais. Epidemia Quando uma doença apresenta um alarmante número de casos em várias regiões, geralmente estados ou cidades de um país específico, ela pode ser declarada como epidemia pelas entidades de saúde. Pandemia Geralmente, as organizações mundiais declaram pandemia quando o número de casos de uma doença aumenta de forma descontrolada não apenas em uma região, mas em diversos países, sendo considerada uma emergência global.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 06/10/2020 às 16h39

A ministra Maria Cristina Peduzzi, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, na manhã desta terça-feira (6). Ela foi internada para tratamento de Covid-19 na capital federal no dia 15 de setembro e transferida para São Paulo no dia 20 de setembro. A partir deste sábado (10), ela vai retomar as atividades. Segundo nota do TST, Maria Cristina já retornou para Brasília. De acordo com o texto, "a presidente do tribunal registra os mais devidos agradecimentos aos profissionais de saúde e a toda a equipe do hospital." “Nas pessoas dos doutores Roberto Kalil, David Uip e Carlos Carvalho, expresso minha gratidão pela excelência do atendimento, pela dedicação e pelo carinho de todos os integrantes da equipe, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e apoio. Estendo meus agradecimentos à equipe do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, na pessoa dos doutores Carlos Rassi e Gustavo Fernandes, que me atenderam nos primeiros dias com muita eficiência. Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”, afirmou a ministra na nota enviada pelo TST. Maria Cristina foi transferida do hospital Sírio Libanês em Brasília para outra unidade da mesma rede em São Paulo em 20 de setembro para continuar o tratamento por causa do coronavírus. A ministra foi internada na capital federal no dia 15 de setembro, com "sintomas sugestivos" da doença. Na ocasião da internação, a assessoria do hospital informou que ela tinha quadro leve da covid19 e deveria permanecer hospitalizada, em observação. Posse no STF Peduzzi foi uma das autoridades que esteve na posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, e testou positivo para a doença. Desde a data da cerimônia, pelo menos oito integrantes dos Três Poderes foram diagnosticados com a Covid-19. Além da ministra, foram infectados o próprio Fux, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o procurador-geral da República, Augusto Aras; o ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio; e três ministros do Superior Tribunal de Justiça: Luís Felipe Salomão, Antonio Saldanha Palheiro e Benedito Gonçalves. Em nota publicada após a cerimônia, a presidência do STF afirmou que tomou medidas de segurança durante a posse de Fux e seguiu todos os protocolos recomendados. Informou também que manteve contato com os convidados que estiveram presentes à solenidade "para alertá-los sobre a importância de buscarem serviço médico, caso tenham se exposto de alguma forma também em outros eventos fora do STF”. VÍDEOS: Luiz Fux toma posse como presidente do STF

ÉPOCA ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 16h32

A presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, teve alta em São Paulo e retornou a Brasília nesta terça-feira, após tratamento contra Covid-19. Segundo o tribunal, Peduzzi voltará a trabalhar no próximo sábado. A ministra testou positivo para Covid19 no último dia 16. Foi uma das nove autoridades que se infectaram após irem à posse de Luiz Fux no STF, em 10 de setembro. No dia 20 de setembro, Peduzzi foi transferida de Brasília para São Paulo, em estado estável, com uso de oxigênio e medicamentos. Em nota, a presidente do TST agradeceu aos médicos do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo e Brasília. “Nas pessoas dos doutores Roberto Kalil, David Uip e Carlos Carvalho, expresso minha gratidão pela excelência do atendimento, pela dedicação e pelo carinho de todos os integrantes da equipe, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e apoio. Estendo meus agradecimentos à equipe do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, na pessoa dos doutores Carlos Rassi e Gustavo Fernandes, que me atenderam nos primeiros dias com muita eficiência. Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”. (Por Eduardo Barretto) ACESSE A HOME DA COLUNA E LEIA TODAS AS NOTAS, ENTREVISTAS E ANÁLISES

BLOGS CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 06/10/2020 às 16h31

A ministra Maria Cristina Peduzzi retornou a Brasília nesta terça-feira (6). A partir do próximo sábado (10), ela retomará as atividades da presidência do TST A Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho informa que a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministra Maria Cristina Peduzzi, teve alta hospitalar e retornou a Brasília na manhã desta terça-feira (6/10). A magistrada foi diagnosticada com Covid-19 e estava internada no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo desde 20 de setembro. “A presidente do Tribunal registra os mais devidos agradecimentos aos profissionais de saúde e a toda a equipe do hospital”, informa a nota. “Nas pessoas dos doutores Roberto Kalil, David Uip e Carlos Carvalho, expresso minha gratidão pela excelência do atendimento, pela dedicação e pelo carinho de todos os integrantes da equipe, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e apoio. Estendo meus agradecimentos à equipe do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, na pessoa dos doutores Carlos Rassi e Gustavo Fernandes, que me atenderam nos primeiros dias com muita eficiência. Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”, afirmou a ministra. A presidente do TST e a equipe do Tribunal agradecem ainda as orações e o carinho dos colegas ministros, dos demais magistrados, dos servidores, dos advogados, membros do Ministério Público, dos amigos, familiares e prestadores de serviços. A partir do próximo sábado (10), a ministra Maria Cristina Peduzzi retomará as atividades da Presidência do TST.

O ANTAGONISTA
Data Veiculação: 06/10/2020 às 16h17

A presidente do TST, Maria Cristina Peduzzi, teve alta hospitalar nesta terça-feira, 5. Ela estava internada com Covid-19 desde o dia 20 de setembro. Retomará as atividades do tribunal no sábado, 10. “Nas pessoas dos doutores Roberto Kalil, David Uip e Carlos Carvalho, expresso minha gratidão pela excelência do atendimento, pela dedicação e pelo carinho de todos os integrantes da equipe, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e apoio. Estendo meus agradecimentos à equipe do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, na pessoa dos doutores Carlos Rassi e Gustavo Fernandes, que me atenderam nos primeiros dias com muita eficiência. Agradeço a Deus, que me conduziu por esse caminho”, disse a ministra, em nota.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 15h43

A empresa de tecnologia eResearch Techonology, que vende um software usado em centenas de testes clínicos, tratamentos e vacinas para a covid-19, foi alvo de um ataque de hackers que atrasou alguns desses testes nas últimas duas semanas. As informações são do The New York Times. O ataque à empresa da Filadélfia foi descoberto quando funcionários perceberam que seus dados foram bloqueados por um ransomware, que sequestra as informações em troca de um resgate para desbloqueá-las. Apesar dos transtornos, a empresa afirmou que os pacientes dos testes nunca correram riscos. Clientes relataram ao jornal americano que o ataque forçou os pesquisadores a rastrear e registrar dados dos pacientes usando papel e caneta. De acordo com o The New York Times, entre os atingidos estavam a IQVA, organização de pesquisa que ajuda a gerenciar os testes da vacina da covid da AstraZanexa, e Bristol Squibb, farmacêutica que lidera um consórcio de empresas para desenvolver um teste rápido para o vírus. A eResearch Technology não divulgou quantos testes foram afetados, mas o software da empresa é usado analisar medicamentos na Europa, Ásia e América do Norte. Na sexta-feira passada, o vice-presidente de marketing da empresa, Drew Bustos, afirmou que o ransomware apreendeu sistemas no dia 20 de setembro e que, como precaução, a empresa desligou seus sistemas e notificou o departamento Federal de Investigação. Bustos se negou a informar se a empresa pagou para retomar os dados sequestrados. A empresa diz que começou a reativar os sistemas online na sexta-feira e que planejava colocar o restante em funcionamento durante esta semana —ainda não há informações de que tudo foi normalizado. Em contato com o The New York Times, a IQVIA, disse que conseguiu limitar os problemas porque fez backup de seus dados. A empresa afirmou que o ataque teve "impacto limitado em nossas operações de testes clínicos". Além disso, disse não ter conhecimento de que dados confidenciais dos pacientes tenham sido removidos, comprometidos ou roubado". A Bristol Myers Squibb também disse que o impacto do ataque foi limitado, mas outros clientes da ERT tiveram que mudar seus testes clínicos para papel e caneta. Não é a primeira vez Empresas e laboratórios de pesquisa na linha de frente da pandemia têm sido alvos de hackers nos últimos meses. Em maio, o FBI e o Departamento de Segurança Interna dos EUA afirmaram que espiões do governo chinês estavam ativamente tentando roubar pesquisas clínicas americanas por meio de roubo cibernético. O ministro das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, rebateu as acusações. "Combatemos firmemente todos os tipos de ataques cibernéticos conduzidos por hackers. Estamos liderando o mundo no tratamento do covid-19 e na pesquisa de vacinas. É imoral atacar a China com boatos e calúnias na ausência de qualquer evidência". Em junho, a Universidade da Califórnia confirmou que foi alvo de uma "invasão ilegal", mas se recusou a explicar qual parte de sua rede foi comprometida. A instituição está entre as que lideram os testes de anticorpos e testes clínicos americanos para possíveis tratamentos contra o coronavírus. No Brasil, o Ministério da Saúde afirmou no começo de junho que o site de dados da covid-19 foi alvo de ataques de hackers, o que retirou a página do ar. No mês passado, uma mulher morreu durante um ataque de hackers a um hospital em Dusseldorf, na Alemanha. Esse teria sido o primeiro ataque cibernético a provocar uma morte, segundo o site americano The Verge. Por que hackers querem dados de saúde? Em julho, duas grandes empresas de saúde do país, a operadora de planos de saúde Hapvida e o Hospital Sírio-Libanês, informaram terem sido alvos de ataques cibernéticos. Enquanto a operadora afirmou que o ataque obteve acesso a dados cadastrais como CPF, nome completo e endereço de alguns clientes, o hospital disse que os sistemas de segurança protegeram as informações. No começo de abril, a organização internacional de polícia Interpol disse que detectou um aumento significativo no número de tentativas de ataques de ransomware contra hospitais e serviços médicos. Segundo Hiago Kin, presidente da Abraseci (Associação Brasileira de Segurança Cibernética), os hospitais são o segundo alvo mais atacado pelos cibercriminosos, atrás apenas dos bancos. O motivo, segundo ele, é que os hospitais têm o banco de dados dos pacientes sempre atualizados. Na crise de covid os hospitais passam por mais dificuldades para manter sua segurança digital em dia, o que facilita o trabalho de criminosos.

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 06/10/2020 às 11h24

Iniciativa conjunta de cientistas e médicos renomados, Grupo Fleury, IBOPE Inteligência, Instituto Semeia e Todos pela Saúde pretende identificar a proporção de pessoas que possui anticorpos contra o novo coronavírus SARS-CoV-2 na capital paulista; nova fase da pesquisa visitará mais 1.216 domicílios na cidade. Começa nesta quinta-feira, 1º de outubro de 2020, a quarta fase do projeto ‘SoroEpi MSP - Inquéritos soroepidemiológicos seriados para monitorar a prevalência da infecção por SARS-CoV-2 no Município de São Paulo’. O projeto, cujo objetivo é identificar a proporção da população que possui anticorpos contra o coronavírus SARS-CoV-2 na capital paulista, é uma ação entre cientistas e médicos renomados com apoio do Grupo Fleury, IBOPE Inteligência, Instituto Semeia e Todos pela Saúde – iniciativa lançada pelo Itaú Unibanco para enfrentar a COVID-19 e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. O projeto SoroEpi MSP pretende subsidiar políticas públicas de prevenção e controle da pandemia da COVID-19, oferecendo informações sobre o percentual de pessoas já infectadas que poderão estar, pelo menos em parte, protegidas contra o coronavírus. Estas informações são importantes para que as autoridades de saúde possam tomar decisões acerca das ações de combate ao vírus, ainda mais neste momento de retomada de atividades em diferentes áreas e serviços na cidade. O estudo consiste em aplicar o teste sorológico para o diagnóstico da infecção pelo SARS-CoV-2 por meio da coleta de sangue que é processado e usado na detecção de anticorpos específicos para o vírus. Os resultados dos testes permitem estimar a fração de pessoas que já foram infectadas e que podem ter desenvolvido imunidade ao vírus causador da doença. Esta quarta fase pretende abordar 1.216 domicílios sorteados para realização das entrevistas e das coletas de sangue com todos seus moradores acima de 18 anos. As visitas serão realizadas por um entrevistador do IBOPE Inteligência, que aplicará um questionário, e um técnico da a+ Medicina Diagnóstica, marca do Grupo Fleury, que será responsável pela coleta de sangue. As visitas ocorrerão de segunda-feira a sábado, entre 1º e 10 de outubro. Esta nova etapa integra uma série de seis fases iniciada em maio. Ao todo, a pesquisa pretende estimar o percentual de pessoas infectadas pelo novo coronavírus residentes na cidade ao longo de seis meses ou enquanto persistir a pandemia. Cada fase terá seus resultados divulgados, assim como ocorreu no projeto-piloto e etapas anteriores, realizados em maio, junho e julho, respectivamente. Seleção de domicílios A cidade de São Paulo é composta por 96 distritos, distribuídos em seis regiões: Centro, Oeste, Sul, Sudeste, Leste e Norte. Para alcançar uma amostra de resultados que represente uma cidade de 11,8 milhões de habitantes, sendo 8,4 milhões com 18 anos ou mais, nesta etapa do projeto foram sorteados 152 setores censitários, que são unidades territoriais básicas dos Censos Demográficos do IBGE, sendo que dentro de cada setor também são sorteados 8 domicílios, totalizando 1.216 residências. Para a realização da pesquisa, foram criados dois estratos na cidade: distritos com maior renda e distritos com menor renda, sendo que cada um deles corresponde a cerca de metade da população pesquisada. Os moradores dos domicílios sorteados são informados sobre a possibilidade de participação na pesquisa por meio de uma carta do IBOPE Inteligência e contam com um canal para esclarecimento de eventuais dúvidas. Todos os habitantes dos domicílios sorteados farão parte da amostragem e serão convidados a participar da pesquisa, desde que tenham 18 anos de idade ou mais e estejam em condições de responder a pesquisa e consentir a participação, sendo que será mantido o anonimato de todos que participarem da pesquisa. Os indivíduos serão informados dos resultados de seus exames – e não haverá pagamento de qualquer natureza para os participantes do estudo, seja para a coleta ou disponibilização do resultado do teste. A partir dos resultados dos testes sorológicos de diagnóstico da COVID-19 e das respostas do questionário pelos indivíduos, as prevalências de infecção pelo vírus SARS-CoV-2 serão estudadas por meio de estimativas do percentual da população que já foi infectada, levando-se em consideração os aspectos complexos do plano de amostragem (sorteio de conglomerados, estratificação e ponderação). Estima-se que a imunidade coletiva entre 60 e 80% dificulta a transmissão do SARS-CoV-2. Nesse percentual, acredita-se que o vírus até consegue migrar de uma pessoa para outra, mas encontra, na maioria dos casos, um ser humano anteriormente infectado e, portanto, capaz de produzir anticorpos contra esse vírus, findando o contágio e permitindo o fim do isolamento. A cada fase, os dados obtidos com a pesquisa do SoroEpi MSP serão compartilhados com autoridades de saúde e instituições de pesquisa e divulgados amplamente após o término do estudo, bem como serão posteriormente publicados em revistas científicas, sempre garantindo a confidencialidade dos dados pessoais dos participantes. 1,5 milhão de infectados A terceira etapa do SoroEpi MSP apontou que 1,5 milhão de pessoas, ou 17,9% da população com 18 anos ou mais, foram infectadas pelo novo coronavírus na capital paulista. E assim como os resultados da segunda fase, os dados desta etapa continuaram mostrando que a prevalência da doença reflete a desigualdade social presente na capital paulista. Esta fase da pesquisa considerou três estratos socioeconômicos com base nas faixas de renda média dos setores censitários: baixa até R$ 3.349; intermediária de R$ 3.350 a R$ 5.540; e alta a partir de R$ 5.541. Os resultados mostram que a soroprevalência, ou seja, a frequência de indivíduos com anticorpos contra o novo coronavírus corresponde a 22,0% no estrato de baixa renda. Já para as famílias dos grupos de rendas intermediária e alta, a soroprevalência foi de 18,4% e 9,4%, respectivamente. Também foi constatada a soroprevalência maior em pessoas com grau de escolaridade mais baixa. Assim, aqueles que não chegaram a cursar ou completar o ensino fundamental apresentam soropositividade de 22,5%; o grupo que cursou o ensino fundamental, 23,7%. Entre os indivíduos que cursaram o ensino médio a proporção é de 17,5%; e entre aqueles com ensino superior de 12,0%. A pandemia também atinge mais os pretos e pardos na capital paulista. No estudo, eles apresentam soroprevalência de 20,8% comparada a 15,4% dos brancos. Nesta fase, foram analisadas 1.470 amostras de sangue de moradores da capital paulista distribuídos em 115 setores censitários. Foram sorteadas 12 residências em cada setor censitário. O período de campo ocorreu entre 20 e 29 de julho. Mais informações sobre o projeto SoroEpi MSP podem ser encontradas no site, nas versões português e inglês, acessando: https://www.monitoramentocovid19.org/. Sobre o Grupo Fleury Com mais de 90 anos, o Grupo Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, reconhecido pela comunidade médica e opinião pública pela excelência técnica, médica, em atendimento e em gestão. Com mais de 10 mil colaboradores e cerca de 2,5 mil médicos, a empresa conta com cerca de 250 unidades de atendimento das marcas Fleury Medicina e Saúde, a+ Medicina Diagnóstica, Weinmann Laboratório, Serdil, Clínica Felippe Mattoso, Labs a+, Lafe, Diagnoson a+, Diagmax, Instituto de Radiologia de Natal, CPC e Inlab. Além de medicina diagnóstica, operações diagnósticas em hospitais e de laboratório de referência, o Grupo Fleury tem avançado fortemente em medicina personalizada e de precisão, por meio do seu braço de negócios de Fleury Genômica (www.fleurygenomica.com.br) e em saúde corporativa e atenção primária, atua com a marca SantéCorp. Também, recentemente foi lançada a plataforma Saúde iD, que surge para integrar produtos e serviços de saúde em um único lugar, permitindo que o indivíduo tenha, pela primeira vez, todas as suas informações de saúde reunidas num único lugar (https://www.saudeid.com.br/). Site do Grupo Fleury: www.grupofleury.com.br Sobre o IBOPE Inteligência Há 78 anos estuda o comportamento das pessoas e de todas as suas relações: familiar, social, política, de consumo e de utilização de serviços. Especialista em soluções de pesquisa de opinião e mercado, off e online, quantitativas e qualitativas, geonegócios, inovação, data mining e ferramentas de análise e integração de dados. Site: www.ibopeinteligencia.com Sobre o Instituto Semeia Criado em 2011, o Instituto Semeia é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Com sede em São Paulo (SP), trabalha para transformar áreas protegidas em motivo de orgulho para os brasileiros. Atua nacionalmente no desenvolvimento de modelos de gestão e projetos que unam governos, sociedade civil e iniciativa privada na conservação ambiental, histórica e arquitetônica de parques públicos e na sua transformação em espaços produtivos, geradores de emprego, renda, e oportunidades para as comunidades do entorno, sem perder de vista sua função de provedores de lazer, bem-estar e qualidade de vida. São pilares de sua atuação: a geração e sistematização de conhecimento sobre a gestão de unidades de conservação; o compartilhamento de informações por meio de publicações e eventos; a implementação e o acompanhamento de projetos com governos de todos os níveis, como forma de testar e consolidar modelos eficientes e que possam ser replicados no país. Site: www.semeia.org.br Sobre o Todos pela Saúde Lançado em 13 de abril deste ano, o Todos Pela Saúde teve um aporte inicial de R$ 1 bilhão, realizado pelo Itaú Unibanco. Com recursos administrados por um grupo de especialistas da área da saúde e ações estratégicas baseadas em premissas técnicas e científicas, a iniciativa se guia por quatro pilares de atuação: informar, proteger, cuidar e retornar. O Todos pela Saúde é liderado por Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês, e conta também com a participação de Drauzio Varella, médico, cientista e escritor; Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa; Maurício Ceschin, ex-diretor presidente da Agência Nacional de Saúde; Eugênio Vilaça Mendes, consultor do Conselho dos Secretários de Saúde; Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein; e Pedro Barbosa, presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná, instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 08h03

Para as Eleições Municipais de novembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instituiu protocolos sanitários a fim de proteger eleitores, candidatos, agentes da Justiça Eleitoral e demais profissionais que atuarão no pleito. E, para informar sobre as ações do Tribunal nesse sentido, prevendo a garantia da proteção de todos durante a votação, principalmente em razão da pandemia de Covid-19, foi lançada a campanha “Vote com Segurança”. A iniciativa do TSE busca esclarecer e orientar todos os participantes do processo eleitoral sobre como será a votação nas Eleições 2020. No material que foi distribuído a emissoras de todo o país, o médico Roberto Kalil, que gratuitamente cedeu sua imagem, repassa informações sobre os principais cuidados a serem tomados para uma votação segura. Todas as regras foram estipuladas no Plano de Segurança Sanitária, elaborado por médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Fiocruz. Uma série de vídeos e spots produzidos pelo Tribunal traz dicas sobre o passo a passo da votação, cuidados e lembretes que devem ser tomados antes de sair de casa, bem como todas as informações sobre os dias e horários das eleições. Vote com Segurança Para realizar a campanha, motivada pela pandemia de Covid-19, o TSE ouviu alguns dos maiores especialistas médicos, infectologistas e biólogos do país e estabeleceu um Plano de Segurança Sanitária. A preocupação da Justiça Eleitoral é evitar aglomerações e a disseminação do novo coronavírus nas mais de 401 mil seções eleitorais espalhadas pelo país. Conforme o Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais de 2020, todas as seções eleitorais terão álcool em gel para limpeza das mãos dos eleitores antes e depois da votação, e os mesários receberão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool em gel para proteção individual. Cartazes serão afixados com os procedimentos a serem adotados por todos. Os materiais foram doados ao TSE por importantes empresas e entidades brasileiras, evitando custo ao poder público num momento em que o foco é combater a pandemia. A principal mensagem da Justiça Eleitoral é a de que o eleitor – assim como os mesários e demais colaboradores – permaneça de máscara desde o momento em que sair de casa, evitando contato físico com outras pessoas e cumpra o dever cívico da forma mais ágil possível, sem permanecer por tempo desnecessário nos locais de votação. Clique para baixar card com as dicas ao eleitor.

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/10/2020 às 08h03

Para as Eleições Municipais de novembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instituiu protocolos sanitários a fim de proteger eleitores, candidatos, agentes da Justiça Eleitoral e demais profissionais que atuarão no pleito. E, para informar sobre as ações do Tribunal nesse sentido, prevendo a garantia da proteção de todos durante a votação, principalmente em razão da pandemia de Covid-19, foi lançada a campanha “Vote com Segurança”. A iniciativa do TSE busca esclarecer e orientar todos os participantes do processo eleitoral sobre como será a votação nas Eleições 2020. No material que foi distribuído a emissoras de todo o país, o médico Roberto Kalil, que gratuitamente cedeu sua imagem, repassa informações sobre os principais cuidados a serem tomados para uma votação segura. Todas as regras foram estipuladas no Plano de Segurança Sanitária, elaborado por médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Fiocruz. Uma série de vídeos e spots produzidos pelo Tribunal traz dicas sobre o passo a passo da votação, cuidados e lembretes que devem ser tomados antes de sair de casa, bem como todas as informações sobre os dias e horários das eleições. Vote com Segurança Para realizar a campanha, motivada pela pandemia de Covid-19, o TSE ouviu alguns dos maiores especialistas médicos, infectologistas e biólogos do país e estabeleceu um Plano de Segurança Sanitária. A preocupação da Justiça Eleitoral é evitar aglomerações e a disseminação do novo coronavírus nas mais de 401 mil seções eleitorais espalhadas pelo país. Conforme o Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais de 2020, todas as seções eleitorais terão álcool em gel para limpeza das mãos dos eleitores antes e depois da votação, e os mesários receberão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool em gel para proteção individual. Cartazes serão afixados com os procedimentos a serem adotados por todos. Os materiais foram doados ao TSE por importantes empresas e entidades brasileiras, evitando custo ao poder público num momento em que o foco é combater a pandemia. A principal mensagem da Justiça Eleitoral é a de que o eleitor – assim como os mesários e demais colaboradores – permaneça de máscara desde o momento em que sair de casa, evitando contato físico com outras pessoas e cumpra o dever cívico da forma mais ágil possível, sem permanecer por tempo desnecessário nos locais de votação. Clique para baixar card com as dicas ao eleitor.