Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

PORTAL HOSPITAIS BRASIL
Data Veiculação: 06/04/2021 às 00h00

O impacto da pandemia para as doenças crônicas, especialmente para o cuidado dos pacientes com câncer é uma preocupação global, e reconhecida pela OMS por meio da iniciativa “Building Back Better”. Nesta direção, o Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, liderado pela Dra. Rachel Riera, numa colaboração com o Departamento de Doenças não Transmissíveis da OMS, mapeou e organizou as evidências científicas referentes aos fatores para disfunções e atrasos que a pandemia determina no cuidado dos pacientes com câncer. Além dos pesquisadores do NAT Hospital Sírio-Libanês, a revisão sistemática publicada tem a participação de dois coautores do Departamento de Doenças Não Comunicáveis da OMS, incluindo o oncologista Felipe Roitberg. Num cenário colaborativo, ambos auxiliaram com o escopo do estudo, estruturado sob a ótica das demandas da saúde pública. A pesquisa foi publicada na última edição da revista JCO Global Oncology, da Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês) e encontra-se entre os trabalhos mais citados da prestigiosa revista. Foram avaliadas mais de 3.000 publicações, para que se chegasse a um conjunto de 62 estudos. “Esses estudos avaliaram a frequência e os tipos de atrasos e interrupções na prevenção ou no tratamento de pacientes com câncer em todo o mundo”, explica Dra. Rachel. Mais de 50% dos pacientes com câncer atrasaram seu tratamento por conta da pandemia de Covid-19, segundo dados mensurados pelas pesquisas analisadas. O estudo também mostrou, por meio de levantamentos, que mais de 60% dos médicos reportaram atrasos no tratamento, sendo que 90% se referiam a radioterapia, 20% a quimioterapia e 76% a cirurgias. De acordo com levantamentos analisados, 77,5% dos pacientes interromperam seus tratamentos durante a pandemia, inclusive cuidados paliativos. Cerca de 48% dos médicos relataram interrupção dessas terapias durante a pandemia. Cerca de 73% dos oncologistas relataram atrasos de transplantes de células-tronco por conta da Covid-19. Mais de 88,5% dos centros oncológicos disseram que a pandemia causou atrasos na realização de exames laboratoriais para diagnóstico do câncer, 83,6% apontaram demoras nos exames de imagem. Consequentemente, registrou-se também 77% de queda nos diagnósticos de câncer desde o começo da pandemia. Mais de 95% de pacientes, médicos e centros especializados reportaram cancelamentos nas consultas de acompanhamento de pacientes, sendo que 42,5% dos médicos e pacientes apontaram que muitos simplesmente não apareceram nas suas consultas já marcadas. A revisão sistemática também levantou os principais motivos pelo atraso ou interrupção dos tratamentos oncológicos. Para os pacientes, medo de se infectar com a Covid-19 foi a principal causa. Já, segundo os médicos, os atrasos foram provocados pelo risco de contrair Covid-19, falta de medicamentos, falta de equipes e falta de serviços de apoio. Os estudos avaliados reportaram dados de pacientes com câncer de mama (18%), cabeça e pescoço (11%), urológico (10%), colorretal (6%), pele (6%), hematológico (5%), ginecológico (3%), pediátrico (3%) e pulmão (2%). Cerca de 48% dos estudos consideraram diferentes tipos de câncer. Segundo explica a Dra. Rachel, essas análises são fundamentais para identificar de forma precisa o real impacto da pandemia nos cuidados relacionados ao câncer. A partir dessas informações, a OMS poderá tomar decisões referentes à mitigação dessas consequências de acordo com o seu impacto em cada país e para cada tipo de câncer. “A produção científica durante a pandemia está sendo intensa e crescente, o que possibilitou uma gama muito grande de estudos que pudessem ser incluídos na revisão sistemática. No entanto, isso também exige que a revisão seja atualizada frequentemente”, explica a médica. Para o oncologista do Hospital Sírio-Libanês e consultor da OMS, Dr. Felipe Roitberg, o trabalho constitui o melhor nível de evidência possível para tomadas de decisão em saúde pública. “O principal objetivo agora é entender onde moram os elementos responsáveis pelos atrasos e disrupções no sistema de saúde mapeados pelo estudo publicado, mensurá-los por meio de modelos preditivos, e apontar soluções que minimizem os consequentes atrasos no atendimento aos pacientes de doenças crônicas, entre elas, o câncer. Desta forma, os países poderão mensurar as vidas salvas ao retomar os cuidados dos pacientes e salvar vidas”, conclui o especialista.

HEALTHCARE MANAGEMENT
Data Veiculação: 06/04/2021 às 19h44

O impacto da pandemia para as doenças crônicas, especialmente para o cuidado dos pacientes com câncer é uma preocupação global, e reconhecida pela OMS por meio da iniciativa “Building Back Better”. Nesta direção, o Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, liderado pela Rachel Riera, numa colaboração com o Departamento de Doenças não Transmissíveis da OMS, mapeou e organizou as evidências científicas referentes aos fatores para disfunções e atrasos que a pandemia determina no cuidado dos pacientes com câncer. Além dos pesquisadores do NAT Hospital Sírio-Libanês, a revisão sistemática publicada tem a participação de dois coautores do Departamento de Doenças Não Comunicáveis da OMS, incluindo o oncologista Felipe Roitberg. Num cenário colaborativo, ambos auxiliaram com o escopo do estudo, estruturado sob a ótica das demandas da saúde pública. A pesquisa foi publicada na última edição da revista JCO Global Oncology, da Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês) e encontra-se entre os trabalhos mais citados da prestigiosa revista. Foram avaliadas mais de 3.000 publicações, para que se chegasse a um conjunto de 62 estudos. “Esses estudos avaliaram a frequência e os tipos de atrasos e interrupções na prevenção ou no tratamento de pacientes com câncer em todo o mundo”, explica Rachel. Mais de 50% dos pacientes com câncer atrasaram seu tratamento por conta da pandemia de COVID-19, segundo dados mensurados pelas pesquisas analisadas. O estudo também mostrou, por meio de levantamentos, que mais de 60% dos médicos reportaram atrasos no tratamento, sendo que 90% se referiam a radioterapia, 20% a quimioterapia e 76% a cirurgias. De acordo com levantamentos analisados, 77,5% dos pacientes interromperam seus tratamentos durante a pandemia, inclusive cuidados paliativos. Cerca de 48% dos médicos relataram interrupção dessas terapias durante a pandemia. Cerca de 73% dos oncologistas relataram atrasos de transplantes de células-tronco por conta da COVID-19. Mais de 88,5% dos centros oncológicos disseram que a pandemia causou atrasos na realização de exames laboratoriais para diagnóstico do câncer, 83,6% apontaram demoras nos exames de imagem. Consequentemente, registrou-se também 77% de queda nos diagnósticos de câncer desde o começo da pandemia. Mais de 95% de pacientes, médicos e centros especializados reportaram cancelamentos nas consultas de acompanhamento de pacientes, sendo que 42,5% dos médicos e pacientes apontaram que muitos simplesmente não apareceram nas suas consultas já marcadas. A revisão sistemática também levantou os principais motivos pelo atraso ou interrupção dos tratamentos oncológicos. Para os pacientes, medo de se infectar com a COVID-19 foi a principal causa. Já, segundo os médicos, os atrasos foram provocados pelo risco de contrair COVID-19, falta de medicamentos, falta de equipes e falta de serviços de apoio. Os estudos avaliados reportaram dados de pacientes com câncer de mama (18%), cabeça e pescoço (11%), urológico (10%), colorretal (6%), pele (6%), hematológico (5%), ginecológico (3%), pediátrico (3%) e pulmão (2%). Cerca de 48% dos estudos consideraram diferentes tipos de câncer. Segundo explica Rachel, essas análises são fundamentais para identificar de forma precisa o real impacto da pandemia nos cuidados relacionados ao câncer. A partir dessas informações, a OMS poderá tomar decisões referentes à mitigação dessas consequências de acordo com o seu impacto em cada país e para cada tipo de câncer. “A produção científica durante a pandemia está sendo intensa e crescente, o que possibilitou uma gama muito grande de estudos que pudessem ser incluídos na revisão sistemática. No entanto, isso também exige que a revisão seja atualizada frequentemente”, explica a médica. Para o oncologista do Hospital Sírio-Libanês e consultor da OMS, Felipe Roitberg, o trabalho constitui o melhor nível de evidência possível para tomadas de decisão em saúde pública. “O principal objetivo agora é entender onde moram os elementos responsáveis pelos atrasos e disrupções no sistema de saúde mapeados pelo estudo publicado, mensurá-los por meio de modelos preditivos, e apontar soluções que minimizem os consequentes atrasos no atendimento aos pacientes de doenças crônicas, entre elas, o câncer. Desta forma, os países poderão mensurar as vidas salvas ao retomar os cuidados dos pacientes e salvar vidas”, conclui o especialista.

VEJA SAÚDE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2021 às 14h34

Com mais de 11 milhões de indivíduos curados da Covid-19 no Brasil até o momento, é justo se preocupar com uma possível epidemia subjacente e mais silenciosa. Estamos falando da síndrome pós-Covid. Em estudos, até 80% dos recuperados sentem ao menos um sintoma até quatro meses depois do fim da infecção. Casos graves da doença, que exigiram internação e UTI, tendem a abalar mais o organismo no longo prazo. Mas a verdade é que os episódios leves também podem deixar marcas prolongadas. Uma revisão sistemática e meta-análise, divulgada em janeiro por pesquisadores norte-americanos (ainda em revisão por outros cientistas), lista 50 queixas das mais variadas. Na mesma linha, uma revisão de literatura publicada na Nature dá a dimensão do problema em oito âmbitos, da pele ao cérebro. “Temos certeza de que a infecção está longe de ser apenas uma questão localizada e passageira. Há repercussões prolongadas em vários órgãos”, comenta a fisiatra Linamara Rizzo Battistella, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). De maneira geral, as principais manifestações do pós-Covid19 relatados até agora são: Fadiga Falta de ar Dores de cabeça Dores musculares Queda de cabelo Perda de paladar e olfato (temporária ou duradoura) Dor no peito Tontura Tromboses Palpitações Depressão e ansiedade Dificuldades de linguagem, raciocínio e memória Mal-estar e queixas como dores de cabeça e perda de olfato tendem a se resolver sozinhos. Agora, se o incômodo é intenso, o ideal é procurar atendimento médico. Sim, dá para conter os danos e intervir antes que algo pior aconteça. Para ter ideia, um dos braços da iniciativa Coalizão Covid-19 Brasil acompanhou cerca de mil indivíduos internados e concluiu que até 17% tiveram que ser hospitalizados novamente tempos depois – e 7% morreram até seis meses depois da alta. Os dados são preliminares, e ainda não foram publicados em periódicos científicos. Relacionadas MedicinaAlém da falta de ar: sequelas que o coronavírus pode deixar após a cura15 jun 2020 - 12h06 MedicinaCoronavírus pode causar sintomas na pele?1 Maio 2020 - 13h05 MedicinaO que pode causar perda de olfato, além do coronavírus2 mar 2021 - 15h03 A ressaca pós-combate Para se livrar do coronavírus, o sistema imunológico desencadeia um processo inflamatório, que se torna exacerbado demais em uma parcela de pessoas. São as vítimas da chamada tempestade inflamatória, fenômeno que envolve a liberação de substâncias, como citocinas, com potencial para lesionar órgãos e tecidos. Nos pulmões, onde a batalha contra o Sars-CoV-2 é mais intensa, restam fibroses (uma espécie de cicatriz) que atrapalham a respiração. “Vem daí parte do cansaço. Alguns pacientes não conseguem realizar tarefas simples, como escovar os dentes ou tomar um copo d’água”, conta Marisa Regenga, fisioterapeuta e gerente de reabilitação do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo/SP. A fadiga e a dificuldade de fazer movimentos simples são alguns dos problemas mais comuns nos estudos. E não é só do pulmão a culpa. “As citocinas atacam os músculos, gerando dores e a sensação de fraqueza”, continua Marisa. O próprio sistema nervoso, que comanda o tecido muscular, pode ser afetado pela inflamação ou pelo próprio vírus, o que só piora a situação. Para os internados, que tendem a sofrer uma perda muscular significativa, surgem desafios maiores. A diminuição da massa magra afeta a mobilidade e, ainda por cima, atrapalha o retorno do sangue dos membros inferiores para o coração – ora, são os músculos que o bombeiam para cima. Isso potencializa o cansaço e eleva a probabilidade de trombose, entre outras coisas. Falando em circulação, os vasos sanguíneos ficam abalados após a tempestade inflamatória. Até por isso, o risco de entupimentos que levam ao infarto e ao AVC aumenta. Não à toa, os profissionais às vezes receitam anticoagulantes por algum tempo. Como recuperar o fôlego O ideal é retomar as atividades aos poucos e, de preferência, com acompanhamento. Se sentir cansado faz parte da recuperação da Covid-19, mas o alerta deve soar se o desconforto for muito intenso. Queixas como náusea, palpitações, desmaios e tontura indicam que o pulmão não está funcionando adequadamente. Programas de reabilitação cardiovascular são os mais adequados para atender os sobreviventes da Covid-19, pois treinam os músculos ao mesmo tempo em que renovam a capacidade respiratória. O olhar do expert em pulmão e coração é importante porque, não raro, há pequenos déficits que passam despercebidos aos olhos destreinados. Continua após a publicidade “Limitações podem ser subvalorizadas por profissionais não especializados, porque o indivíduo parece responder ao exercício, já que sua capacidade motora nem sempre foi afetada”, aponta Marisa. A fisioterapeuta alerta para o perigo de uma situação desse tipo, que sobrecarrega o organismo: “Ele pode apresentar de cara um quadro grave, como uma arritmia por baixa oxigenação”. Além da reabilitação específica, outras medidas podem ser necessárias. “Às vezes, a pessoa fica dependente de oxigênio por semanas ou meses para compensar o comprometimento pulmonar”, aponta o intensivista Luciano Cesar Azevedo, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. 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O mesmo vale se ficar muito desatento, esquecendo as coisas ou trocando palavras”, aponta a neuropsicóloga Lívia Stocco Sanches Valentin, do Incor, autora do trabalho e criadora do MentalPlus, aplicativo que faz essa análise de maneira rápida e promove a reabilitação por meio de jogos. O app já existia, mas está passando por uma repaginação para incluir um programa exclusivo para a síndrome pós-Covid, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS). Enquanto a solução tecnológica não chega, uma alternativa seria fazer o exame neuropsicológico, ou seja, uma bateria de questionários e testes físicos. Tendo em vista que ele não é tão acessível (raros centros públicos oferecem e nem todo convênio cobre), é possível recorrer a táticas para treinar a mente em casa mesmo. “Ler, escrever, fazer palavras cruzadas e manter a prática de exercícios físicos ajudam bastante”, elenca Lívia. Hobbies repetitivos e detalhistas, na linha do crochê e do tricô, também treinam a concentração e colaboram para a melhora. Fora o déficit nas funções executivas do cérebro, sintomas psiquiátricos estão sendo relatados numa frequência razoável entre quem pegou o coronavírus. Aquela revisão publicada na Nature aponta que, em geral, ao menos 30% dos acometidos podem sofrer com depressão e ansiedade. Outros trabalhos apontam até para o risco de estresse pós-traumático. “Todo o quadro é acompanhado de um processo emocional intenso, que interfere na recuperação do paciente e, por isso, não deve ser menosprezado”, destaca Linamara. De volta ao eixo Em centros de referência como o HCor e o Hospital das Clínicas, existem programas de reabilitação próprios para a síndrome pós-Covid. Neles, o indivíduo é acompanhado de perto por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, médicos etc. “Precisamos avaliar e tratar esses três domínios de distúrbios: cardiorrespiratórios, motores e cognitivos. Cada pessoa apresenta um conjunto de manifestações diferente”, destaca Linamara, que cuida dos indivíduos que passam pelo HC. Idosos e portadores de doenças de base merecem atenção especial, porque o organismo já debilitado sofre mais com as sequelas. Se for pra ficar com uma mensagem na cabeça, guarde está: não é normal não estar bem. Cientistas ainda estão verificando se certas sequelas podem ser permanentes, porém a maior parte dos quadros tem se resolvido. Agir rápido e receber a assistência correta faz a diferença. “Notamos que os mais velhos tendem a ignorar pequenos comprometimentos. Isso pode ter outras consequências lá na frente, então temos insistido para que as pessoas façam esse acompanhamento”, ressalta Linamara. 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BOM DIA SP/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2021 às 08h18

A pandemia passamos a valorizar ainda mais o trabalho das pessoas que atuam na área da saúde mas a linha de frente de combate ao coronavírus vai muito além de médicos e enfermeiros nisso dá uma olhada na reportagem do Renato Biasi a missão de abrir quer número pra salvar vidas exige muita calma é crucial que o condutor de ambulância esteja em sintonia com toda a situação a equipe com paciente com familiar no trânsito com toda a atenção porque muitas vezes precisamos ter pressa para chegar mas com cautela na época o paciente já está debilitado em cima da gente tem que manter a calma é diferente do filme é difícil porque o stress é grande mas a gente tem que manter a calma e também cuidado na proteção sem perder o senso de urgência o Sérgio é o motorista de ambulância no hospital do servidor público estadual na zona sul da capital com dezoito anos de experiência tem ajudado até o próprio limite pacientes com convide a vencer a doença mas nem sempre consegue pela primeira vez eu me vê praticamente impotente nerd no poder fazer quase nada para ajudar as pessoas e isso o torna um pouco mais difícil as coisas né no dia a dia da gente é uma luta constante o trabalho do Sérgio funciona em sincronia com o de sete mil funcionários do hospital do servidor nem sempre notados dos porteiros aos funcionários todos contribuem para que as altas se repitam e família se reencontra dentro dos hospitais são várias as equipes em ação ao mesmo tempo fazendo de tudo para encaminhar internações providenciar exames agilizar o tratamento os profissionais que executam essas tarefas muitas vezes nem chegam a entrar em contato com os pacientes mas são fundamentais pro futuro dele aqui faz um ano que o laboratório que a rúbia coordena no hospital Albert Einstein identificou o primeiro caso de convívio do país foi ponto de partida para uma mudança profunda na vida profissional dela é claro aqui né aquele momento na f por nós não esperávamos que houvesse um aumento tão grande é ir por um tempo tão prolongado como o que está acontecendo a nós tivemos que nos estruturar e assim fizemos de próximos textos por mês o laboratório passou analisar setenta mil por mês e o número de funcionários subiu de dezenove para quarenta e oito em outra região da capital a elite assistente de atendimento no Hospital Sírio Libanês também encarou um grande desafio provocado pela pandemia em meio à apreensão das famílias dos pacientes ela mantém sangue frio pra cuidar da papelada e liberar a vaga o mais rápido possível a gente sabe o quanto à enfermagem aos médicos são importantes mais a parte administrativa a partir de atendimento inicial do paciente ela também tem essa importância porque sem essa parte não tem todo o a todo o restante né o paciente ele precisa ser acolhido no na hora que ele chega ele precisa ser inserido em um sistema e tudo é essa parte também não pode parar né reconhecidos pelo esforço que ajuda tanta gente eles preveem que a pandemia vai deixar lições que a daqui cinco anos o valor que vai ter cada minuto cada minuto em família a cada minuto vivido ele vai valer muito muito mais do que a gente dá um dava valor antes da pandemia todos juntos lutando por um mesmo objetivo isso ficou muito forte pra mim eu sou fez toda uma diferença também e é por isso que nós estamos aqui até hoje todos juntos trabalhando e firmes aí no nesse propósito e não sabemos quando vai acabar mas estamos firmes e vamos até o fim só a força pessoal hoje vinte e três agora vou voltar a falar sobre o pagamento do auxílio emergencial dois mil e vinte e um hoje começa a ser paga a primeira parcela para quem nasceu.