Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 06/03/2021 às 17h17

Em processo de recuperação da Covid-19, o prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, retornou neste sábado (6) para a UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde está internado desde o fim de dezembro de 2020. Em postagem nas redes sociais, Herzem Gusmão, que tem 72 anos, disse que a equipe médica indicou o retorno para a a UTI, porque ele precisa de mais oxigênio. "Tive esse imprevisto, mas continuo firme, crendo na minha recuperação e que muito em breve estarei na nossa cidade. Conto com as orações de todos!", escreveu. Na mesma postagem, mensagem em áudio dele foi compartilhada, detalhando que, na UTI, ele usará o cateter de alto fluxo. Herzem foi diagnosticado com Covid-19 em 7 de dezembro de 2020. Pouco mais de sete dias depois, ele foi internado em Vitória da Conquista, no Hospital Samur, com complicações pulmonares causadas pela doença. Em, 26 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Sírio Libanês. No início do ano, ele foi transferido para a UTI da unidade, mas retornou para a semi-intensiva cerca de duas semanas depois. Por causa da doença, em 1º de janeiro a vice-prefeita Sheila Lemos (DEM), eleita no pleito de 2020, tomou posse do cargo de prefeita de Vitória da Conquista. Uma semana depois, Herzem tomou posse, do cargo em cerimônia virtual. Confira mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do G1 e TV Bahia.

JORNAL HOJE/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/03/2021 às 13h25

O estado de são paulo voltou hoje para a fase mais restritiva da pandemia para tentar conter a circulação do vírus da corrida e dezenove só podem funcionar então os serviços essenciais só que nessa primeira madrugada só aqui na capital paulista a vigilância sanitária do estado autor pelo menos quarenta e três estabelecimentos à meia-noite marcava o início da batalha contra o pior momento da pandemia até aqui mas no lugar do recolhimento imposto pelo início da fase vermelha em todo o estado a fiscalização encontrou muito desrespeito a festa clandestina com cerca de duzentas pessoas na zona leste da capital foi encerrada pela polícia o organizador e os participantes foram levados para a delegacia na região da rua augusta boemia não cedeu ao bom senso eram muitos os grupos reunidos perto de bares e lojas de bebidas só nos pontos onde a polícia se concentrava as medidas eram cumpridas e a regra é clara entre oito da noite cinco da manhã só o trabalho ou a necessidade médica justificam a circulação das pessoas nas ruas mas alguns quilômetros dali mais bares cheios na zona norte é fundamental que não só o as medidas que foram e definidas e orientadas pelo governo funcione mas é fundamental que a população entenda e colabore a lotação dos hospitais justificam medidas mais duras e entre os estaduais Covid19 estão sem nenhum leito vago de uti é a mesma situação em vários hospitais particulares a gente está tendo que tomar decisões que são dilacerantes do profissional da área da saúde que são decisões onde você tem que escolher para quem você vai dar a vaga né e a impressão que dá é que a gente está diante de um junto funag e tentando segurar com um gordinho mas se de um lado existe diz respeito às regras de outro existe também a compreensão de que o sacrifício e o recolhimento agora são fundamentais para que o futuro sem a transmissão desenfreada do coronavírus chegue mas a única salvação que a gente vê é a vacina e como no caso dela hoje de manhã deu pra ver que o comércio não é essencial ficou de portas fechadas em várias regiões da cidade a prefeitura de são josé dos campos conseguiu uma decisão na justiça para não respeitar a fase mais restritiva no estado contrariando especialistas o desembargador do tribunal de justiça de são paulo jéferson moreira de carvalho autorizou a cidade a liberar o funcionamento do comércio e no limite das forças a doutora míriam depois da entrevista seguiria para o quarto final de semana de plantão na uti levando a certeza do que é preciso fazer para conter a tragédia lamentando o que não é feito por situação difícil né muita gente doente muita gente grave dificuldade manejar os leitos é mais um final de semana de dificuldade é muito triste em vez de falo falo falo as pessoas não escutam.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 06/03/2021 às 08h23

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), decretou luto de três dias no estado após a morte do ex-senador, ex-vice-governador e empresário José Carlos da Silva Júnior. De acordo com o decreto, que foi publicado no Diário Oficial deste sábado (6), "os pavilhões nacional e estadual devem ser hasteados à meia-verga, em todos os estabelecimentos públicos estaduais, da administração direta e indireta, durante o período do luto". O presidente do Grupo São Braz e proprietário das TVs Cabo Branco e Paraíba, José Carlos da Silva Júnior, morreu na manhã de sexta-feira (5) em decorrência da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, e não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. José Carlos tinha 94 anos, foi vice-governador da Paraíba e senador. Era viúvo e deixa três filhos, Ricardo Carlos, Eduardo Carlos e Eliane Freire. José Carlos da Silva Júnior nasceu em Campina Grande, em 16 de junho de 1926. Filho de José Carlos da Silva e Maria Rosa da Silva, formou-se em contabilidade e construiu a vida profissional como empresário nos segmentos de alimentos, comunicação e automotivo. Em 1982, foi convidado a disputar o cargo de vice-governador na chapa de Wilson Braga pelo Partido Democrático Social (PDS), na ocasião, derrotou Antônio Mariz na disputa eleitoral. Quatro anos depois, em 1986, deixou o cargo após a desincompatibilização de Braga, que disputaria uma vaga no Senado Federal pela Paraíba. Como suplente, assumiu a vaga de senador nos anos de 1996, 1997 e 1999, após licenças de Ronaldo Cunha Lima. Em seus discursos, sempre defendeu melhorias à conjuntura econômica nordestina e brasileira, com destaque para sua atuação como membro da Comissão Especial que estudou as causas da pobreza no país, em outubro de 1999. Além da atividade política, José Carlos da Silva Júnior também participou ativamente de importantes entidades do setor industrial. Foi presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), do Sindicato do Milho, Torrefação de Café e Refinação do Sal do Estado da Paraíba; vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep); diretor da Bolsa de Mercadorias da Paraíba, além de ter integrado os conselhos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Associação Comercial de Campina Grande. Uma vida dedicada ao trabalho no comando de uma empresa sexagenária, que está entre as mais respeitadas do Nordeste no ramo alimentício, José Carlos da Silva Júnior dedicou toda a vida ao trabalho e ao empreendedorismo. O empresário começou sua vida profissional trabalhando com seu pai José Carlos da Silva em uma pequena torrefação de café que daria início ao legado da São Braz. Ele foi o único dos filhos que acompanhou os investimentos do pai e foi considerado o grande responsável pelo sucesso da marca. A pequena empresa, que era comandada por José Carlos da Silva Júnior e o pai, cresceu e se consolidou e em 1938 comprou a marca que pertencia a um concorrente, o Café São Braz, nome que mais tarde passaria a ser a razão social do grupo. Com o passar dos anos, a empresa entrou no ramo alimentício e sua produção foi aumentando. A São Braz está presente em todos os estados do Nordeste e também no interior de São Paulo. A dedicação ao trabalho e ao desenvolvimento econômico regional e nacional fez com que, ao longo de sua vida, José Carlos da Silva Júnior fosse homenageado com aproximadamente 20 medalhas e prêmios como o diploma José Ermírio de Moraes. As honrarias vieram de entidades industriais, comerciais e culturais da Paraíba e de outras partes do Brasil. Autoridades lamentam morte do empresário Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 06/03/2021 às 03h00

UTIs lotam em 19 hospitais públicos; Einstein tem recorde João Prata Dezenove hospitais públicos do Estado de São Paulo tinham ontem 100% de ocupação nas UTIs e outros seis já superavam a taxa de 90%. Na rede privada, o Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, bateu recorde de novas internações pela covid-19 desde o início da pandemia, com 166 pacientes na terapia intensiva e na enfermaria. Entre as unidades com UTIs cheias estão os Hospitais das Clínicas de Botucatu e o Regional de Sorocaba, no interior, os Gerais de Pedreira, São Mateus e Itaim Paulista, na capital, e os Gerais de Guarulhos e Itapecerica da Serra, Grande São Paulo. Apesar da semana de alta, o sistema Cross, de regulação de vagas, tem distribuído pacientes segundo as taxas de ocupação. O Instituto Emílio Ribas também está com 100% dos leitos ocupados, sendo 97%por causa da covid. O diretor técnico Luiz Carlos Pereira Júnior diz que a unidade não está colapsada, mas no limite. “As regulações de leitos de enfermaria e UTI, do Estado e município, estão muito ágeis e há colaboração, em rede, que permite a racionalização do uso dos leitos.” Rede privada. No Einstein, antes do início desta semana, o pico havia sido em 19 de janeiro, quando 155 novos infectados foram admitidos na unidade de re ferência. A taxa de ocupação total (covid e não covid) atingiu • 52 casos por minuto 75.337 novos casos da doença foram registrados nas últimas 24 horas no País, chegando a um total de 10.871.843 diagnósticos confirmados, de acordo com o consórcio da imprensa. Já segundo dados do Ministério da Saúde o Brasil tem 9.637.020 pessoas recuperadas da doença, em meio a 10.793.732 diagnósticos. 96% e a maior parte dos internados é da própria cidade. A previsão dos médicos do hospital é de que as próximas duas semanas sejam ainda piores. Por isso novos leitos serão abertos nessa semana foram 36, entre enfermaria e UTI. Além da ampliação, o Einstein criou um sistema de gerenciamento por telemedicina, para acelerar as altas e monitorar os pacientes também em casa. O Sírio Libanês também está com taxa de ocupação geral em 96%. São 531 leitos ocupados. Desse total, 184 são internados pela covid 50 estão em UTI. Durante toda a semana, a taxa de ocupação geral do hospital esteve no patamar dos 90%. No Rede de Hospitais São Camilo, a taxa de ocupação dos leitos para covid-19 é de 87% na enfermaria e de 84% na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) . “No entanto, como e ste número tem variado constantemente, novos leitos poderão ser abertos conforme a necessidade”, informou o hospital. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz está com 88% de ocupação de leitos de UTI covid. As unidades de enfermaria estão 90% ocupadas. No total, são 137 internados 51 em UTI. Onze novos leitos de UTI covid, 13 leitos de unidades de internação serão abertos em março. Segundo dados d ontem da Secretaria Estadual da Saúde, as taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 79,1% na Grande São Paulo e 77,4% no Estado. O número de pacientes internados é de 18.404, sendo 10.311 em enfermaria e 8.093 em unidades de terapia intensiva, também recorde na pandemia.