Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | OUTROS
Data Veiculação: 05/12/2020 às 12h06

Vamos falar e houve um trecho aqui do que disse hoje no Jornal, hoje no jornal gente estava aqui cartaz Freitas e o doutor Fernando Carmen, Sirio libanês falou sobre isso sobre as restrições, o as novas medidas adotadas aqui pelo Governo de São Paulo. E os cuidados que, na verdade, na verdade, na verdade, o que ele diz entre outras coisas e que depende de cada um de nós. Eu acho que a gente o começo da família e adotou medidas. A gente sente que essas medidas a cidade falar o Estado de São Paulo. Outro estado dá como exemplo de situação de social para o mês de viram seus locais de trabalho horas de atividade econômica, que eu comente fechadas e é foco, é só cuidar do visual, dizemos ao todo os dias, 3 de morte. O político inclusive falar de política e eu queria que a cidade estava havia estava parado e mesmo assim, a gente o número de pessoas acometidas a cidade, o estado e no país. E restringiu das cirurgias eletivas que o senhor do atendimento que não é ético o que não ocorreu e relacionou a vez do Corinthians. A estrutura foi montada com os pais de campanha e dedicação lei os antigos Hot outro Sul para convite. E a gente viveu 6 meses. E o acordo previa que o número de mortos o número de internações. E a coisa começou a cair, a gente percebeu isso. A dificuldade em manter todas as pessoas paradas o fim de suas atividades ou poder voltar aos Houthi e a única medida que a gente percebe que isso foi no mundo inteiro. Você tomou sua vida do senhor Coutinho é que existe uma tendência a recruta que o ataque voltar à rotina é uma coisa agora voltar à rotina ou vidas de vida de qualquer cor e que mais chama a atenção. Optou por um tiro que feriu 2. Eu acho que o mais importante é que existe resposta, não existe. Fórmula um disse estar de olho nisso, os a gente está vendo o que aconteceu. Orçamento geral, o comportamento, mas uma coisa eu discuti não, por culpa de sorrir. Individuais e a consciência individual, ele ficou com a morte como não frequentar lugares frequentando locais públicos que eles estão eles me e toda vez que ocupa o objeto usar máscara manter distância, né. Essa é a maneira que a gente vê acontecer de outra forma de viver numa metrópole número de pessoas, o grande número de E os números mostraram voltou a aumentar o número de internações ou porque o álcool ou agora eu ocupação. É muito grande com Carlos convite por pouco, no entanto, não relacionadas ao povo e de voltar a ser tratados pessoas deixaram de se cuidar por outros meios. Por conta do Corinthians, ela retornou agora e por suas versões mais agravado e precisam de tratamento. A votação para que a gente está vendo só de São Paulo por 3 jogos e crescente é real o esforço de todos os 90 por se sentir o bicho lutando o número de leitos mas há também a gente pode por sua vez, é agora. E 550 leis e hospital para o realmente e se depara com algo que não ocorria que precisam de proteção do povo deixa suspensos. Falou-se com certeza. O setor público problemas passou pouco 8 por cento de ocupação dos juros por outro lado janeiro. Daí o trecho tinha da entrevista que foi concedida hoje pela manhã, aqui no jornal gente das Freitas, eu também estava participando aqui ouvido o doutor Fernando Carmen, diretor de governança clínica do sírio-libanês, falando sobre isso, né. O cuidado tem que ser mantido, não dá para relaxar e da preocupação também que a com o pessoal com couve de e com o pessoal que tem outras doenças, né. O pessoal que tem já tratamento para outros males, alguns bem graves de que ficaram e aguardando, aguardando e em alguns casos não dá mais para aguardar, então os não pode brincar com isso também não dá para privilegiar um tratamento importante como do coronavírus mas há outros também são tão relevantes. Quanto é o doutor e quarenta anos mostrou otimista em relação à vacinação, a gente está aguardando no mundo o Reino Unido já vai começar a vacinação. No Brasil vai chegar, vamos torcer para que seja rápido e ele está confiante do programa está confiante de que haverá um sistema eficiente para a distribuição dessas vacinas no Brasil tem tradição nisso, ele acha isso vai ser superado e sem nenhum problema, vamos aguardar, então hoje a já tem mensal chegando aqui

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 05/12/2020 às 09h18

Após a repercussão do diagnóstico do câncer de útero da apresentadora e jornalista Fátima Bernardes, a oncologista do Hospital Sírio-Libanês, Marina Sahade, conversou com a CNN sobre a importância do diagnóstico precoce dos diferentes tipos de câncer e os desafios impostos pela pandemia neste trabalho de detecção. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, em 2020, foram realizadas um milhão a menos de mamografias. A estimativa é que mais de 50 mil pessoas deixaram de ser diagnosticadas neste período. “As mulheres, em particular a gente já tem uma característica de cuidar sempre dos outros e não cuidar da gente. E na pandemia as mulheres ficaram ainda mais sobrecarregadas, dando conta de tudo: de home-office, home-school e deixaram a saúde de lado”, diz. Sahade também enfatiza que os fatores de risco se intensificaram ao longo do ano de 2020, já que as pessoas praticaram pouco esporte, ficaram sedentárias, em casa e se alimentaram de dietas menos saudáveis. “Por um lado, são mulheres que estão se cuidando menos, fazendo menos exames de rastreamento e com mais fatores de risco. Então este é um cenário bastante preocupante”, explica. Leia e assista também: Fátima Bernardes revela que foi diagnosticada com câncer de útero conheça os principais sintomas de câncer de útero (publicado por Luiz Raatz)

YAHOO! FINANÇAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 05/12/2020 às 08h40

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, Paulo Chapchap, 65, considera insuficientes as medidas de enrijecimento da quarentena adotadas pelo governo de João Doria (PSDB) desde quarta-feira (2). Para ele, é preciso endurecer ainda mais as regras para o funcionamento de bares e restaurantes para evitar o aumento do contágio e das internações por Covid-19. "No mínimo, tem que aumentar o distanciamento das mesas, colocar as mesas para fora", afirma. Em relação aos shoppings, ele não vê sentido na limitação do horário de funcionamento em até dez horas. Acredita que, se o horário fosse ampliado, haveria diluição da quantidade de pessoas, evitando eventuais aglomerações. Na quarta, o Sírio-Libanês lançou uma campanha de alerta para o aumento de casos de Covid19 e para que as pessoas mantenham as medidas protetivas. O hospital está com taxa de ocupação superior a 90%. Segundo Chapchap, o país não tem políticas públicas bem definidas para o enfrentamento da pandemia e tampouco comportamento adequado das pessoas. "Se a gente não mudar o comportamento, avizinha uma situação que pode ser de calamidade de novo", diz ele, que também lidera o grupo Todos pela Saúde. * Pergunta - O Sírio-Libanês acaba de lançar uma campanha alertando para esse aumento de casos de Covid-19 e de internação. Qual a razão desse repique? Paulo Chapchap - A gente não tem políticas públicas bem definidas e também o comportamento das pessoas definido ou restringido por essas políticas. O que aconteceu aqui e no resto do mundo foi que, com a maior circulação das pessoas e contato físico, especialmente onde a máscara não era mandatória, a gente teve aumento do número de contágios e, em seguida, de internações e de mortes. A grande questão é se a gente vai conseguir conter isso a ponto de permitir que o sistema de saúde atual dê conta dessa sobrecarga. Se a gente não mudar o comportamento, se avizinha uma situação que pode ser de calamidade de novo. Os hospitais privados tiveram aumento de internações por Covid-19 ao mesmo que estão lotados de pacientes de outras especialidades. Ainda é possível conciliar essas duas demandas? PC - Os casos em que os tratamentos foram adiados nos dois, três meses iniciais voltaram numa gravidade muito maior, a gente documenta isso. Não pode mais adiar tratamento. O desafio é criar três hospitais [em um só]: o com áreas livres de Covid19 para garantir o atendimento [de outras doenças], o de Covid e o de transição, onde os pacientes ficam até chegar o resultado do exame [de Covid]. No Sírio, fizemos isso. Mas vão serão adiadas cirurgias eletivas para receber uma quantidade maior de pacientes de Covid-19 se necessário? PC - Pode ser que venha a acontecer. Aí vamos ter que decidir de acordo com a prioridade médica. Você pode ter um caso de Covid19 grave e um caso de câncer avançado também, que precisa de tratamento e resgate. Você sempre vai decidir em função de quem precisa de atendimento urgente, menos adiável. Até hoje a gente não precisou adiar tratamento e nem escolher paciente. Mas o apelo que se faz à sociedade é para que a gente não se veja numa situação como essa. Como está hoje a ocupação dos leitos Covid e não Covid no Sírio? PC - Está muito alta, acima de 90% de ocupação. A gente está abrindo muitos leitos. Começamos a pandemia com em torno de 469 leitos e hoje, com os leitos de contingência, estamos perto de 550 e temos planos de abrir mais. Aumentamos em 20% a capacidade e, provavelmente, vamos ter que aumentar mais 10%, 20% com o que estamos antevendo. A gente tem esse privilégio, mas imagino que a pressão em outros hospitais vai ser maior ainda. De novo, esse repique nos casos de Covid-19 começou na classe média e agora atinge os mais pobres. O que falta para as pessoas terem a percepção do risco e mudarem de atitude? PC - As pessoas precisam encarar a realidade. Não é porque eu tô cansado que a realidade vai embora. Nós temos que ter maturidade para encarar essa realidade triste e tomar as medidas necessárias. A gente já aprendeu que não precisa fazer "lockdown". As medidas de proteção mais efetivas são relativamente simples: máscara corretamente utilizada, higiene adequada e frequente das mãos e não fazer aglomeração têm que ser medidas mandatórias. Onde ocorrem os contágios? Em restaurantes, bares, festas em que as pessoas tiram as máscaras, em academias, ambientes normalmente fechados e pouco ventilados, em que as pessoas não conseguem ficar com a máscara o tempo todo e estão respirando fundo e emitindo um monte [de aerossóis]. As medidas restritivas adotadas pelo governo paulista, de volta à fase amarela do Plano SP, são suficientes? PC - Não acho, eu mexeria em aglomerações em bares e restaurantes. No mínimo, tem que aumentar o distanciamento de mesas, colocar as mesas para fora. Tem gente muito capacitada que está lá no comitê de contingenciamento que tem que ser ouvida e tomar essas decisões. Na minha opinião, vamos ter que avançar mais [no Plano SP] na próxima segunda-feira (7). Com indicadores que a gente tem, vamos ter que progredir as fases que estão desenhadas. E o impacto econômico disso? PC - As pessoas dizem: 'Ah! Mas e a economia dos restaurantes?' Vamos então compensar os restaurantes, vamos permitir mesas nas ruas, vamos fechar as ruas, proibir o estacionamento de carros nas ruas e colocar mesas. Tem um monte de coisas que podem se fazer com distanciamento e orientadas com conhecimento e a gente não está fazendo. A gente não precisa deixar chegar na calamidade, você tem indicadores de antecedentes. Se você testar largamente, vai perceber que a curva de contágio está aumentando e vai tomar medidas menos restritiva no começo. Em vários países da Europa, o 'lockdown' foi necessário... PC - Porque se deixou chegar numa situação de calamidade. Qualquer caso [de Covid-19] será em excesso em relação à capacidade de atendimento [dos hospitais]. Mas a gente não está nessa situação ainda. As festas de Natal e de fim de ano se aproximam. Será possível sair fazer compras, reunir a família, os amigos?"‚Em relação às compras, shoppings com espaços amplos, pessoas de máscaras e garantia de que não se aglomerem dentro de lojas, controle de entrada, com álcool. Para mim, restringir horário de shopping [medida adotada pelo Plano SP] não é lógico. Porque vai colocar muito mais gente ao mesmo tempo ali dentro. Eu estenderia o horário de shoppings porque eu quero diluir as pessoas que estão lá e evitar aglomeração. Ah, mas vão abrir restaurante do shopping. Aí não, é lugar fechado, tem que tirar a máscara [para comer e beber]. É um progredir de medidas. Eu não consigo ser prescritivo agora, mas eu sei que o que você pode fazer para diminuir o risco de contágio. Quando você tem uma alta prevalência de pessoas com o diagnóstico positivo, a tua chance de cruzar com alguém positivo aumenta muito, aí tem que usar medidas mais restritivas. E em relação às festas familiares de Natal, qual a recomendação? PC - A mesma que os americanos fizeram para o Thanksgiving [Dia da Ação de Graças]: fique na sua pequena família, com aquela que você convive todos os dias, faça a festa com ela e conecte-se com os outros por mídias sociais e aproveita. Se você amplia isso para os pais, os avós, aí não. Porque aumenta muito o risco de uma dessas 10, 20 pessoas estarem contaminadas. Na primeira onda da Covid19 houve grande mobilização da sociedade civil, inclusive o Todos pela Saúde, para ajudar o SUS e os mais vulneráveis. Nesse repique, essa ajuda continua necessária? PC - Não tenho dúvida de que será necessária, mas houve a compra de milhares de equipamentos, o próprio governo se aparelhou, temos hoje os hospitais mais bem aparelhados, mais leitos de UTI e equipes mais bem treinadas para casos de alta complexidade. Isso proporciona um tratamento mais curto e, com o giro de leitos, há mais disponibilidade de vagas. Vai precisar de hospital de campanha de novo? Depende de nós, do nosso comportamento responsável. Eu gostaria que não. O Todos pela Saúde já tem uma próxima agenda? PC - A iniciativa gastou R$ 1 bilhão e alguma coisa e, posteriormente, as empresas colegiadas do Itaú ajudaram com os acionistas com mais de R$ 200 milhões. A gente está reservando esses recursos para desenvolver um centro de controle de doenças, com vigilância epidemiológica, detecção precoce e políticas definidas para não vivermos de novo uma pandemia como essa, utilizar todo o aprendizado que a gente obteve e evitar tanto sofrimento. Estamos montando esse instituto, reunindo competências e recursos. Seria como o CDC [Centro de Controle e Prevenção de Doenças] americano. Faltou vigilância epidemiológica ao Brasil? PC - Não, eu acho que o país tem que ter um centro especializado, dedicado, com rápida velocidade de resposta, detecção e respostas através da genômica de novos agentes infecciosos para desenvolver rapidamente a resposta imunológica. A gente aprendeu muito durante a pandemia, temos que reunir esse conhecimento todo, formar uma rede de atenção precoce para dar uma resposta muito rápida e evitar a disseminação. As pessoas estão muito esperançosas em relação à vacina. O sr. vislumbra essa possibilidade para breve? PC - O Brasil, o SUS, tem uma larga experiência de vacinação em massa. Mas gente deve precisar de mais de uma vacina para dar conta da quantidade que vai precisar, então vamos demorar um tempo para dar as duas doses da vacina para garantir uma volta a uma vida mais normal do que a atual. Vamos dizer que a gente consiga a vacina ainda no primeiro trimestre. A gente vai demorar meses para ter uma situação de tranquilidade. É importante lidar com a esperança, mas não vai ser tão rápido assim. A rede privada está se mobilizando para ter vacina antes da rede pública? PC - Essa pergunta é muito importante, mas de difícil resposta. Teoricamente, a gente deveria assegurar a vacina no sistema público de saúde antes da rede privada. Você tem prioridade de vacinação, como os profissionais de saúde, idosos e pessoas com comorbidades, para que a epidemia seja contida mais rapidamente. Nessa primeira fase, vamos precisar garantir 100 milhões de doses para vacinar rapidamente essa população de 40 milhões, 50 milhões de pessoas. Depois a gente vacina os demais. Mas o sr. vê alguma chance de a rede privada sair na frente na oferta? PC - Eu não gostaria de ver essa competição entre aqueles que têm mais dinheiro se vacinando antes, mesmo que não sejam a população de mais risco. A gente tem que concentrar esforços para vacinar a população de risco pelo SUS. O SUS está pressionado com a demanda de Covid19 e de atendimentos represados neste ano e com risco de diminuição do orçamento. O sistema vai ter fôlego para enfrentar esses desafios em 2021? PC - Não está prevista no orçamento do próximo ano a mesma injeção de recursos feita neste ano para enfrentamento da pandemia. A previsão é de um orçamento R$ 44 bilhões menor para o SUS. Eu não consigo imaginar, com o prolongamento da pandemia e com toda a carga de doenças que virá, doenças, como a tuberculose, que progrediram, eu não imagino a sobrevivência do sistema com R$ 44 bilhões a menos. Acho que haverá responsabilidade das nossas lideranças governamentais e do Congresso de aprovar o prolongamento dos recursos emergenciais para o enfrentamento da pandemia no SUS, sem deixar de lado aos outras patologias. * RAIO-X Paulo Chapchap, 65 Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, doutor em clínica cirúrgica. Foi pesquisador e professor visitante em transplante de fígado da Universidade de Pittsburgh e é coordenador do grupo de transplante de fígado do Hospital Sírio-Libanês. Atualmente é diretor-geral da instituição.

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 05/12/2020 às 05h00

A poucas semanas das festas de fim de ano, o Brasil, assim como outros países do mundo, vê uma nova escalada no número de casos de Covid-19. O país se aproxima dos 6,5 milhões de infectados e passa dos 170 mil mortos pela doença causa pelo novo coronavírus. As taxas de ocupação dos leitos de UTI também têm registrado aumento. No Rio Grande do Sul, dados da Secretaria de Saúde do Estado apontam que 75,9% dos leitos de UTI para adultos do SUS estão ocupados e, na rede privada, a ocupação é de 89,6%. No Amazonas, a ocupação de leitos reservados para casos de Covid-19 é de 73,6% e, no Rio de Janeiro, hospitais já registram 98% dos leitos ocupados. Em São Paulo, dados da Secretaria de Saúde do Estado mostram que até essa sexta-feira (4), a taxa já estava em 54,8%. Na rede particular, é de 84%. No estado do Mato Grosso, as internações em UTIs públicas são mais baixas, 32,75% na ala para adultos. (Veja a ocupação em todas as regiões no final da nota) os números da pandemia, que pareciam se aproximar da estabilidade, deram a falsa segurança de que a rotina da população poderia ser retomada e, após alguns meses de bares, shoppings, festas e praias lotadas, os números relembram que a Covid-19 ainda é uma ameaça e que os cuidados com higiene e o isolamento social ainda são de extrema importância. Assim, a tendência é que o coronavírus afaste a população de mais duas datas importantes do ano: as festas de Natal e de Réveillon. Autoridades e médicos já começam a se manifestar pedindo que não haja aglomerações nessas datas. No último dia 23, em uma reunião virtual em Genebra, a líder técnica da Organização Mundial da Saúde para Covid-19, Maria Van Kerkhove alertou que “em algumas situações, a difícil decisão de não ter uma reunião familiar é a aposta mais segura”. Especialistas brasileiros compartilham dessa opinião. David Uip, infectologista do Hospital Sírio Libanês e membro do Centro de Contingência contra o Coronavírus do governo de São Paulo, alerta que festas devem ser evitadas. “Não dá para colocar 30 indivíduos em um mesmo lugar, não dá para fazer uma festa com 40 pessoas, pelo menos não agora”. Ele entende que, neste momento, a consciência da população será fundamental para o caminho que a pandemia irá tomar, já que os especialistas apontam que as aglomerações vistas nos últimos meses podem ter sido as grandes causadoras do aumento no número de casos da doença. “A sociedade foi muito parceira o tempo inteiro, inclusive se privando de fazer coisas, de sair, obedeceu às orientações de distanciamento social, mas as pessoas se cansaram. Só que o vírus não se cansou. Então, o que nós estamos vendo é o aumento no número de casos principalmente entre as pessoas que se expuseram de uma forma descuidada. Nós tivemos um feriado atrás do outro e depois vimos o que aconteceu. Se você olhar, o aumento ocorre após aglomerações”, disse o especialista à CNN. Mas então fica a pergunta: não será possível comemorar o Natal e a chegada de 2021? A resposta é sim, mas com os devidos cuidados, alertam especialistas. Para Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, “não é momento de viagens, nem de festa. Fique no seu núcleo familiar, fique em grupos restritos, usem máscaras. O risco será menor quanto menos pessoas estiverem no mesmo ambiente”. Jamal Suleiman, médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, lembra que recorrer à tecnologia pode trazer quem está longe para perto. “Use a tecnologia a seu favor. Hoje, com um celular você pode fazer chamada de vídeo sem custo nenhum. Natal é aniversário do menino Jesus. Você pode celebrar, pode orar, isso não tem risco. Agora, se você vai ser reunir com pessoas de fora da sua bolha, tem risco e o risco é alto”. Outro aspecto que preocupa autoridades é que, com a diminuição no número de casos de novo coronavírus nos meses anteriores, muitas pessoas voltaram a frequentar os hospitais. Estruturas que antes eram reservadas exclusivamente para pacientes com a Covid-19, agora estão desmontadas ou ocupadas por pacientes com outros tipos de doenças. Uma fase de aumento expressivo no número de casos pode gerar até mesmo um problema de logística dentro dos hospitais. Na tentativa de evitar problemas maiores, estados como São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro decidiram suspender a realização de cirurgias eletivas. Para João Prats, infectologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, talvez outras medidas sejam necessárias. “Se começarmos a observar que estamos em uma fase de ascensão de casos novamente expressiva e mantida, acho que é necessário voltarmos a restringir algumas coisas, principalmente situações que geram aglomeração. Devemos voltar a estimular o home office, voltarmos a estimular as pessoas a não irem em festas, intensificar a fiscalização. As coisas podem continuar piorando desde já se o comportamento da população não mudar’. Taxas de ocupação de UTIs em todas as regiões até o dia 4/12 SUL Paraná - Ocupação leitos UTI: 89% (adulto) | 55% (pediátrico) | Enfermaria: 66% (adulto) | 38% (pediátrico) Santa Catarina - Ocupação leitos UTI SUS: 87% (leitos gerais) Rio Grande do Sul - Leitos UTI Adulto: 80,1% | Leitos enfermaria: 32,5% SUDESTE São Paulo - Ocupação Leitos UTI: Estado: 54,8%| Grande SP: 61,7% | Ocupação Leitos Enfermaria: Estado: 43,6% | Grande SP: 55,5% São Paulo (capital) - Ocupação Geral de UTI: 57% (Hosp. Municipais: 55% | Hosp. Contratualizados: 83%) Rio de Janeiro - Ocupação UTI: 82% | Enfermaria: 65% * No total, na rede pública, 428 suspeitos ou confirmados de coronavírus aguardam transferência para leitos de internação, sendo 212 para enfermaria e 216 para UTI, que podem ser regulados para diferentes redes, seja ela municipal, estadual ou federal. Rio de Janeiro (capital) - UTI: 91% | Enfermaria: 84% * No momento (e isso é dinâmico) 344 pessoas aguardam transferência para leitos na capital e na Baixada Fluminense, sendo 162 para leitos de UTI Covid19. IMPORTANTE DESTACAR que as pessoas que aguardam leito de UTI estão sendo assistidas em leitos de unidades pré-hospitalares, com monitores e respiradores. Minas Gerais - Ocupação UTI Covid: 22,68% | Leitos clínicos Covid: 7,60%. *A taxa de ocupação geral de leitos de UTI: 64,12% | e de leitos clínicos: 68,17% para doenças além da Covid-19) Belo Horizonte (capital) - UTI Covid: 50,6% (SUS + suplementar) | Enfermaria Covid: 47,9% (SUS + suplementar) Espírito Santo - Ocupação leitos UTI Covid: 80,96% | Enfermaria Covid: 73,66% CENTRO-OESTE Distrito Federal - Ocupação de leito adulto: 50,20% | Ocupação de leito pediátrico: 60% Mato Grosso do Sul - Ocupação Leitos UTI adulto: 79% | Enfermaria adulto: 39% | UTI infantil: 0% | Enfermaria infantil: 6% Goiás - Ocupação UTI Covid: 49,62% | Ocupação Enfermaria Covid: 33,15% Goiânia - UTI: 35,45% | Ocupação Enfermaria: 30,65% Mato Grosso - Ocupação Leitos UTI: 35,24% | Leitos de UTI pediátrica: 40% NORDESTE Bahia - Ocupação UTI adulto: 73% | UTI pediátrica: 67% | Enfermaria adulto: 50% | Enfermaria pediátrica: 57% Alagoas - Ocupação UTI: 45% | UTI Intermediária: 27% | Leitos clínicos: 33% Maceió - Ocupação Leitos UTI Covid: 49% | U Intermediária: 47% | Leitos c/ respirador: 48% | Leitos Clínicos Covid: 50% Rio Grande do Norte - Ocupação leitos de UTI para Covid-19: 45.34% / Leitos clínicos: 63.27% Ocupação Reg. Metropolitana: 56,7% | Oeste: 86,4% | Seridó: 52% Ceará - UTI Estado: 61,38% | Enfermaria: 35,38% Fortaleza (capital) - UTI: 67,82% | Enfermaria: 56,78% Pernambuco - Leitos de UTI: 86% | Leitos de enfermaria: 70% Piauí - Ocupação leitos de UTI: 52,7% | Ocupação leitos clínicos: 42,4% | Ocupação leitos de estabilização: 15,5% Maranhão - Ocupação UTI Grande Ilha (São Luís): 34,83% | Leitos clínicos: 31,85% Paraíba - Leitos de UTI do estado: 55% Região Metropolitana de João Pessoa (capital) - UTI: 67% Sergipe - Taxa ocupação UTI Adulto: 58,3% público | 80,0% privado | Ocupação enfermaria: 55,2% público | 68,3% privado NORTE Acre - UTI Covid-19: 59% - 13 leitos ocupados de 22 | Enfermaria Covid: 58,9% - 43 leitos ocupados de 72 Tocantins – UTI: 36% | Enfermaria: 19% Rondônia - Ocupação UTI Macrorregião I: 58,2% | Ocupação Leitos de UTI Macrorregião II: 61,1% Roraima - UTI: 38% | Clínicos: 30% Amazonas - Ocupação leitos UTI Covid: 78,7% | Enfermaria Covid: 53,8% Amapá - Ocupação UTI Adulto: 75,41% (público) | Enfermaria adulto: 67,94% (público) | UTI Infantil: 0% | Enfermaria infantil: 33,33% Pará - UTI: 54,05% | Enfermaria: 40,82% (Com informações de Ludmila Candal)

OPERAÇÃO MESQUITA/SBT/SÃO PAULO
Data Veiculação: 05/12/2020 às 02h03

Aqui para você que está porque na nossa operação Mesquita me permita que tirar as máscaras, claro que as uso de máscara ainda é muito importante como o estoque começar esse programa no lugar aberto bem protegido, eu faço questão de poder atuar dessa marca, porque se você não me ouvir melhor, né, que estará o seguinte, eu pergunto para você que papai e mamãe, como é que estão os seus filhos, né. Como é que estão as aulas e que a gente chama de aulas com aí eles ficam muito tempo em casa. Eu tenho um filho de onze anos, né, aliás, já tem três filhos e dois de vinte sete a um filho de onze anos, né. E aí eu pergunto para você eles ficam muito tempo em casa jogo, né. As tensões aumentam o stress aumentam as crianças querem ter mais atividades esportivas, às vezes o pai não consegue levar então o que que eu fiz, eu vou dar uma dica muito importante para você e Papai Noel mais a sua mãe tiver você pode determinar o quanto com tela, pela cor da E o contrário também comer nada, porque eu explicar para vocês, ó, essas imagens que vocês estão vendo. São imagens do Colégio Santo Américo para quem não sabe que existe desde mil novecentos e cinquenta e um e é considerado um dos principais melhores colégios do Brasil. Ele foi fundado no bairro de Santa Cecília e sessenta e três, eu que para a região do Morumbi e tem mais de mil alunos e portanto, eu me sinto muito à vontade em dizer para vocês que o meu filho João Braz de Aviz, que pode para poder estudo aqui e se formou no fim foi uma figura muito especial e hoje mora em Paris e tem lá uma agência uma produtora de músicas clássicas e uma pessoa muito especial. Ao meu lado esquerdo e só fazer sim. Retirada de cada corretor do mal-estar no cargo há dois anos aqui e, na verdade é ele faz parte da história da nossa escola é porque afinal de contas, o senhor como como reitor, só para explicar por que a história do Colégio Santo Américo, ele começou como não resume para a gente se olhava ali. Nossa coleção também de como ele e faz parte de uma longa tradição beneditino e a nossa congregação, a congregação lugar, então desde todo sempre na Hungria, eu vi sim com a nossa casa, mãe. Trabalhamos com uma educação própria nossa queda de forma alguma sempre foi o mosteiro de colégio sempre se dedicou à educação baseada naqueles conceitos da escola que são Bento foi na regra com os bondes que vieram imigrantes da Hungria AP a pedido do consulado para trabalho com os imigrantes húngaros. Houve necessidade de ter essa é se manter essa tradição não ter esse costume e manter essa ligação também afetiva efetiva com os costumes da. A nossa congregação aproveitou a oportunidade, eu apresento aqui para vocês o bom doutor Ricardo Luís Afonso Fonseca, que é coordenador do programa de residência médica de Pedro e a pediatria. O coordenador médico do pronto atendimento de Pediatria e médico também da saúde escolar do sírio-libanês, na verdade, o sírio-libanês estado. Nós temos trabalhado já há alguns meses e com o colégio Santo Américo, no sentido de transformar o retorno às atividades escolares é o mais seguro possível para os alunos e para os funcionários da escola. Na sua opinião, o você com o médico a pessoa que conhece muito bem essa pandemia que todos os seres humanos, todos somos apenas né, estão passando e você acredita que para os alunos que eventualmente estão voltando agora as aulas, bom que toda a esse cuidado de não ter todo o não vai ter tanto risco assim na sua opinião. Nós fazermos as nossas orientações em protocolos internacionais e nacionais na experiência que nós estamos podendo observar da reabertura das escolas na Europa e nos Estados Unidos. As premissas são sempre as mesmas e o uso de máscaras e ambientes ventilados higiene da ambiente higiene das pessoas, o distanciamento social e a colocação dos alunos no que nós chamamos de boias sempre o mesmo grupo de alunos em contato e em contato com os professores e funcionários, A E agora é a pergunta, O senhor. É o seguinte, é uma escola Santo Amaro, como escola muito grande são mil alunos, né, ela é aberta por um ano nesse final de ano, agora, as crianças vêm sempre para cá, o que você fizer algum tipo de acordo com os pais para abrirem trezentos semanas vai funcionar, diz. Então o colégio nós fizemos uma enquete, logo no início do mês de outubro a respeito de qual seria a aceitação dos pais com respeito a volta às aulas. Nós tivemos mais de setenta por cento e cinco esse carinho, o retorno às aulas. Com o primeiro pronunciamento. A prefeitura de São Paulo dia a somente e os cursos extracurriculares foram feitos de fato e agora, com segundo pronunciamento que aconteceu e no nos finais de outubro, que começou de fato a permissão para que todo o ensino médio voltasse no dia três de Novembro, então nós retomamos as aulas presenciais com todo o nosso ensino médio é obviamente que não é obrigado a vir ao colégio, quem ainda pode permanecer em casa e ensinam híbrido, então, nós temos também o primeiro santo Américo sempre manteve o estilo híbrido e no ensino online como dissesse no início muito bem, graças a Deus. E esses alunos e eles vêm três vezes por semana, cada turma vem para o colégio fazendo um rodízio de saltos três dias por semana, todas as turmas comparecem presencialmente no Santander e na sua opinião. Os adolescentes e veja só que eu faço isso elas ficam em casa com uma em Paris, uma possível depressão e perdem tempo Sul, joguinhos, um mais isso aí atrapalha educação da criança deixá-la mais tenha filhos de amigos, nossos que ficam dez horas acorda de manhã, faz mal Leão Marinho, por moram quarenta minutos e que quando o jogo isso atrapalha a educação das crianças sobre tudo em excesso, o trabalho. Se nós vamos ter um convívio social, tudo o que é excesso de trabalho. As crianças foram forçadas a uma espécie de usar o termo Clausura forçada por uma pandemia com isso também afeta a parte cíclica das crianças e a partir de e motora de absorção do conteúdo e quando não se tem de fato o acompanhamento adequado, os meios adequados para que a educação de fato aconteça de uma forma quase que natural que estão em casa, isso facilitaria o aprendizado nas quando você tem esse cuidado de saber diagnosticar de não saber dosar, então é e acompanhar de fato essa criança em casa sim é um jogos e acesso à ociosidade excesso atrapalha sim, de uma vez aditamento da Fifa por quê. Porque só come não vai dizer se esconder de que o leva para fazer eu e minha ex-mulher, a gente deva ser para fazer a atividades e jogar no futebol do atacante, mas é importante que você se encontra com seu filho à escola que ele estava na porta, né, mas acima de tudo essa preocupação já aproveita a oportunidade de estar do Rio que você contesta mil seguinte e alguns pais têm medo de mandar os filhos para as escolas, isso tem uma justificativa ou as pessoas a partir do próximo ano já podem se acostumar ao retorno, como é que você vê isso. Olha se todos os protocolos de segurança forem seguidos que as pessoas tiverem algumas mudanças comportamento. Eu acho que é o retorno às atividades escolares é bastante seguro e mudança de comportamento que eu digo no sentido de prestar atenção se seu filho apresentando algum citou uma se tem alguém casa que está doente, se tem alguém e com o diagnóstico de ouvir de dezenove para que você não mande a criança para a escola para evitar que o aluno doente, frequente o ambiente escolar. E aproveitando a oportunidade, eu queria que o senhor o senhor você é jogar todos nós somos normais, eu essa mania de chamar senhor de você vai jogar espeto e tal, mas acima de tudo para viver Ricardo, você acredita que ainda partir do ano que vem teremos muitas restrições, duas coisas devem melhorar difícil você prever o futuro, mas com a sua opinião. Eu acho que se as coisas continuarem caminhando como elas estão caminhando o início do ano letivo do ano que vem acredito que até muito provavelmente o meio do ano. As restrições ainda serão necessárias até que nós tenhamos uma vacina de distribuição parta na população e um ao atingimento de uma imunidade de rebanho que eu acho o menos provável é que aconteça e pela. E do ponto de vista natural, acho que a vacina é a nossa maior esperança é a última pergunta o que fazer um comentário você do que claro que eu não estou falando especificamente só e da importância que tem Santo Américo das turbinas e mas aí é um santuário com e em normas e lá temos aqui campos de futebol, temos aqui e sim, na queda nas imagens aí ó, cometi um lugar muito especial nas piscinas cobertas, temos também aqui espaço para fazer ginástica de feira muito especial, mas aí eu pergunto para você e você acredita que as escolas com Campos abertos, não era mais aberto a se tem uma tendência de não ter tantos e tantos problemas e. O médico tem sem dúvida nenhuma, quanto e mais arejado mais ventilado foram ambiente mais propício, ele, ele e é para esse retorno nesse momento de pandemia a áreas ao ar livre quanto mais atividades ao ar livre, o devem ser feitas melhor e aí a o santo Américo é um colégio privilegia adolescente e eu sou suspeito para falar porque. E as atividades esportivas são muito importantes e acima de tudo há o respeito, né é a religiosidade todos as peças têm que também faz parte, né. E todos vocês que são pais e mães de precisão nos filhos de vocês tenham essa capacidade de gerenciamento, a nascente, mentalidade e da lealdade da educação, isso percebeu muito é que Dom eu queria e primeiro é para amenizar a vocês, né, eu fiz questão de fazer essa entrevista para agradecer também ao médico e a Grécia pela parceria que a escola tem como um dos maiores ou hospitais e do Brasil, que é o Senhor dos Anéis, portanto, fico muito feliz por isso me lembrando vocês de casa novamente tenho preocupação com seus filhos, a preocupação com a saúde deles e a maneira como eles devem se comportar nas aulas, você pode anotar da educação para eles e por último o que o senhor diria para os pais e as mães e C. Na máxima escolha de escolas e dependentes, elas podem vir aqui prestar também contam com a sua opinião. Voltado, primeiro também agradeço ao sírio-libanês, mais uma vez, porque o Sírio Libanês não é somente o nosso braço direito do nosso os dois braços, as nossas duas pernas que elaboraram planos que se todo esse protocolo para que nós pudéssemos e rever e reviver com os alunos aqui no nosso a nossa escola a escolha seja não existe escola ruim, existe sim, uma identidade de escolha, existe valores em que se acredita que aqueles valores que sequer motiva, então é necessário ter diálogo com os filhos para conhecer o filho e entender de fato o que o filho precisa porque o filho necessita. Então eu a mais uma identidade e uma escola nada mais é do que o prolongamento da sua casa, então se a escola se a criança se sentir de fato em casa, então essa deve ser a escola do seu filho. É um prazer ver que todo o meu melhor para sucesso e eu fico lisonjeado, poder mostrar, olha e massas, mas aí é que vocês de outros estados na de outras cidades tenham essa liberdade de ir para a gente ter acesso a escolas ao ar livre, nada contra as escolas pequenos por favor, né, não significa a qualidade e a quantidade de lugares abertos, mas sim, a qualidade das aulas de professores que só têm, então, não estou aqui falando mal de mim, uma escola que seja menor, mas que tem que ter a ética, a responsabilidade a integralidade poder ajudar as crianças a entender que nós passamos o momento é de que a gente peça e só temos que seja realmente assim, o mais rápido, possível, então isso é um assunto tem muito com meu filho, a fila para pai conta que isso vai acabar pelo amor de Deus eu falo em nome de Deus vai do dia tirar isso da gente espera que isso aconteça como idade. É isso aí, parabéns à e ao colégio Santo Américo repito brigar para você participarem dessa informação muito importante que os pais e mães e por quem autorizado eu a conversar com o nosso toque que realmente eu tomar uma figura muito querida jovem, mas com uma cabeça perfeito, para vez, obrigado, obrigado a vocês. E isso aí não. A gente continua com a nossas operações que.