Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 05/04/2021 às 22h23

A pandemia tem afetado seriamente pessoas com outras doenças. Hospital cheio, há mais de um ano, atrasa todo tipo de atendimento. Uma demora que muda completamente uma história. “Foi a pior coisa da minha vida. Você pensa do tamanho de uma azeitona que o tumor estava em março, ele já estava do tamanho de uma laranja no final do ano”, conta o empresário Rafael Vitalli. Com a emergência criada pela Covid19, o exame no pé de Rafael, que seria em abril de 2020, ficou para novembro. Foi quando ele descobriu o que tinha: um câncer raro e agressivo, só retirado numa cirurgia feita em março. “Se não tivesse parado tanto tempo ali de pandemia, talvez minha recuperação fosse diferente, o prognóstico também seria outro”, diz Rafael. O impacto da pandemia em pacientes com câncer foi quantificado em um estudo do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em parceria com a Organização Mundial da Saúde. No mundo todo, incluindo o Brasil, mais de 52% dos pacientes atrasaram cirurgias ou tratamentos como quimioterapia e radioterapia; 77,5% interromperam os cuidados; e muitas pessoas descobriram com atraso ou ainda nem sabem que tem câncer: a queda de novos diagnósticos foi de 77%. Maria das Graças precisa da biópsia para confirmar que tem um melanoma e fazer o tratamento, mas não consegue porque os hospitais estão cheios. “A gente está dentro de uma pandemia, as pessoas têm que ser salvas, só que o outro lado, fora da pandemia, também tem pessoas que precisam ser salvas”, diz a dona de casa Maria das Graças Artico Munaretto. Diante de uma pandemia que não cede, os médicos têm a certeza de que é preciso buscar maneiras de continuar diagnosticando e tratando o câncer. Até agora, o principal impacto foi causado pela própria readequação do sistema de saúde, que precisou fazer reagendamentos, deslocar profissionais e mudar a estrutura física. Mas também teve o medo dos pacientes de comparecer às consultas. O oncologista do Sírio-Libanês e consultor da OMS Felipe Roitberg diz que a telemedicina, o rastreio de pacientes em tratamento e o controle de fluxo nos hospitais são boas soluções neste momento. “O recado para o gestor é para que ele organize essas estruturas em que o paciente possa ao mesmo tempo respeitar as medidas de restrição quando elas forem orientadas pelas autoridades – além do uso de máscara para diminuir a sua exposição pública -, mas que quando necessário o paciente possa ter acesso ao sistema de saúde e que ele vá ao hospital de forma orientada, organizada e com o menor risco possível”, explica Felipe Roitberg.

JORNAL NACIONAL/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 05/04/2021 às 20h48

A pandemia tem afetado seriamente pessoas com outras doenças hospital cheio há mais de um ano atrás a todo tipo de atendimento uma demora que muda completamente uma história viva o que pensa do tamanho de uma azeitona que o tumor estava em março ele já estava do tamanho de uma laranja no final do assim como situação de emergência criada pela convide o exame no pé de Rafael que seria em abril do ano passado ficou para novembro foi quando ele descobriu que tinha um câncer raro e agressivo só retirado numa cirurgia feita no mês passado tivesse parado tanto tempo ali de pandemia talvez me recuperação seria diferente o prognóstico da também recebeu outro o impacto da pandemia em pacientes com câncer foi quantificado em um estudo do hospital sírio libanês em São Paulo em parceria com a organização mundial da saúde no mundo todo incluindo o brasil mais de cinquenta e dois por cento dos pacientes atrasaram cirurgias ou tratamentos como quimioterapia e radioterapia setenta e sete meio por cento interromperam os cuidados e muitas pessoas descobriram com atraso ou ainda nem sabem que têm câncer a queda de novos diagnósticos foi de setenta e sete por cento maria das graças precisa da biópsia para confirmar que tem um melanoma e fazer o tratamento mas não consegue porque os hospitais estão cheios por a gente estar dentro de uma pandemia é as pessoas têm que ser salva só que do outro lado fora da pandemia também tem pessoas que precisam ser salvas diante de uma pandemia que não cede os médicos tem a certeza que é preciso buscar maneiras de continuar diagnosticando e tratando câncer até agora o principal impacto foi causado pela própria readequação do sistema de saúde que precisou fazer reagendamentos deslocar profissionais e mudar a estrutura física mas teve também o medo dos pacientes de comparecer às consultas nunca lojista do sírio libanês e consultor da ms Felipe Roque Berger diz que a tele medicina o rastreio de pacientes em tratamento e o controle de fluxo nos hospitais são boas soluções neste momento o recado pro gestora que ele organize essas estruturas em que um paciente ele possa ao mesmo tempo respeitar as medidas de restrição quando elas foram orientadas pelas autoridades além do uso máscara pra diminuir a sua exposição pública mas que quando necessário o paciente possa ter acesso ao sistema de saúde e que ele vá ao hospital de forma orientada organizada e com menor risco possível.