Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

Com menos de 5% da população vacinada contra Covid-19, especialistas debatem cenário e perspectivas para a imunização no Brasil 4 de março, 2021 Promovido pela Anahp de forma gratuita, o evento online contará com a participação de representantes da Anvisa, Hospital Sírio Libanês, Albert Eisntein e União Química A pandemia de Covid-19 segue atingindo graves e preocupantes índices em todo país. Na última semana, o Brasil chegou à marca de 250 mil mortos pela doença, com hospitais registrando 100% de ocupação em diversos estados e às sombras de novas variantes do vírus, com poder de transmissão ainda maior. Dados do Coronavirus bot, que compila informações das secretarias estaduais, mostram que o número de vacinados com a 1º dose representa apenas 3,3% da população brasileira, mesmo com a urgência que a situação requer. Para entender os desafios em vacinar mais de 200 milhões de pessoas, discutir sobre os caminhos viáveis para acelerar o processo de imunização e sobre como isso tem sido gerido no país, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promove mais uma edição do Anahp AO VIVO, dia 11 de março, às 18h, com o tema “Vacinação: cenários e perspectivas”. O evento online contará com a participação de Gonzalo Vecina, médico sanitarista, fundador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Miguel Giudicissi Filho, diretor médico científico da União Química Farmacêutica Nacional S/A; Paulo Chapchap, conselheiro da Anahp e diretor geral do Hospital Sírio-Libanês; e Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein. A moderação ficará por conta de Ary Ribeiro, editor do Observatório Anahp e CEO do Hospital Infantil Sabará. As inscrições para acompanhar o debate são gratuitas e devem ser feitas pelo link: https://anahp.zoom.us/webinar/register/WN_tQwptMOTSeWsTbPEtx9JEQ.

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 03/03/2021 às 03h00

UTIs de particulares batem nos 100% de ocupação com covid-19 Esforço dos hospitais Einstein, Sírio e Oswaldo Cruz, entre outros, é de preservar espaço para as cirurgias eletivas Renata Okumura 4 Pelo menos quatro grandes hospitais privados da capital paulistaEinstein, Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa e São Camilo informam ter atingido nos últimos dias 100% de ocupação de suas UTIs para internados com covid-19. Com isso, já ♦ trabalham na abertura de novos leitos. Ao contrário da Prevent ♦ Sênior, que decidiu suspender as cirurgias eletivas para evitar ♦ superlotação, as unidades consultadas optaram por manter os procedimentos considerados de não emergência. Na semana passada, reportagem do Estadão mostrou que a escalada de casos do novo coronavírus, somada às internações de pacientes com doenças crônicas, colocou pressão em hospitais particulares de elite de São Paulo, que já operavam com ocupação acima dos 90% nos leitos de enfermaria e UTI, somando alas de covid-19 e de outras doenças. Com 153 internados por covid, a ocupação total no Hospital Albert Einstein era de 100% parapacientes com o novo coronavírus e outras enfermidades. Na quinta-feira, era de 99%, em razão, predominantemente, da realização de cirurgias eletivas que ficaram represadas nos primeiros meses da pandemia foram retomadas. Mesmo com o cenário preocupante, o Einstein não prevê cancelar procedimentos eletivos. • Superlotação 153 leitos ocupados tinham ontem o Einstein para casos de covid, o que representava lotação total do setor. No Oswaldo Cruz, a ocupação chegava a 85% e, no Sírio-Libanês, a 91%. Dados de ontem do Hospital Oswaldo Cruz mostram que há 140 pacientes internados com covid-19, sendo 82 em unidade de internação e 58 na UTI. As taxas de ocupação são de 85% e 100%, respectivamente. Segundo o hospital, 13 novos leitos em unidade de internação foram abertos e 5 novas vagas de UTI serão abertas ainda em março. Mas Antônio Bastos, diretor médico do Oswaldo Cruz, avisa que as cirurgias eletivas estão mantidas. “A despeito da pandemia, temos alta prevalência, na população, de doenças crônicas não transmissíveis (cardiovasculares, respiratórias, câncer, diabetes e problemas digestivos), além das ortopédicas e neurológicas”, avalia. Ainstituição acompanha diariamente as tendências da pandemia para adotar ações de forma dinâmica para lidar como aumento da demanda. No Sírio. No Sírio-Libanês, as eletivas também estão mantidas. A taxa de ocupação total no hospital chegou a 96% na sema Exclusivo. Einstein criou alas só para pacientes com covid. na passada e a 91% nesta terça, Segundo a unidade, há 170 internados com suspeita ou confirmação de covid-19,49 deles em UTI. Levando em consideração todas as enfermidades, estão ocupados 497 leitos. A Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP) também registrou, anteontem, ocupação NILTON FUKU DA/ESTA DÃO -30/4/2020 de 100% com 97 pacientes com covid-19 internados. Desses, 47 estão em leitos de UTI. “Nosso sistema de gerenciamento de leitos permite fazer rapidamente os ajustes na quantidade destinada aos casos de covid, garantindo o atendimento de todos os pacientes”, afirma Luiz Bettarello, médico e diretor de Desenvolvimento Técnico da BP. Dos mais de 800 leitos existentes, a BP tem disponíveis hoje 97 a pacientes com covid-19 e as cirurgias eletivas estão sendo realizadas normalmente. Já a taxa de ocupação dos leitos para covid no Hospital 9 de Julho chegava na segunda a 85%. Na unidade, além de tratamento para o novo coronavírus, as especialidades mais procuradas são oncologia, urologia, ortopedia, neurologia, gastroenterologia e intervenções em casos de politraumatismo. O cenário é semelhante, na Rede São Camilo, que tinha na segunda-feira 203 pacientes internados com covid-19 em suas três unidades. No momento, a taxa de ocupação dos leitos destinados à doença atingiu o nível máximo da rede. “Novos leitos serão oferecidos nos próximos dias”, afirmam fontes do hospital, que também prossegue fazendo cirurgias eletivas. Em contrapartida,para evitar superlotação e surgimento de novas variantes da covid, a Prevent Sênior decidiu suspender a realização de cirurgias eletivas e consultas presenciais de casos semgravidade. Segundo a maior operadora de saúde voltada à terceira idade, a decisão foi tomadaparaproteger seus mais de 500 mil beneficiários.