Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 02/09/2020 às 14h38

Um estudo brasileiro concluiu que o uso do corticóide dexametasona reduz o tempo que pacientes adultos infectados pelo novo coronavírus precisaram do uso do respirador na recuperação dos infectados. A conclusão foi publicada nesta quarta-feira (2/9) na revista científica Journal of the American Medical Association (JAMA). Os especialistas acompanharam quase 300 pacientes e observaram que os infectados que fizeram uso do medicamento demoraram 6,6 dias para necessitar suporte respiratório. Já os que não usaram o corticoide, precisavam fazer uso do respirador em quatro dias, ou seja, mais rápido. O estudo foi produzido pelo grupo Coalizão Covid Brasil, que reúne diversos hospitais e centros médicos do país. Estão entre eles o Hospital Israelita Albert Einstein, o Hospital do Coração (HCor), o Hospital Sírio-Libanês, a BP (A Beneficência Portuguesa de São Paulo) e a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). A coalizão foi lançada em 23 de março de 2020 e tem como objetivo avaliar a eficácia e segurança de potenciais terapias para pacientes da covid-19. Outras evidências em junho, um estudo britânico mostrou que o corticóide dexametasona tem efeito comprovado na redução de mortes em decorrência da covid-19. O resultado foi anunciado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Em testes com mais de 6 mil voluntários, a dexametasona reduziu em um terço a taxa de mortalidade entre pacientes que enfrentam estágios críticos da doença.

ESTÚDIO I/GLOBONEWS/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 02/09/2020 às 13h08

Síndrome respiratória aguda grave causada pelo dezenove foto guilherme balza tem os detalhes kieza guilherme tornaria muito ser boato momento que cuide anti-inflamatório amplamente utilizado triste reumatismo dos de alergia mais graves tudo foi realizado retornados e com o que ouvi de dezenove a síndrome respiratória aguda grave são desse remédio de uso pulmonares o que é uma boa noite fundamentais respirador muito agressivo oferece risco o menor tem melhor também liberando de forma mais cpi no momento em que a e de leitos a coalizão internacional e nove aldo também foi realizado em nove países aqui no brasil foi realizada principais hospitais do país e saiu agora à o ms fiz um painel mais e já emitiu uma forte recomendação para utilização julgamento alternados e grave da doença a recomendação é de uma dose diária de e gramas na veia ou oral ficou ótimo por uma arte os dados só aqui no brasil aqui no brasil dezessete de abril com duzentos e noventa e nove pacientes autor aguda grave internados a média trinta e um anos ribeirão xcode e dez dias dos na veia e quarenta e oito é não receberam e aí numa segunda arte a gente mostra aquele espaço beberam o corticoide ficaram em média seis que não utilizaram o corticoide ficaram tudo de agora um complemento de um outro atrás coordenado pela universal a dioxina e seis mil pacientes bigode e o efeito a ou pisaram o medicamento afetou agora também chega e mais não há o eu sou mortal objeto do estudo era justamente calcular a internação de uso dos reis tudo já foi revisado tudo na revista e ficar jama reconhece o médico do sírio libanês julgamento ele serve só para estão internados fato grave nos leve da doença vamos oi sneh ou bem a gente entender ï e tem um momento risada pesada em todos os desculpa vinte dezenove tom como a ver um útero eliminada do fora da não risada pelo portanto o estudo britânico quanto estudo brasileiro quanto outros que podem vir.

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 10H/GLOBONEWS
Data Veiculação: 02/09/2020 às 12h17

O evento rolou mais cedo aqui risos e pela unifesp com medicamentos que podem ser usados no tratamento da corrida dezenove agora a gente fala de um outro e sobre o uso de corticoides em ocorrido dezenove em estado grave resultado atentados hoje conta pra gente hannibal falando Paulo como é que seria a esse tratamento quais os resultados que informações siglea e boa tarde oi raquel muito boa tarde pra você voltar nos acompanhou nesse momento esse remédio é um corticóide anti-inflamatório utilizado em alergias graves reumático artrite e outras doenças e esses muito grave internados em uti com síndrome respiratória aguda grave e a conclusão é aquilo a utilização que código dúvida realização de respiradores muito boa e embora seja o risco é um tratamento muito agressivo então é uma notícia boa pode ajudar o tempo sua utilização de permanência do paciente num leito de uti liberando a espaço para outros pacientes uma vez que e seis nesse momento de leitos de uti a gente preparou uma arte para mostrar os dados pesquisa a pesquisa foi realizada nos pacientes abril júlio e em duzentos e noventa e nove pacientes internados doutor é aguda grave e média tem um anos sempre receberam este corticóide por dez dias na veia e quarenta e oito mais ou menos não receberam o medicamento e aí numa segunda arte a gente mostra deitados cuspa pisaram o corticoide ficaram seis dias sem utilizar o respirador por que não receberam o corticoide ficaram a pena pisar o respirador todo brasileiro é um complemento de um outro feito pela jogos dos seis mil não é que a utiliza remédio dos a mortalidade é a mesma brasileiro muito embora não há nenhuma por que eu estudo brasília justamente inspiradora foi feita por vários países não só ao brasil nove países tudo já foi publicado na revista scajola uma revista portanto porque ainda hoje ao mundial da saúde é recomende a utiliza atualmente cientes grave dizer que esse é ele que provocou pelo menos né ele pacientes nenhum efeito colateral essa é uma outra mas esse medicamento corticóide ele é recomendado pra e t i a grávida ou até conversei com um dos médicos preparam luciano que é médico do sírio libanês que não serve esse remédio não serve li e ouvi de dezenove avisado quadro leve vamos acompanhar ela é usada em alguns países nem ou o que quer também a gente entender que é esse medicamento precisa ele tem um momento adequado de ser utilizada ele não pode ser utilizado em todos os jovem de dezenove anos no o mover uma utilização indiscriminada do fora da da da da indicação preconizada pelo no entanto o estudo britânico quanto estudo brasileiro quanto outros estudos eventualmente que podem vir a sair hoje estou na expectativa da nas próximas horas dá o mas um posicionamento sobre a utilização remédio a recomendação discóide e com você obrigada bauza são paulo bom trabalho pra você seguimos agora

GUIA DA FARMÁCIA
Data Veiculação: 02/09/2020 às 12h00

Hoje, há três principais linhas de pesquisa: moduladores do sistema imunológico, antivirais e terapia com anticorpos há três grandes linhas de pesquisas que buscam a cura de infectados pelo Sars-CoV-2. Elas focam no uso de antivirais, de anticorpos e de substâncias que modulam o sistema imunológico. Testes em projetos diversos têm surtido resultados promissores no mundo, há cerca de 15,6 milhões de recuperados: em testes, corticoide dexametasona evita uma morte em cada oito doentes ventilados A grande expectativa global em torno da covid-19 é o sucesso no desenvolvimento de uma vacina. Mas, embora a prevenção seja crucial para pôr fim a uma pandemia que já matou mais de 820 mil pessoas pelo mundo, não é menos importante a descoberta de tratamentos para os infectados — por ora, 8,4 milhões, desconsiderando os 15,6 milhões recuperados. Como as estimativas são de que o Sars-CoV-2 continue circulando por um bom tempo, enquanto alguns grupos de pesquisadores buscam a imunização, outros correm atrás de terapias efetivas. Hoje, há três principais linhas de pesquisa: moduladores do sistema imunológico, antivirais e terapia com anticorpos (produzidos no soro de convalescentes ou em laboratório). De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 150 medicamentos preexistentes, com indicação inicial para outras doenças, sendo testados, inclusive, no Brasil. Enquanto algumas tentativas se mostraram um fracasso — caso do antimalárico cloroquina e do vermífugo ivermectina —, outros fármacos testados clinicamente são promissores, e um deles está salvando vidas. Como tratar a Covid-19 É o caso do corticoide dexametasona, apontado pelo Recovery Trial como o mais importante medicamento, atualmente, para pacientes de covid-19 em estado grave. Esse grupo de pesquisa, conduzido pela Universidade de Oxford — a mesma que desenvolveu uma das vacinas em testes no Brasil — é a maior iniciativa mundial em busca de um tratamento para a doença. Lançado em abril, o consórcio de cientistas fez estudos sobre três remédios já existentes: a hidroxicloroquina (reprovada), o anti-HIV lopinavir-ritonavir (reprovado) e a dexametasona. Essa última droga, testada em 2.104 pacientes, comparados com 4.321 que receberam o tratamento usual, reduziu em um terço o número de mortes entre os com ventilação e em um quinto entre aqueles que receberam apenas oxigênio. “Com base nesses resultados, o tratamento poderia evitar uma morte em cada oito doentes ventilados, ou uma em cada 25 doentes apenas com necessidade de oxigênio”, concluíram os pesquisadores. O mecanismo de ação da dexametasona consiste em combater as inflamações geradas pela resposta exagerada do sistema imunológico, que causa graves danos aos pulmões e a outros órgãos vitais. O medicamento também foi testado em 40 centros médicos brasileiros, com 299 pacientes, como parte das investigações da Coalizão Covid-19, um consórcio de pesquisadores brasileiros que estuda a eficácia e a segurança de drogas para combater a doença. Os resultados devem ser publicados em breve. A Coalizão, da qual fazem parte instituições como os hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein, Moinhos de Vento e HCor, entre outros, publicou, em julho, o resultado do primeiro estudo do grupo sobre a hidroxicloroquina e concluiu que o medicamento não tem efeito no tratamento da covid. Agora, iniciará testes com dois antivirais desenvolvidos inicialmente para hepatites e que se mostraram promissores em pesquisas realizadas no Irã: o sofosbuvir e o daclatasvir. Drogas combinadas Esses medicamentos, combinados, reduziram o tempo de internação e o número de óbitos em uma amostra de 66 pacientes, divididos em dois braços, sendo que um recebeu ambas as drogas, e outro, a ribavirina, usada no tratamento da hepatite C. No primeiro grupo, a mortalidade foi de 6%, e no segundo, de 33%. Sharin Merta, professor da Universidade de Ciências Médicas de Teerã e autor do estudo, afirma que a próxima pesquisa — que inclui o Brasil — será realizada em cinco centros clínicos, com mais de 2 mil pacientes. Os resultados são esperados para outubro. Merta, porém, é cauteloso: “Conduzir pesquisas em meio a uma pandemia, com hospitais lotados, é um desafio, e não podemos ter certeza do sucesso”, pondera. Em pesquisas in vitro, realizadas com três diferentes linhagens de células infectadas pelo Sars-CoV-2 e lideradas pelo Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), cientistas atestaram a eficácia do sofosbuvir e do daclatasvir — em especial, da segunda droga. Os resultados foram divulgados na plataforma de pré-publicação on-line bioRxiv e mostraram que os dois antivirais impediram a replicação do coronavírus nas células. O daclatasvir, porém, teve um efeito mais poderoso e, como já é comprovadamente seguro, pois faz parte do tratamento de pacientes de hepatite C, foi considerado promissor, segundo Tiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fiocruz e principal autor do estudo. “Esses resultados sugerem fortemente que o daclastavir, por seus efeitos antiSars-CoV-2 e anti-inflamatórios, pode trazer benefícios para os pacientes com covid-19.” Formas de tratar a Covid-19 Na linha de modulação do sistema imunológico está o interferon beta, uma proteína produzida naturalmente pelo corpo e sintetizada em laboratório. No fim de julho, um estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que a substância reduziu em 79% o risco de evolução da doença, seja em relação à ventilação mecânica, seja ao óbito. O número de pacientes testados, 101, contudo, exige que novos estudos sejam feitos, ao contrário da dexametasona, cujos resultados foram considerados conclusivos. Uma outra promessa é o remdesivir, medicamento desenvolvido originalmente para o ebola e que mostrou bons resultados em testes realizados até agora. Diferentemente da dexametasona, trata-se de um antiviral que, embora não tenha demonstrado impacto na mortalidade dos pacientes, reduziu o tempo de internação hospitalar de 15 para 11 dias, em um estudo com 1.063 pessoas, coordenado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid), dos Estados Unidos. Mas um estudo na China com a mesma droga não mostrou benefícios potenciais, evidenciando a necessidade de mais testes com a substância. Foto: Shutterstock Fonte: Correio Braziliense Não se automedique, consulte um profissional de saúde. Cadastre-se no nosso Whatsapp COVID medicamento coronavírus remédio covid tratamento covid19.

ZERO HORA/PORTO ALEGRE | Outros
Data Veiculação: 02/09/2020 às 03h00

Sete mil novos mesários voluntários no Estado Desde maio, mesmo com a pandemia em curso, 7 mil novos voluntários se ofereceram para atuar como mesários nas eleições deste ano no Estado. A procura é vista, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS), como sinal de confiança, que pode ajudá-la suprira possível ausência de mão de obra nas votações em novembro. O órgão não sabe informar quantos dos 96 mil convocados (68% deles voluntários) pedirão dispensa, já que os chamamentos ainda estão em andamento. Não a temor de que o volume seja maior do que em disputas anteriores, apesar de todas as medidas de segurança previstas. Além disso, desta vez estão sendo chamados 14 mil mesários a menos do que o registrado no pleito de 2018 (redução de 14,6%). O decréscimo deve-se à queda da quantidade de umas no Estado - em parte, pelo envio de equipamentos outras pontos dos Brasil com déficit de aparelhos e pela decisão de ampliar o distanciamento entre as urnas em seções com menor espaço. Para compensar as perdas e evitar problemas, o TRE-RS decidiu convocar mais secretários de prédio, que têm uma série de funções, entre elas a de orientação nos locais de votação. Ainda que também possam pedir dispensa, a expectativa é de que cheguem a 12 mil em 2020, contra 5 milhem 2018, aumento de 140%. Com a covid-19, terão papel ainda mais importante, atuando no controle das filas, garantindo o distanciamento mínimo, respondendo dúvidas e até mesmo assumindo o lugar de mesários ausentes. Se tudo der errado, servidores do Judiciário ficarão de sobreaviso para cobrir as lacunas. Drauzio Para ampliar o contingente de apoiadores espontâneos, está em andamento uma campanha de estímulo, estrelada pelo médico Drauzio Varella. Nas peças de propaganda, ele pede a cooperação de quem não está nos grupos de risco tem menos de 60 anos. A Justiça Eleitoral trabalha na preparação de protocolos rigorosos de saúde, com apoio da Fiocruz e dos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês. A intenção, conforme o presidente do TRE-RS, desembargador André Villarinho,é conscientizar as pessoas de que serão adotadas todas as medidas possíveis para minimizar danos.

O ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL/CAMPO GRANDE | GERAL
Data Veiculação: 02/09/2020 às 03h00

Escolas de elite terão testagem e áreas de isolamento na volta às aulas Educação Capital paulista ainda não estipulou data para o ensino presencial ainda sem data definida para o retorno às aulas presenciais, escolas particulares de São Paulo já montaram estruturas hospitalares e de testagem frequente para receber os alunos. Uma das principais escolas da elite paulista, a St. PauFs School, criou uma área de isolamento, com profissionais e equipamentos médicos, para alunos e funcionários que apresentem sintomas durante as aulas, e definiu um plano para testagem semanal de toda a comunidade escolar. A nova estrutura médica montada foi definida em parceria com hospitais, que adaptaram a estrutura de saúde para o ambiente escolar. Apesar de não informar o custo das instalações, o colégio diz que o valor foi significativo. Muitas escolas têm enfrentado queda de matrículas ou dado desconto aos pais por causa da pandemia. O plano de retorno da St. PauFs foi feito com o Hospital Sírio-Libanês e com o laboratório Mendelics. A primeira ação antes da volta às aulas presenciais será a testagem de todos os alunos e funcionários. Só poderão ir à escola aqueles que testarem negativo. Depois disso, os testes serão feitos semanalmente. Todos que entrarem na escola também terão a temperatura medida. Em casos de febre, o aluno ou funcionário será levado para a área hospitalar de isolamento dentro da unidade, que conta com cilindros de oxigênio. No local, haverá profissionais da saúde treinados pelo Sírio-Libanês para fazer o primeiro atendimento antes de encaminhar a outro serviço médico e testagem. “Esses procedimentos vão nos ajudar a assegurar até onde é possível que todos dentro da escola estão negativos para COVID-19”, diz a apresentação do plano às famílias. Se apresentar sintomas, orientação é para ficar em casa O colégio Humboldt, em Interlagos, também preparou a enfermaria e treinou profissionais para fazer o primeiro atendimento a quem apresentar sintomas depois que já estiver dentro da escola. “A orientação é a de que ninguém vá para a aula se apresentar sintomas, mas eles podem começar a se manifestar depois de o aluno ou professor já estar na escola. Por isso, nos preparamos também para essa situação”, disse Fábio Martinez, diretor-executivo da unidade. Caso algum aluno, que tenha frequentado as aulas, apresente resultado positivo para o teste, o colégio definiu que serão dispensados das atividades presenciais toda a turma e funcionários que tenham tido contato com ele. “Montamos um procedimento de rastreabilidade para saber quem deveremos afastar nesses casos.” Hospital orienta distância entre carteiras e recreios separados O protocolo de segurança do colégio Humboldt foi feito pelo Hospital Oswaldo Cruz, que também treina os professores e funcionários para lidar com as novas regras de distanciamento social e higiene. “Eles nos orientam sobre o que deve ser prioridade e como agir em situações que o protocolo não for seguido. Dentro de uma escola, precisamos pensar no que fazer com uma criança pequena que tirar a máscara, dois alunos que se encostem durante uma brincadeira”, explicou Martinez. O hospital orientou o colégio a aumentar a distância entre as carteiras, fazer recreios em períodos separados para cada turma, abrir três novas entradas ea criar rotas, com indicações no chão e até com separação de acrílico, por onde os alunos podem circular nos corredores e ambientes coletivos. Para Ana Paula Pinho, diretora-presidente do Hospital Oswaldo Cruz, os protocolos de saúde mais eficazes para o retorno das atividades presenciais são os específicos para cada local e que levantem o maior número de situações possíveis dentro de uma escola. “O bom protocolo é o que pensa em tudo o que pode dar errado, e isso só pode ser construído com os professores”, disse. “São eles que nos dizem como é a rotina da escola, o que os alunos podem ter dificuldade de seguir e é a partir daí que simulamos todas as situações. Sem a parceria com os educadores, não é possível fazer um bom plano de retomo.” Reprodução lasbela Palhares Folhapress

DIÁRIO DO COMÉRCIO/BELO HORIZONTE | GERAL
Data Veiculação: 02/09/2020 às 03h00

Há sempre ganhadores nas crises O mundo está cada vez mais acelerado em um planeta que se transforma também muito rápido. A quarentena em função do Covid-19 ainda é uma realidade, depois de cinco meses no Brasil, mas terminará e como ficará o mercado corporativo? Negócios que já existiam, mas ainda estavam engatinhando, foram acelerados em razão do isolamento social. Ideias que sairiam do papel daqui a 10 anos, já se tomaram realidade. Os indivíduos, de maneira geral, como um todo têm consumido produtos digitais como nunca havia antes. Reuniões de trabalho, aulas (em todos os níveis de ensino), negociações, happy hours, hoje ocorrem por meio de aplicativos de videoconferência, como Zoom, Teams ou Skype, entre outros. Simultaneamente, as ligações via WhatsApp ou Facetime têm se tomado corriqueiras. Diante deste cenário, o primeiro setor beneficiado pela crise é o de telecomunicações, afinal, sem infraestrutura de banda larga, a maioria das tecnologias utilizadas hoje diariamente seria inviável. Em outras palavras, toda crise gera oportunidades para alguns e obstáculos para outros. Há sempre alguém ganhando na crise, funciona mais ou menos assim: se a carne está cara demais, as pessoas compram linguiça. Assim, o dono da butique de carnes registra prejuízos durante a crise, ao passo que o vendedor de linguiça comemora seus lucros. Ao aplicar esta constatação à realidade atual dos cinemas, por exemplo, fica claro que muitos espaços devem fechar em razão do isolamento social. Por outro lado, os aplicativos e sites de streaming, como Netflix, Youtube, Globo Play, Amazon Prime, entre outros, registram recordes de audiência, dia após dia. Independentemente do momento de crise, o consumo de bens e serviços não cessa, o que ocorre é o redirecionamento do consumo, com a geração de novas oportunidades de mercado. Este é também o caso das Fintechs, que ganharam espaço no mercado uma vez que o acesso às agências bancárias está limitado. O PicPay, por exemplo, registrou a marca de 20 milhões de usuáriose seu crescimento foi notoriamente acelerado em razão do isolamento social, vez que o acesso às agências bancárias foi restringido. Do mesmo modo, com os bares e restaurantes fechados, os aplicativos de delivery como iFood, Shipp e Rappi se tornaram os queridinhos dos lares brasileiros. Seguindo a tendência da digitalização dos serviços, o Hospital Sírio-Libanês de São Paulo lançou uma ferramenta de atendimento remoto, sendo assim, tomou -se pioneiro na implantação da Telemedicina no Brasil. A ferramenta promete diminuir o contágio dos profissionais de saúde, quebrar as barreiras físicas entre o paciente e o hospital e, ainda, aumentar exponencialmente o acesso à saúde. A moral da história é que ou a empresa tenho e um negócio que funciona on-line ou ela simplesmente não existe. Todos os segmentos estão migrando para as plataformas digitais e o caminho parece não ter volta. Saúde, educação, lazer, finanças, alimentação, vestuário, você escolhe. Tudo agora é digital. Portanto, se sua empresa ainda não está surfando nesta nova onda, corra para adaptar-se e aprender tudo que puder sobre a nova Era Digital. Isso inclui conhecer as tecnologias disruptivas, as exigências da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), entre outras demandas jurídicas digitais, e assegurar a ciber segurança. Estes são requisitos essenciais para garantir a sobrevivência e a competitividade dos seus negócios. Mãos à obra. *Advogadona Fass Legal TUFFY NADER

CORREIO POPULAR/CAMPINAS | Outros
Data Veiculação: 02/09/2020 às 03h00

Teste de saliva contra a Covid-19 será aprimorado Acordo assinado entre o Centro de Química Medicinal da Unicamp, um laboratório de genômica e uma empresa de pesquisa vai aperfeiçoar o teste de saliva para a detecção do novo coronavírus. página A5 Parceria aperfeiçoa e barateia teste de Covid Unicamp, Mendelics e Embrapii unem conhecimentos e esforços COOPERAÇÃO III ACORDO II Da Agência Anhanguera O Centro de Química Medicinal (CQMED) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) assinou um acordo com o laboratório de genômi- União amplia a disponibilidade no Brasil ca Mendelics ea Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) para o aperfeiçoamento do teste de saliva para Covid-19. O CQMED ficará responsável por desenvolver dois reagentes-chave do exame que são importados, sendo que a Mendelics procederá aos testes. A ideia é unir a expertise do centro da Unicamp no design e produção de enzimas específicas em escala e a logística da Mendelics. Deste modo, a expectativa é ampliar a disponibilidade destes componentes essenciais para a autonomia do Brasil na produção desses testes. Os parceiros consideram que, atualmente, um dos principais gargalos do combate ao coronavírus é a testagem em massa da população. No caso, porque sua realização ampla, rápida e acessível é fundamental para rastrear o vírus, identificar rapidamente novos casos e impedir a transmissão da doença. "O teste denominado RTLAMP tfPARECOVID traz segurança no retomo às atividades de trabalho presenciais, em escolas e lazer. A produção brasileira de insumos pelo CQMED ampliará a disponibilidade do teste no Brasil, reduzirá custos e garantirá fornecimento independente da demanda mundial por testes", afirma o diretor executivo da Mendelics, David Schlesinger. O novo teste molecular de Covid-19 foi desenvolvido pela Mendelics em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. É capaz de identificar a presença do vírus em amostra de saliva durante o período de infecção ativa. Assim como o RT-PCR, ele não detecta os anticorpos de pessoas já recuperadas, mas sim o próprio vírus. O protocolo é baseado em uma técnica chamada de "transcriptase reversa com amplificação isotérmica mediada por loop" ou RT-LAMP. Esta técnica já é utilizada para diagnóstico de outras doenças como Dengue, Chikungunya, Hepatite Ae Zi ca. O RT-LAMP tfPARECOVID foi lançado em junho pela Mendelics e tem a sensibilidade ea especificidade comparáveis ao RT-PCR, além de possibilitar a autocoleta não-invasiva sem a necessidade de swabs (cotonete estéril que serve para coleta). O teste de saliva consegue manter a estabilidade da amostra por até três dias em temperatura ambiente e suprime a etapa de extração do material genético (RNA) do vírus. A tecnologia desenvolvida para este teste é capaz de produzir resultados em poucas horas, muito mais rápido que os testes de RT-PCR disponíveis, sendo que o custo do RTLAMP é cinco vezes menor que o RT-PCR — encontrado, em média, por R$ 350 — cujo fornecimento de insumos está fortemente limitado em todo o mundo. "A produção brasileira de insumos ampliará a disponibilidade do teste no Brasil, reduzirá custos e garantirá fornecimento independente da demanda mundial." CRISE GLOBAL DAVID SCHLESINGER Diretor executivo da Mendelics 5 VEZES Menos éo custo do teste RT-LAMP em comparação com o RT-PCR A disponibilização dos testes ajudará a ampliar a testagem, eficiente meio de conter a disseminação da doença