Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 01/02/2021 às 15h11

O plano de Saúde da Câmara Legislativa (CLDF) incluiu o Hospital Sírio-Libanês entre as unidades com possibilidade de atendimento médico. A assinatura do termo de credenciamento está marcada para ocorrer na próxima quarta-feira (3/2). Para o vice-presidente da Casa, deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), responsável pela gestão do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores (CLDF Saúde/Fascal), a assinatura será “um ato simbólico, porque representa o retorno da credibilidade do nosso plano no mercado”. Centro de referência internacional em saúde, o Sírio-Libanês é uma das referências em atendimento hospitalar no Brasil. De acordo com Delmasso, o credenciamento faz parte da estratégia de ampliar o número de instituições conveniadas diretamente com o CLDF Saúde/Fascal a fim de reduzir os custos, ao mesmo tempo em que oferecerá mais opções aos usuários, principalmente em outras unidades da Federação. Por isso, o plano vai iniciar consulta aos associados para avaliar quais estados devem ser prioritários. Atualmente, o atendimento em outros estados é feito por meio do Unimed Central Nacional, com taxa operacional de 15% paga pelos beneficiários. “Vamos realizar essa pesquisa para credenciarmos grandes hospitais nas capitais brasileiras”, anunciou a gerente-coordenadora do plano, Vanessa Malafaia. De acordo com ela, não haverá essa cobrança extra, além da co-participação, para atendimentos realizados pelos credenciados diretos. “Se um associado estiver em viagem, poderá ter sua saúde assistida em nossa rede direta, como também se tiver dependentes que moram em outra cidade”, explicou. Com informações da CLDF

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | ESTÚDIO CBN
Data Veiculação: 01/02/2021 às 14h13

Vão em frente também frente aqui e acionando a nossa reportagem depois de Brasília que que a gente tem nada é de São Paulo São Paulo, vitória, Abel tem informações sobre a liberação de exportação ou de importação, né. De mais 5 o 1600 litros de insumos da China se fala vitória, boa tarde. Boa tarde. Tatiana, boa tarde. Aos ouvintes, a isso mesmo. O governo da China já liberou a exportação de mais 5 o 1600 litros de insumo para a produção da cura Navarro, aqui no Instituto Butantan. Essa informação foi dita pelo Instituto Butantan pelo governo paulista em coletiva de imprensa, a quantidade é suficiente para a produção de 8.700 mil doses da vacina com chegada prevista no Brasil para o dia 10 de fevereiro, a gente lembra que outros 5400 litros do insumo da cura na Vasco já vão chegar aqui no Brasil, na quarta-feira à noite, aeroporto de Viracopos. Portanto, a gente tem um total a chegada de mais de um total de 11 mil litros insumos da cura na vá que neste mês de fevereiro, totalizando o que vai resultar em 17.000.300 300 mil novas doses da vacina que vão começar a ser produzidas pelo Butantan e serão disponibilizadas até a 1ª quinzena de março, de acordo com o diretor do Instituto Butantan de nas cordas nas provas afirmou que a liberação de um objetivo, a meta de liberação pelo instituto é de 600 mil doses diárias, a partir do dia 25 o de fevereiro de forma ininterrupta ininterrupta. E já foi feito, inclusive também, de acordo com Dilma as contas um pedido de mais 8 mil litros de insumos Paracuru na vacas pedido foi feito um novo pedido, portanto, ainda não tem prazo de liberação, prisão ou pedir o objetivo do Instituto Butantan é que até o final de julho ou início de agosto e a Inter é um pouco a entrega total de 100 milhões de doses da vacina pura na FAC para o Ministério da Saúde, a gente lembra 46 milhões de doses até o mês de abril até o final de abril e depois daquele novo lote que já foi negociado com o Ministério da Saúde, provavelmente o contrato de compra será assinado amanhã, novo lote de 54 milhões de doses, inclusive nas quartas já disse que o Ministério da Saúde pediu as informações para a formação desse contrato de compra e 54 milhões de doses e portanto, o contrato deve sim ser assinado. Amanhã, além disso, Tatiana, que no Estado de São Paulo, o governo anunciou a liberação distribuição na verdade de 587 mil doses da vacina do Butantã até quarta-feira para todas as regiões do estado, como isso, o Estado de São Paulo já vai te distribuídas mais de 1.000.001 milhão e novecentas mil doses o suficiente para terminar toda a 1ª etapa de vacinação. Os profissionais da saúde indígenas e quilombolas iniciar a vacinação em idosos que começa no dia 8 de fevereiro com idosos acima de 90 anos e a previsão do Governo e até que o até o fim de fevereiro até o fim deste mês, idosos de 80 ano acima de 80 anos já estejam vacinados no Estado de São Paulo deste ano é muito densa e a informação da vitória dela em São Paulo.

SP1/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 01/02/2021 às 12h36

media trinta e seis estão de volta a partir de hoje quem precisar de atendimento para casos mais leves em seis hospitais da grande são paulo vai ser orientado a procurar outras unidades é que o governo do estado restringiu a entrada apenas para pacientes graves nesses locais quatro ficam aqui na capital o thiago choi passou em dois deles durante a manhã e agora a conversa ao vivo com a gente boa tarde pra vocês como é que tá sendo esse o primeiro dia de mudança como é que as pessoas tão recebendo essa novidade ai muita gente ainda surpresa né torço e bom dia pra você também boa tarde pra você pra quem nos acompanha na espeon tem gente que ainda tá se surpreendendo com essa decisão é que chega ao hospital e aí descobre na chegada que os prontos-socorros agora estão atendendo só casos de urgência e emergência lembrando medida que vale para quatro hospitais aqui da capital e também dois da grande são paulo a gente está num deles fica aqui na zona sul da capital o hospital geral aqui de pedreira se vê que tem uma movimentação algumas pessoas entrando e saindo tem funcionários também ali fica a entrada né pros pedestres então essas pessoas até elas entram são orientadas logo ali elas chegam lá e aí sim passam por uma triagem né se assim precisar é o que está acontecendo também no hospital do grajaú também aqui na zona sul que a gente esteve mais cedo essa medida começou então à meia-noite de hoje e vale pelo menos aí pelos próximos noventa dias e aí o governo do estado orienta então que as pessoas comecem a procurar outras unidades de saúde como ubs nas unidades municipais quando não for o caso de urgência emergência lá no hospital do grajaú que eu contei pra vocês estão distribuindo até esses folhetos aqui para instruir as pessoas e orientá-las né e a gente também foi até lá pra ver como isso tá funcionando na prática pra quem chega lá o portão agora fica praticamente fechado o atendimento no pronto socorro do hospital geral do grajaú na zona sul tá mais restrito e o aviso do lado de fora deixa claro que só vão ser atendidos pacientes com casos mais graves que hoje se elege em urgência emergência a restrição começou a valer hoje não é só aqui no hospital do grajaú não além dele outros três hospitais na capital e cinco em cidades da grande são paulo começaram a receber apenas os casos mais complexos em são paulo a medida vale para os hospitais gerais do itaim paulista e da vila alpina na zona leste e do grajaú e de pedreira na zona sul já na região metropolitana as mudanças também são em itapecerica da serra e em mogi das cruzes o governo o estado diz que a medida é para priorizar o atendimento de urgência e emergência nesses hospitais porque eles são mais preparados e que por enquanto os moradores continuam recebendo atendimento e orientação à dor de cabeça dor nas costas a necessidade de trocar uma receita que esses casos posso num primeiro momento ainda sendo atendidos nos prontos-socorros dos hospitais serem orientados que das próximas vezes eu procure uma unidade básica mais próxima da sua residência pra lá posso ser atendido nas suas necessidades se alguém no estado grave procurar diretamente a suas unidades ele será também atendido isso é importante as unidades nos pés não fechou suas portas pra população ele só se ajustam ao atendimento dos casos mais graves que excepcionalmente pode ser inclusive procurado diretamente no pronto-socorro a dona marly vai ter que se reorganizar ela tem hipertensão e precisa tomar três remédios todos os dias para controlar saúde hospital já fazia parte dos cuidados dela aí precisa ficar de repouso no hospital e tomou medicamento protestam abafar normalizar e agora vai precisar procurar outro lugar pra outro lugar que te achou disso não foi bom estou sentindo que eu não estou bem eu já estou indo aquele lugar que eu conheço agora por exemplo só me sinto mal eu ainda vou pensar prometo levou levou o modesto o eu vou pro hospital eu não sei ainda desde o começo da pandemia a secretaria estadual da saúde mantém prioridade para internações de pacientes com quadros respiratórios graves por causa do novo coronavírus hoje mais ou menos treze mil pessoas são internadas com convite e dezenove em todo o estado e por causa do número alto de internações o fim de semana foi mais uma vez de fase vermelha em que só podem funcionar os serviços essenciais mesmo assim esse parque temático na zona sul de são paulo funcionou no esquema dri vim o que não é permitido e no litoral milhares de pessoas foram para praia em guarujá muito sem máscara e desrespeitando o distanciamento social ainda segundo o governo do estado um grupo técnico vai fazer reuniões semanais para avaliar o andamento dessas mudanças além de manter hospitais e auxiliar a rede pública à secretaria da saúde também mantém uma estratégia de gestão dos leitos com suporte da central de regulação de vagas transferências de pacientes entre hospitais serão feitas quando houver necessidade já o parque temático que nós vimos aí na reportagem não respondeu sobre o funcionamento no fim de semana

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 01/02/2021 às 12h50

Seis hospitais da Grande São Paulo passam a receber apenas pacientes graves a partir desta segunda-feira (1º). Quatro estão na capital paulista: Hospital Geral do Itaim Paulista, Hospital Geral da Vila Alpina, Hospital do Grajaú e Hospital da Pedreira. Na região metropolitana, as mudanças também são em Itapecerica da Serra e Mogi das Cruzes. O governo do estado disse que a medida é para priorizar o atendimento de urgência e emergência nesses hospitais, porque eles são mais preparados. Por enquanto, os moradores continuam recebendo atendimento e orientação. "A dor de cabeça, a dor nas costas, a necessidade de trocar uma receita. Esses casos ainda serão atendidos nos pronto-socorros, mas serão orientados para que busquem atendimento nas unidades básicas próximas das suas residências", disse o secretário executivo da secretaria estadual da Saúde, Eduardo Ribeiro. "Se alguém em estado grave procurar diretamente essas unidades, ele também será atendido. Isso é importante. As unidades não fecham suas portas para a população, eles só ajustam ao atendimento aos casos mais graves, que excepcionalmente podem ser procurados diretamente no pronto-socorro", disse Ribeiro. Ainda segundo o governo do estado, um grupo técnico irá fazer reuniões semanais para avaliar o andamento dessas mudanças. "Além de manter hospitais e auxiliar a rede pública, a secretaria da saúde também mantém uma estratégia de gestão dos leitos, com o suporte da central de regulação de vagas", disse o governo.

BOM DIA SP/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 01/02/2021 às 08h20

são unidades administradas pelo governo do estado e a ideia é que eles se tornam locais de referência para o atendimento a pacientes com Covid19 tiago creio está acompanhando esse primeiro dia em frente ao hospital geral do grajaú diga lá é esse o bocado mais uma vez bom dia pra você pra todo mundo ligado com a gente a gente acompanha a movimentação aqui na porta fechadas operação restrita do hospital geral do grajaú com outros três hospitais também aqui na capital paulista muita gente ainda chegando não tem não têm essa informação ou não sabe são sempre orientados essas pessoas então pelos seguranças daqui mais um caso que ilustra mais ou menos bem o que está acontecendo é como a gente falou anteriormente os casos considerados leves eles são encaminhados a unidades básicas de saúde ou as amas ou a outros prontos-socorros aqui da região da sobretudo da rede municipal e agora pouco chegou por exemplo uma família que uma moça precisava de um atendimento que aqueles fazem eles fazem primeiro uma pré avaliação aqui se for considerado um caso grave ou gravíssimo aí sim essa pessoa pode ficar aqui se atendida foi considerado um caso leve a então ela orientada a procurar uma ubs ou uma ama o governo do estado é justifica essa movimentação para priorizar claro os casos considerados mais graves sobretudo de Covid19 em detrimento de casos considerados leves tudo isso para evitar claro a superlotação de hospitais no momento de alta da pandemia agora que a gente registrou há pouco rodrigo mostrar suas imagens feitas pelo antônio donizete nosso toninho auxiliar a parte fundamental da nossa equipe de reportagem a gente percebe depois de algumas denúncias de pacientes que saíram aqui pediram patente acompanhasse a situação muita gente ali dentro o setor de internação o setor de retorno tá lotado e o saguão do aeroporto esse tipo de atendimento então claro a gente alerta para que as pessoas também evitem este tipo de aglomeração de insatisfação se atendidas então hospital também precisa se organizar para que essas pessoas estejam devidamente protegidas da corrida e dezenove então por enquanto isso os casos considerados mais leves a partir de hoje não serão mais atendidos por aqui e as portas continuam assim de portas é a portas fechadas sobretudo pelos próximos noventa dias essa é uma primeira previsão do governo estadual de são paulo tá certo bocage valeu obrigado pelas informações oito e vinte e dois agora cíntia toledo rodrigão dá mais um giro pelas nossas câmeras começando pela zona sul

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 01/02/2021 às 03h00

Setor privado esbarra em limites para ter vacinas Restrição de oferta imposta por estágio da vacinação nos países e riscos para empresas inviabilizam acordos Profissional da saúde de São Paulo é vacinada contra Covid-19 Rivaldo Gomes 28 .ja n. 21/Folha press Ricardo Balthazar são paulo As negociações conduzidas por empresários brasileiros na tentativa de obter vacinas contra a Covid-19 nas últimas semanas esbarraram em limites impostos pelo estágio atual das campanhas de vacinação, que avançam lentamente na maioria dos países que já aplicaram as primeiras doses. O principal obstáculo é que as restrições a uma oferta mais ampla de vacinas ainda são muito grandes no mundo, e mesmo os laboratórios que largaram na frente e já estão produzindo e distribuindo imunizantes enfrentam dificuldades para cumprir compromissos assumidos com países mais ricos do que 0 Brasil. “Não há vacinas para vender no curto prazo”, diz Gonzalo Vecina Neto, ex-chefe da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde e ex-superintendente do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. “As que já foram testadas e aprovadas e estão em produção já foram todas vendidas. ” Mesmo se os laboratórios que já estão distribuindo seus imunizantes conseguissem separar parte da produção para vendê-la diretamente a clientes privados, isso despertaria desconfianças e prejudicaria a reputação dos fabricantes. “O risco para a imagem dessas empresas é enorme”, diz. Isso explica a maneira enfática com que o laboratório AstraZeneca procurou se distanciar da iniciativa de um grupo de empresários brasileiros que abriu negociações para comprar um lote de vacinas da empresa, que já tem acordo para fornecer 100 milhões de doses ao sistema público de saúde no Brasil. Ligados à Coalizão da Indústria, os empresários receberam apoio do governo Jair Bolsonaro, após se comprometerem a destinar ao setor público metade das vacinas que comprassem. Após a iniciativa ser revelada pela Folha, grandes empresas se afastaram e surgiram dúvidas sobre os interlocutores. A AstraZeneca reafirmou compromissos assumidos com o Brasil e outros países e disse que não tem como oferecer vacinas para o setor privado agora. O fundo de investimentos Black Rock, acionista do laboratório que foi apontado como interlocutor pelos negociadores, negou ter participado das conversas. A AstraZeneca, que se comprometeu a fornecer 400 milhões de doses aos países da União Européia, anunciou na semana passada que só conseguirá entregar 31 milhões das 80 milhões de doses prometidas para o atual trimestre, alegando problemas técnicos com uma de suas fábricas, na Bélgica. O grupo de empresários que se articulou com o governo Bolsonaro afirmou negociar a compra de 33 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, no Reino Unido. Eles dizem que cada dose custaria US$ 23,79,0 que elevaria a fatura a US$ 785 milhões. O preço é 4,5 vezes o valor pago pela Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde, pelo primeiro lote de vacinas da AstraZeneca que chegou ao país, com 2 milhões de doses importadas do Instituto Serum, laboratório indiano que é o maior parceiro dos britânicos. Cada dose custou US$5,25. A Fiocruz espera receber da China até 0 inícios de fevereiro o principal insumo necessário para começar a fabricar a vacina no Brasil, conhecido como Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). A previsão é que a primeira remessa será suficiente para produção de 7,5 milhões de doses do imunizante. Uma das cláusulas do contrato da Fiocruz com a Astra- u Criar uma via de acesso às vacinas para quem ainda não chegou na frente da fila cria problemas éticos tão grandes a essa altura que torna inviáveis essas iniciativas. Não há ganho econômico que compense o custo para a reputação das empresas Adriano Massuda Fundação Getúlio Vargas Zeneca, assinado em setembro do ano passado, permite que a fundação ceda direitos e obrigações a terceiros se houver concordância do laboratório, mas a fundação descarta a possibilidade de o dispositivo ser usado para atender demandas privadas. “A premissa original do contrato da AstraZeneca com a Fiocruz é garantir a produção nacional da vacina para a população brasileira, pelo Sistema Único de Saúde”, disse a fundação, por meio de nota. “O contrato não prevê a comercialização ou aquisição de vacinas pelo setor privado. ” Hoje, só a Fiocruz tem autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil para importar as vacinas da AstraZeneca, em caráter emergencial. A fundação deve protocolar em breve pedido de registro definitivo, necessário para a distribuição das doses que serão produzidas no Brasil. Segundo a legislação brasileira e as normas da Anvisa, só detentores do registro definitivo podem importar vacinas. Mesmo se chegassem a um acordo com a AstraZeneca, os empresários envolvidos com as negociações só poderiam receber a mercadoria no Brasil após cumprir os trâmites na agência. Em paralelo à iniciativa dos empresários da indústria, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas negocia a compra de 5 milhões de doses da vacina Covaxin, que está sendo desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. O objetivo é oferecer o imunizante a clientes das clínicas particulares. De acordo com o jornal Valor Econômico, os termos negociados com a empresa permitem compras pequenas, de no mínimo 2.000 doses e no máximo 400 mil, a preços que variam conforme o tamanho da encomenda, de US$ 32.71 a dose nas aquisições mais volumosas até US$ 40.78 para as menores. A Precisa Medicamentos, que representa a Bharat no Brasil, diz que sua prioridade é atender demandas do setor público se o governo demonstrar interesse, mas que o laboratório decidiu separar parte da produção para o setor privado e não destinará essas doses a nenhum governo. Os testes clínicos que avaliam a eficácia do imunizante indiano ainda não foram concluídos. Só depois que isso o correr é que o registro para distribuição no Brasil poderá ser solicitado. Como não há exames sendo feitos no país, a legislação impede que o produto seja importado em caráter emergencial. Especialistas afirmam que as restrições na oferta tendem a diminuir ao longo deste ano, com o aumento da produção dos principais laboratórios e a chegada ao mercado de novas vacinas ainda em desenvolvimento, como a da Bharat. Isso abriría espaço para atender demandas do setor privado. Em países como o Brasil, em que a maioria dos integrantes dos grupos mais vulneráveis definidos como prioritários, como profissionais de saúde e idosos, ainda terá que esperar meses para receber sua primeira dose, o mais provável é que o cenário demore para mudar, segundo os especialistas. "Criar uma via de acesso às vacinas para quem ainda não chegou na frente da fila cria problemas éticos tão grandes a essa altura que torna inviáveis essas iniciativas”, diz Adriano Massuda, da Fundação Getúlio Vargas. “Não há ganho econômico que compense o custo para a reputação das empresas”.